quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Deputada Paula Belmonte confronta Moraes e aponta ‘Estado de Exceção’ ao visitar presas após 8 de janeiro: ‘Julgador, denunciador, vítima’


Em pronunciamento na Câmara Legislativa do Distrito Federal, a deputada distrital Paula Belmonte ergueu-se contra o que avaliou como ilegalidades, atos de tirania e violações ao devido processo legal por parte de Alexandre de Moraes, ministro do STF e presidente do TSE.

Ao mencionar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito relacionada aos fatos ocorridos em 8 de janeiro, a parlamentar salientou: “No princípio de não julgarmos antes de fazermos investigação, a respeito da ampla defesa, do contraditório, do devido processo legal, que a gente não utilize essa CPI politicamente falando. Eu tive a oportunidade de ir lá na Colmeia, estar lá dentro, quando foram colocadas 493 mulheres. É muito importante dizer: Tive contato com essas mulheres, são avós, donas de casa, médicas, doutoras, cidadãs comuns. Muitas delas estavam chorando, outra ala estava cantando hinos de louvor”.

Dessa maneira, a congressista frisou que o Brasil vive um estado de anormalidade institucional em razão de medidas de Alexandre de Moraes: “Elas estão sendo julgadas pelo Estado de Exceção que o STF está fazendo. O senhor ministro Alexandre de Moraes é o próprio julgador, o próprio denunciador e, muitas vezes, se coloca no papel de vítima. O ministro Flávio Dino é um executor, não um falador. Muitas vezes, vemos ele falando e julgando, sem executar o que precisa ser executado”.

Outrossim, ela rebateu: “Vamos fazer uma CPI defendendo a segurança pública. Sabemos que temos a liberdade de manifestação. Eu defendo os direitos humanos. Para todos. Desde uma senhora que mora em um lugar sem alimentação, até os manifestantes. Muitos estão julgando sem a devida comprovação. A manifestação é livre neste país. Quando Moraes decidiu que as pessoas acampadas pacificamente…ele colocou essas pessoas como terr*. O que ele está fazendo, julgando sem a devida investigação”.

Nesta toada, a deputada frisou a necessidade de defender a liberdade do povo brasileiro: “Que tenhamos a defesa da nossa liberdade. Esta não é negociável. Independente de esquerda ou direita, defendo a livre manifestação de ambos. Não considero golpista quem está insatisfeito com alguma coisa. Que aqueles que fizeram danos ao patrimônio público sejam responsabilizados. Que o nosso discurso seja coerente para um lado e para outro”.

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