domingo, 1 de janeiro de 2023

Romeu Zema é aplaudido de pé ao ser empossado como governador reeleito e expõe 'calote' do governo petista de Pimentel


O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, tomou posse para seu segundo mandato à frente do estado, na Assembleia Legislativa do estado de Minas Gerais. Zema relembrou sua trajetória, advindo da iniciativa privada, e reforçou a importância do respeito aos cidadãos e ao dinheiro público. 

Zema afirmou: “Há 4 anos, iniciava, neste mesmo local, minha trajetória como gestor público. Depois de mais de 30 anos de experiência com empresas, começou naquele dia uma jornada em serviço aos mineiros. E, se os setores público e privado são verdadeiramente diferentes, o intuito por trás se muito assemelha, quando o olhar do gestor é pelo atendimento às pessoas. No balcão de uma loja ou no serviço de atendimento público, o desejo de quem os procura é o mesmo: ser atendido corretamente, de maneira honesta, justa, e principalmente, receber por aquilo que paga. Especialmente no caso do setor público, em tributos”.

O governador apontou que a população aprovou a gestão baseada no respeito, o que se demonstrou com sua reeleição. Zema disse: “Assim, retorno hoje a essa casa legislativa no meio da travessia que se renovou por mais 4 anos, diante da confiança daqueles que, diariamente, são atendidos pelos serviços do estado, o que significa que, em sua maioria, enxergam na gestão do governo de Minas o atendimento adequado, ou, pelo menos, melhor do que acontecia antes”. 

O governador Romeu Zema explicou: “Isso acontece porque o ambiente agora é completamente diferente do momento inicial. Assumi o governo de Minas em uma situação de total descrença com a política, em um dos piores momentos da história deste estado. As galerias aqui estavam lotadas de prefeitos, em greve simbólica, que protestavam contra um calote inédito, provocado pelo executivo estadual passado. As manifestações que emergiam transformaram o momento solene em cobrança, justa, é verdade, mas que, naquele momento, sequer havia tomado conhecimento de seu tamanho. Portanto, desde o primeiro minuto fui cobrado e sabia que teria um desafio extraordinário para colocar nosso estado de novo nos trilhos”. 

Zema lembrou: “Como um político novo, além do cenário desolador em que Minas se encontrava, pairava sobre o novo governo uma enorme desconfiança. Alguns confundiam ausência de experiência pública com ausência de competência. Porém, se equivocaram. Com a mesma humildade que subi na tribuna desta casa há 4 anos, aqui retorno para demonstrar que, com trabalho, com respeito ao dinheiro público, com corte de mordomias, escolha de profissionais com competência técnica, é possível, sim, fazer um governo diferente, com o objetivo de transformar o estado de maneira eficiente. Um caminho que não foi fácil”.

O governador apontou: “Nos momentos críticos da economia brasileira, também congelamos tributos e reduzimos impostos para aliviar o bolso dos mineiros, e fizemos tudo isso sendo o estado mais transparente do Brasil, demonstrando que é possível, sim, fazer gestão pública de maneira honesta, justa, e, principalmente, respeito com os recursos públicos. É verdade que não tivemos somente acertos, mas vale ressaltar que minha gestão tem a humildade de estar sempre aberta ao diálogo que promova melhorias. Sem qualquer compromisso com o erro, muitas vezes precisamos reavaliar decisões e corrigir rotas. Há conhecimentos que só a experiência é capaz de trazer, mas só é possível alcançá-lo se houver abertura ao diálogo para ouvir contraditórios que permitam ampliar a visão. As urnas mostraram, com nossa vitória em primeiro turno, que nosso saldo é positivo e que estamos trilhando o caminho certo. Por isso, teremos mais 4 anos para trabalhar. Após arrumar a casa e colocar o trem de novo nos trilhos, estamos prontos para fazer essa locomotiva acelerar. Com a experiência adquirida, agora em um cenário mais positivo de equilíbrio fiscal, meu compromisso é o de fazer, nesses próximos 4 anos, um governo muito melhor do que o primeiro. E, para isso, conto com o auxílio e contribuição dos senhores e senhoras. Temos muito o que fazer ainda”.

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