domingo, 8 de janeiro de 2023

Deputado Marco Feliciano faz retrato sombrio da primeira semana do governo Lula: ‘que Deus nos ajude’


Em vídeo divulgado pelas redes sociais, o deputado federal Marco Feliciano fez um retrato sombrio da primeira semana do governo Lula. O deputado afirmou que os acontecimentos da primeira semana já estão “tomando proporções assustadoras”. Feliciano disse: “O pessoal que assumiu o poder vem agindo como adolescentes que pegaram a chave da administração de uma escola, e estão pondo em prática um monte de loucuras irresponsáveis”. 

O deputado listou uma série de absurdos do novo governo e disse: “são tantos desatinos que fica difícil enumerar aqui. Serão dias muito difíceis pela frente. Some-se aos atos do governo a perseguição a jornalistas, prisões sem culpa, ameaças de prisão a quem falar o que pensa. Este é o novo Brasil. Faz o “L” aí. E que Deus nos ajude”. 

Outros políticos também comentaram a primeira semana do governo Lula. O deputado Marcel Van Hattem afirmou: 

“Os retrocessos nesta primeira semana de governo Lula vem a galope: revogação de privatizações em andamento (o que fez a Petrobras perder bilhões de Reais em valor de mercado); suspensão das normas que facilitavam o acesso do cidadão de bem a armas; criação de uma “Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia”, que não passa de uma desculpa para poder censurar o brasileiro. O bate-cabeça é tão grande que ministros anunciam algo e, logo em seguida, são desmentidos. Foi assim sobre rever a reforma da Previdência e o fim do Saque-Aniversário do FGTS, por exemplo. Essas trapalhadas demonstram que Lula e o PT não têm plano de governo, não têm um projeto sério para o Brasil. O foco petista é se manter no poder e seguir com suas políticas populistas e corruptas. Tudo o que estiver ao alcance do Parlamento para barrar essas propostas irresponsáveis, farei como oposição”.

O senador Lasier Martins enfatizou a “CAÇA AOS CRÍTICOS”. Ele disse: “A Administração Lula não demorou para mostrar o seu viés autoritário e já anunciou a criação de órgãos na AGU, no Ministério dos Direitos Humanos e na Secretaria de Comunicação Social da Presidência dedicados  a “combater a desinformação" contra o próprio governo, controlar mídias sociais e “defender a democracia”. Um eufemismo para a censura estatal, reforçando a caça aos críticos já praticada pelo STF e TSE. O Estado de Direito precisa ser defendido por todos contra essa violência”.

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, disse: 

Em sua primeira reunião ministerial, Lula disse que quem fizer algo errado será convidado a deixar o governo. “Errado” é um conceito bastante relativo no código moral do PT. 

Vamos relembrar como começou o primeiro governo Lula, há 20 anos atrás:

Entre 2003 e 2004, o ministro dos Transportes, Anderson Adauto, foi acusado por diretores do DNIT de desviar recursos e favorecer pagamentos a empreiteiras. A Controladoria-Geral da União listou 66 irregularidades em 17 contratos do ministério que envolviam R$ 5,1 bilhões. Lula não só bancou Adauto como o condecorou com a Ordem do Mérito Militar. Ele saiu para se candidatar em 2014 e foi eleito prefeito de Uberaba/MG.  Em 2012 foi condenado por improbidade administrativa e hoje é ficha-suja sem poder ocupar cargo eletivo.

Em 2004, Waldomiro Diniz, braço direito de José Dirceu, então ministro chefe da Casa Civil, foi filmado cobrando propina de Carlinhos Cachoeira. Diniz foi fritado, exonerado, condenado e preso. Mas Dirceu foi blindado por Lula e só foi cair no ano seguinte no Mensalão. José Dirceu foi condenado e preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no Mensalão e no Petrolão, mas continua atuando nos bastidores e com grande influência no governo. Seu filho, Zeca Dirceu, foi eleito líder do PT na Câmara por unanimidade.

Antônio Palocci foi o coordenador da campanha de Lula, e assumiu o Min. da Fazenda em 2003. As acusações contra Palocci começaram em 2005, quando seu ex-assessor, Rogério Buratti, delatou que Palocci recebia propina de R$ 50 mil ao mês quando era prefeito de Ribeirão Preto. E o que fez Lula? Afastou o Ministro? Não, mas o elogiou publicamente em entrevista - inclusive comparando o então ministro ao "Ronaldinho" do governo. Palocci se afastou da Fazenda - a pedido - em março de 2006, quando explodiu o escândalo com o caseiro Francenildo. 

Hoje, Lula tem ministro condenado por desvio de dinheiro público, ministra envolvida com a milícia do Rio de Janeiro, ministra com dívida milionária com os cofres públicos...

A passação de pano começou junto com o governo. Para Lula e o PT, o “errado” só é errado quando começa a ter custo político. Fiscalizar o governo nunca foi tão importante".

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