sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Deputado Carlos Jordy rebate pedido de afastamento feito por advogados: ‘é o braço jurídico do PT’


O deputado federal reeleito Carlos Jordy rebateu pedido feito por advogados de políticos famosos para impedir a posse de diversos deputados eleitos, sob a alegação de que teriam apoiado “atos antidemocráticos”. Os advogados pedem que deputados eleitos legitimamente pelo povo sejam impedidos de tomar posse por defenderem ideias contrárias às deles, alegando, para tanto, que fazem parte de um “grupo” de pessoas que mereceriam a perseguição estatal. 

Jordy explicou que o que foi apresentado contra ele foi uma postagem em que afirmou que houve ação de infiltrados no dia 8 de janeiro e citou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello. O deputado chamou a atenção para o fato do pedido ter sido feito pelo grupo “Prerrogativas”, que, segundo ele, reúne “petistas de carteirinha”. Jordy disse: “Prerrogativas é o braço jurídico do PT e utiliza-se do ativismo judicial para atingir seus fins políticos e ideológicos, e assim eliminar a oposição. Essa é a forma de fazer política da esquerda. Mas nós não vamos desistir”.

No pedido, o grupo pede a suspensão da diplomação dos deputados federais Carlos Jordy, Silvia Waiãpi, André Fernandes e Nikolas Ferreira, e dos deputados estaduais Sargento Rodrigues e Walber Virgolino. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, é comum que pedidos feitos por representantes da extrema-esquerda sejam acatados sem sequer consulta ao Ministério Público, contra grupos inteiros de pessoas, sem individualização de condutas, e apresentando como “provas” matérias, reportagens e relatórios de veículos da velha imprensa alinhados com a extrema-esquerda. Essas “matérias” e depoimentos de pessoas suspeitas e interessadas são, comumente, aceitas como provas, sem qualquer questionamento. 

No chamado ‘inquérito do fim do mundo’, e nos inquéritos dele decorrentes, já houve: prisões políticas sem que houvesse sequer indiciamento das pessoas presas; imposição de uso de tornozeleira eletrônica e ‘prisão domiciliar’ em endereço diferente de onde as pessoas moravam; quebra de sigilo de parlamentares, inclusive de um senador; quebra de sigilos de pessoas e empresas, inclusive de veículos de imprensa; censura de veículos de imprensa e de parlamentares; bloqueio de redes sociais de jornalistas, veículos de imprensa e parlamentares; buscas e apreensões em empresas, residências - inclusive de um general da reserva -, residências de familiares, e gabinetes de parlamentares; bloqueio de contas bancárias, inclusive de jornalistas, parlamentares, e pessoas que sequer são investigadas; proibição de contato entre pessoas, que muitas vezes, nem se conhecem; proibição a parlamentares de concederem entrevistas; intervenções no comando de partido político; afastamento de prefeito e de governador; entre outras. 

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