terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Presidente do partido de Bolsonaro aponta as omissões no discurso de Lula e promete oposição no Congresso


O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, respondeu ao discurso feito por Lula na posse, apontando as omissões e mentiras sobre o governo Bolsonaro e seu legado. O presidente do PL disse: “quero fazer alguns comentários para alertar sobre os erros que o Lula cometeu no discurso de posse. Lula omitiu que o Brasil de Bolsonaro foi o país que mais gerou emprego entre os 20 maiores países do mundo. Mencionou o número de 33 milhões de brasileiros com insegurança alimentar; ele só esqueceu de dizer que esse número se refere a 2021, auge da pandemia. Esqueceu de dizer que, no final de 2022, com o governo Bolsonaro fazendo o maior projeto social da história do país, esse número de 33 milhões caiu para menos de 10 milhões de brasileiros, conforme dados do IPEA. O Lula esqueceu de dizer que foi o governo Bolsonaro que entregou o maior número de títulos de posse da história do nosso país. Lula falou em reconstruir o Brasil, mas não disse o que o mundo inteiro aplaudiu, a capacidade de reconstrução do Brasil, demonstrada pelo governo Bolsonaro, atingindo, pela primeira vez na história, uma inflação menor que da Alemanha, EUA e Inglaterra”. 

Valdemar da Costa Neto lembrou que o Partido Liberal atingiu a maior bancada no Legislativo, e afirmou: “nossa bancada no Congresso Nacional fará uma oposição certeira, construtiva, verdadeira e responsável, sempre com a certeza de que, para cuidar do povo brasileiro, tem que ter coerência entre o que se diz e o que se faz”.

Ao analisar o discurso de Lula, a velha imprensa apontou “exageros”, “inverdades” e “deslizes”, de forma bem diferente do que faz com conservadores, acusados de “desinformação” e “fake news” mesmo quando apresentam dados corretos e precisos. 

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. O governo eleito vem expressando a intenção de intensificar ainda mais a perseguição. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 18 meses, toda a nossa receita é retida, sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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