domingo, 8 de janeiro de 2023

Generais, deputados, senadores e jornalistas se pronunciam após invasões e intervenção federal decretada por Lula


A invasão de prédios dos três poderes em Brasília gerou manifestações de políticos, que repudiaram o quebra-quebra. O senador eleito General Hamilton Mourão, ex-vice-presidente, disse: “O respeito e a ordem devem prevalecer em qualquer manifestação. Vandalismo e depredação não se coadunam com os valores da direita, pelo contrário são práticas da ideologia que nos contrapomos. Sempre pela legalidade e por nossos princípios e valores”.

O deputado Marcel Van Hattem disse: 

“Invasão, violência e depredação de prédios públicos devem ser SEMPRE repudiadas. O descrédito que muitos hoje nutrem pelas instituições deve engajar o povo para recuperá-las, não para destruí-las! Manifestações pacíficas são da democracia; já as violentas só pioram a situação.

Seguirei sempre atuando em defesa da democracia, do Estado de Direito e das liberdades DENTRO da Constituição e repudiando quaisquer atos que, a pretexto de serem realizados para defender esses mesmos valores, sejam inconstitucionais ou violentos.

Um dia que poderia ter sido de manifestação pacífica a favor de pautas úteis ao Brasil infelizmente deu a Lula argumento para decretar intervenção federal no DF e ao STF novo pretexto para potencial recrudescimento em sua sanha de justiçamento e tomada de medidas arbitrárias.

Já o Congresso Nacional (última trincheira dos democratas brasileiros), agora, além de moralmente, terá de se reerguer fisicamente após a violenta depredação.

Reitero: os atos de hoje poderiam ter começado e terminado pacificamente, como inúmeros outros na nossa história. Mas a violência não só os deslegitimou como deu ainda mais força aos maiores inimigos das nossas liberdades. Que tragédia semelhante jamais se repita!”.

O deputado eleito Gustavo Gayer afirmou: “Sempre serei a favor de toda e qualquer manifestação pacífica, mas acredito que essa manifestação de hoje está dando mais munição para que eles possam usar toda a força do estado contra o povo. Não devemos agir como a esquerda sempre agiu”.

O deputado Gilberto Silva disse: “Não defendo depredação do patrimônio público. Respeito todas as manifestações. Porém, o povo não aguenta mais ser estrangulado por quem deveria ser o guardião da constituição federal. Um dos maiores responsáveis é o presidente do Congresso Nacional, omisso e prevaricador. Não existe ato de vandalismo maior que rasgar a Constituição Federal. Não respeitar o devido processo legal. Destruir o ordenamento jurídico. Contaminar o processo eleitoral. Ser parcial como juiz. Era previsível a população não aceitar pacificamente”.

O advogado Paulo Faria, que defende perseguidos políticos, lamentou: “Triste o que está acontecendo no Brasil. Isso estava escrito que ocorreria, com tantos arroubos e ameaças contra pessoas que protestavam pacificamente. Triste tudo isso”.

O deputado Paulo Eduardo Martins alertou: “O Interventor de Lula no DF é Ricardo Garcia Cappelli, que foi o responsável por trazer Fidel Castro para o Congresso da UNE em 1999. Tudo isso é uma tragédia. Uma tragédia!”. Ele acrescentou: “O povo brasileiro provocou o impeachment de Dilma sem que uma única lixeira fosse quebrada. O caminho para o povo resolver os problemas do Brasil não é o quebra-quebra. As invasões de hoje levarão a uma repressão ainda mais implacável e à criminalização de toda a direita. Muitos brasileiros agora verão legitimidade em atos de cerceamento de liberdades. Tudo isso é uma tragédia”.

O senador Carlos Portinho apontou: “O vandalismo de hoje justificará o agravamento autoritário de amanhã. Erro!”

O promotor Wesley Vaz disse: “Todo o ocorrido hoje em BSB já era previsível, infelizmente; e foi estimulado. Os responsáveis não são as autoridades que vêm rasgando a Constituição, mas os Srs. Rodrigo Pacheco e Lira. Lira trancou CPIs e Pacheco trancou impeachment contra ministros do STF. Pela omissão de Pacheco e Lira sangue poderá ser derramado”.

O escritor Fred Rodrigues apontou: 

“Perseguiram e prenderam pessoas honestas sem condenação. Calaram opositores. Debocharam do Povo em toda oportunidade. Multaram em 100 mil reais quem ousou recorrer à justiça. Está óbvio que sempre quiseram este resultado.  Agora usarão da violência para reprimir o que causaram. Agora, junto com a imprensa suja (que nunca denunciou a perseguição inconstitucional) vão criminalizar a direita brasileira ao mesmo tempo em que justificam todo tipo de crime contra ela. Infelizmente os atos de hoje serão utilizados para atacar a direita buscando sua extinção”.

A deputada eleita Júlia Zanatta lamentou: “Lula tocou gasolina com seu discurso e demonstrou que não quer apaziguar os ânimos. Ele quer o confronto direto e quer justificar toda perseguição que virá - ainda mais forte a partir dos atos de hoje”.

O vice-prefeito Ricardo Gomes disse: “Não se justifica a invasão da sede dos poderes. STF e os que arruinaram as instituições aproveitarão para legitimar a perseguição à direita. O caminho para enfrentar o PT não pode ser virar o PT. Invasão e violência é a linguagem deles. Um erro que custará caro ao Brasil”.

O deputado Carlos Jordy lamentou: “Morderam a isca e fizeram tudo o que condenamos, tudo o que a esquerda faz. O decreto já estava pronto. Sabiam que a revolta justa e digna com tantas injustiças e tiranias resultaria em atos que endossariam a narrativa de atos antidemocráticos. A minoria manchou a imagem das manifestações!”

Bárbara, do canal Te Atualizei, disse: “Dilmo assinando a intervenção federal no distrito federal. Manifestantes presos. No fim das contas foi o dilmo que chegou com o 142”.

O governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou: “Para que o Brasil possa caminhar, o debate deve ser o de ideias e a oposição deve ser responsável, apontando direções. Manifestações perdem a legitimidade e a razão a partir do momento em que há violência, depredação ou cerceamento de direitos. Não admitiremos isso em SP!”. 

O senador eleito Sergio Moro disse: “Protestos têm que ser pacíficos. Invasões de prédios públicos e depredação não são respostas. A oposição precisa ser feita de maneira democrática, respeitando a lei e as instituições. Os invasores precisam se retirar dos prédios públicos antes que a situação se agrave”.

Cláudio Humberto, da Rádio Bandnews FM, lembrou: “Há dez anos, quando grupos de esquerda mascarados e vestidos de preto tocavam o te*** nas ruas das principais cidades, invadindo e depredando patrimônio público e privado, não houve políticos e jornalistas oportunistas pregando “intervenção federal” nos governos estaduais”.

O deputado Major Vitor Hugo disse:

“Manifestações pacíficas são garantidas pela CF. Ações de vandalismo e violência não são. Esse tipo de atitude não condiz com a forma como patriotas se manifestam. A individualização das condutas precisa ser bem conduzida a fim de separar os manifestantes pacíficos dos criminosos. Sempre defendi manifestações pacíficas, inclusive por meio de minha atuação legislativa, como o PL 2858/22, que não protege quem comete crimes contra a vida, contra a integridade corporal, de sequestro e de cárcere privado e nem os que a CF proíbe, como terr****, por exemplo. Continuarei defendendo os posicionamentos de direita, nossas liberdades e nossos direitos fundamentais, a todo tempo, mas como sempre dito por nosso líder maior, Jair Bolsonaro, “dentro das quatro linhas da CF”. Por fim, há que se investigar a possiblidade de infiltração de militantes de outras correntes políticas nas manifestações. Não são do feitio da direita ações violentas e com iniciativas de vandalismo”.

O escritor Bernardo P Küster alertou: “A partir de agora veremos a maior repressão deste país. A esquerda conseguiu o que queria e as forças de segurança, que espancaram o povo na pandemia, irão reprimir como nunca o povo em Brasília. Não esperem nada menos que uma ditadura avassaladora e cruel. Acabou”.

Pavinatto, apresentador da Jovem Pan News, disse: 

“Quero entender a lógica do pessoal que acha válido o pessoal de alguns sindicatos invadirem, depredarem e pararem a ALESP, mas que agora, estão pedindo prisão de todos que estão ocupando a Esplanada dos Ministérios. Ainda dá tempo de prender o pessoal do sindicato, se for o caso? Perguntar não ofende. Aliás, registro que nenhuma violência se justifica a não ser por legítima defesa e que, por mais injusto que seja ou pareça, o Direito só tem legitimidade se aplicado a todos sem nenhuma exceção”.

O deputado federal eleito Delegado Paulo Bilynskyj, disse: “Só queria saber uma coisa, tem mais gente protestando contra o Lula do que teve na posse dele? Ou é só impressão minha? A narrativa da esquerda agora será de censura absoluta e prisões. Se preparem”. 

O jurista Fabricio Rebelo explicou: “A intervenção federal é medida excepcional que precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional (CF, art. 49, IV). Se em recesso, deve ser convocado extraordinariamente para essa finalidade. Sem aprovação, a medida perde o efeito”.

O ativista Alan Lopes apontou: “Lula acaba de ameaçar o Agronegócio e a polícia do DF, chamando-os de criminosos. Disse ainda que vai punir cada um deles. De maneira lunática, disse que Bolsonaro organizou isso de Miami. Decretou intervenção federal, na tentativa de afastar a polícia que está ao lado do povo”.

O músico Roger Rocha Moreira admoestou: “Se esse governo fosse democrático deveria estar prestando atenção nessa revolta do povo e levando em consideração suas reivindicações. São povo também. Mas não, tratam-nos como terr***, inimigos. Mesmo com toda condescendência que sempre tivemos com a esquerda. Ditadura é quando você tem que escolher suas palavras por medo de ser preso”.

O comunicador Monark disse: “Eu sinto simpatia pelas pessoas que estão protestando, esse nosso estado é uma ditadura nefasta e autoritária, só roubam o povo. Algo deve ser feito, mas nossa classe política se provou covarde e conivente, com isso é normal o povo se sentir sem esperanças e rebelar. A culpa disso que está acontecendo é do STF. Lembra do ‘perdeu mane’ os caras esfregaram na cara de milhões de brasileiros que eles tão cag* pro povo. O resultado ta ai, caos social”.

Coronel Amaro argumentou: “A irresponsabilidade das autoridades do Brasil chegou ao extremo. Nunca tivemos tantos covardes, omissos e irresponsáveis a tomar as decisões em nosso país. A sucessão de ações e omissões que nos trouxeram aos atos desesperados de hoje recai sobre políticos e juízes canalhas”.

O deputado federal Bibo Nunes opinou: “A voz do povo é soberana e deve ser respeitada! O Ministro da Justiça,  que ameaçou o povo, deve pedir demissão imediatamente. Quem tem o mínimo de bom senso deve concordar. Não vamos usar violência!”.

O senador Eduardo Girão  avaliou: “UM ERRO NÃO JUSTIFICA UM OUTRO! A insatisfação de brasileiros com TSE-STF sobre abusos à nossa Constituição + início calamitoso do Governo Lula é legítima, via manifestações ordeiras e pacíficas. Nunca violentas! Senado, ainda omisso, tem o dever de agir para voltarmos a ter democracia. Paz & Bem”.

Marcelo de Carvalho, dono da RedeTV!, manifestou-se: “Manifestação corretíssima do senador Eduardo Girão. Nada justifica a violência, a depredação, a agressão a policiais. O Foro da mudança é o PLENÁRIO. VOCÊ POLÍTICO DE DIREITA: HONRE QUEM VOTOU EM VOCÊ. ASSUMA UMA POSIÇÃO CONTRA DEPREDAÇÃO E VANDALISMO MANDE AS PESSOAS PARA CASA E GRITE AMANHÃ NO PLENÁRIO CONTRA A PARALISIA DO CONGRESSO COM RELAÇÃO A EXACERBAÇÃO, O CERCEAMENTO DAS LIBERDADES DE EXPRESSÃO”.

O Coronel Gerson Gomes comentou: “Sem lideranças políticas responsáveis, era questão de tempo…”.

Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, pronunciou-se: “O Congresso Nacional jamais negou voz a quem queira se manifestar pacificamente. Mas nunca dará espaço para a baderna, a destruição e vandalismo”.

O deputado estadual eleito Capitão Telhada asseverou: “Cenas de confronto em Brasília. Autoridades políticas produzem um clima tenso no Brasil e acaba sobrando sempre para a Polícia Militar lidar com a pressão da massa. Nada nos orgulha ver esse tipo de situação. Que fique claro que o responsável por acionar o gatilho desse "detonador" em Brasília foi o Ministro Flávio Dino com suas falácias e ameaças de perseguição aos conservadores do Brasil”.

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