quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Coronel e Bia Kicis são barrados ao tentarem fiscalizar campo de prisões em massa da Polícia Federal


Os deputados federais Coronel Chrisóstomo e Bia Kicis pronunciaram-se após serem barrados ao tentarem fiscalizar um campo, destinado a prisões em massa, localizado em uma área da Polícia Federal em Brasília.

A parlamentar ressaltou: “Estamos aqui há mais de 3 horas. Estávamos esperando para podermos entrar no ambiente onde estão as pessoas que foram detidas. Infelizmente, depois de mais de três horas aguardando, não foi permitido que a gente entrasse. A gente queria ver com nossos próprios olhos, na nossa função fiscalizadora, como representantes do povo. Infelizmente, houve uma contra-ordem e não permitiram que a gente entrasse. É uma pena que representantes do povo estão fora”.

O coronel, por seu turno, abordou: “Mesmo tendo a nossa função constitucional de fiscalizarmos as ações públicas, fomos impedidos de fazer uma verificação in loco. Infelizmente, não tivemos a oportunidade de ver as pessoas”.

Bia Kicis prosseguiu: “A maioria só estava participando de atos, protestos, manifestações que são garantidas pela Constituição Federal. Quando a esquerda promove atos de barbárie, dizem que estão lutando por direitos. Se é para punir as pessoas que cometem crimes, que se puna todos”.

Já há bastante tempo, no Brasil, a liberdade de manifestação não é reconhecida de forma igual para todos. As manifestações promovidas por partidos de esquerda, sindicatos e coletivos, divulgadas pela velha imprensa e por sites e canais de internet, não estão sujeitas a qualquer investigação sobre seu financiamento ou qualquer questionamento sobre se as ideias que defendem seriam “democráticas” ou “antidemocráticas”. Mesmo quando há cartazes pedindo ditadura, depredação de patrimônio público e privado, ou agressões a políticos e cidadãos, nada disso é considerado um “ato antidemocrático” quando o “ato” é da esquerda.

Nos dois últimos dias 7 de setembro, milhões de pessoas foram às ruas para pedir liberdade e respeito à Constituição, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de culto, a liberdade de ir e vir, entre outras. Essas manifestações pacíficas tornam-se alvo de inquéritos sigilosos, alimentados por “notícias” da velha imprensa, nos quais manifestantes e jornalistas que cobrem as manifestações são perseguidos, presos, censurados, e têm seus bens apreendidos. 

A renda da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. A decisão confisca, de forma indiscriminada, todas as receitas advindas do Youtube, indicando claramente que a intenção não é a de excluir conteúdos específicos, mas sim de calar o canal e eliminar a empresa. Há 18 meses, toda a nossa renda é retida sem base legal. 

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a evitar que o jornal seja fechado, doe por meio do PIX cujo QR Code está visível na tela ou por meio do código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

Há 10 anos, a Folha Política vem mostrando a realidade da política brasileira e quebrando barreiras do monopólio da informação. Com a sua ajuda, poderá se manter firme e continuar a exercer o seu trabalho. PIX: ajude@folhapolitica.org


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...