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sábado, 12 de setembro de 2026

TUMULTO E PRESSÕES EM MEIO À IMINÊNCIA DE SESSÃO NO STF PARA INVESTIGAÇÃO DE MORAES; MENDONÇA ENFRENTA

 Com a aproximação da sessão de julgamento que vai decidir sobre o pedido de investigação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, vários ministros e seus aliados começaram a agir para impedir a realização da sessão. O ministro Alexandre de Moraes pediu que o tribunal também julgue o pedido de investigação que ele fez contra o ministro André Mendonça e reclamou sobre uma suposta divulgação seletiva de informações - algo em que ele próprio se especializou ao longo de anos de inquéritos políticos inconstitucionais e ilegais. O diretor-geral da polícia federal, Andrei Rodrigues, apresentou alegações em que afirma que monitorou o ministro André Mendonça a mando do ministro Alexandre de Moraes. O ministro Gilmar Mendes enviou uma manifestação em que tenta ‘tratorar’ o presidente do STF, dizendo como os processos devem ser conduzidos e sugerindo adiamento da sessão. O clima de caos entre os ministros degradou ainda mais a imagem da instituição e gerou inúmeras manifestações nas redes sociais, aumentando ainda a pressão para que os senadores se reúnam e cumpram seu dever constitucional de promover o controle dos atos de ministros da corte e do procurador-geral da república, através do instituto do impeachment. 

O perfil ‘fried’ publicou: 

“deixa eu ver se entendi: moraes acusou um ministro de vários crimes por ter investigado outro ministro sem autorização do supremo, enquanto dava ordens para a PF investigar outro ministro?

e esse crime absolutamente falso, cujo único autor é o próprio moraes, foi o suficiente pra que "especialistas" e jornalistas declarassem que "os dois cometeram erros igualmente nessa história?"

eu estaria envergonhado nessa situação. mas sabemos que vergonha não é exatamente um atributo da classe jornalística ou "jurista amigo da corte"”

O músico Evandro Rathunde comentou a resposta do diretor da PF: “"Eu só cumpria ordens" foi uma frase muito usada no tribunal de Nuremberg”.

O ex-diretor da Abin e deputado no exílio Alexandre Ramagem disse: 

“Lula quer se afastar de Alexandre de Moraes. Não consegue. A concentração de poder construída juntos, as eleições de 2022, os abusos, as ilegalidades e a destruição do país os tornam indiscutivelmente conectados. Quem lucrou com o arbítrio não pode agora fingir que não o conhecia.

A maioria dos ministros do STF também quer distância de Moraes: sua presença tornou-se insuportável até para os pares. 

Mas há medo. Medo do verdadeiro gabinete do ódio que ele montou, do aparato de dossiês e da estrutura paralela que operava dentro da Polícia Federal. Medo da organização criminosa causando risco inclusive à integridade física dos membros da Corte.

Moraes vai tentar uma falsa equivalência com os atos de André Mendonça. Não vai colar. Um age na estrita legalidade e faz justiça de verdade; o outro rasga o ordenamento jurídico para blindar os próprios crimes. Não há simetria entre quem investiga e quem é investigado.

Flávio Bolsonaro já pediu a abertura de todos os procedimentos: Master e INSS. E vai ganhar a eleição.

Resta a Lula tentar fechar a porta para Moraes e ao Tribunal suscitar um infame acordão.

Depois de todas as revelações, há pontos imperativos e inegociáveis:

1.Investigação, afastamento e perda do cargo de Alexandre de Moraes.

2.Anulação do inquérito das fake news, do inquérito das milícias digitais e de todos os seus troncos e desdobramentos.

3.Revisão criminal da farsa do golpe e anistia ampla, geral e irrestrita.

Na terça-feira, 15, o plenário se reúne para analisar o relatório da PF e a investigação contra o delinquente Moraes. É a hora da verdade para o STF.

O pior é constatar que o destino do Supremo repousa sobre o voto e a estatura moral de Fachin e Cármen Lúcia”.

O senador Flávio Bolsonaro, candidato à presidência, disse: 

“Hoje o Brasil testemunhou que a esquerda vai fazer o “diabo” para tentar tirar essa eleição da gente no tapetão. A má notícia para eles é que não vão conseguir. 

Com a direita unida, dá para varrer a esquerda já no primeiro turno! Bora ?!”

O jornalista Patrick Cohen apontou: “O fato de Moraes e Toffoli SEQUER COGITAREM renunciar ao cargo no STF mostra o buraco em que o Brasil está”.

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