O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, divulgou uma declaração sobre o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, no aniversário da data em que Maduro se declarou eleito apesar das provas de que a oposição havia obtido uma vitória esmagadora nas urnas. Na declaração, Rubio afirma que Maduro é o líder do Cartel de los Soles e declara: “Aqueles que roubam eleições e usam a força para se manter no poder minam os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos”.
Em pronunciamento ao vivo pelas redes sociais, o deputado federal Maurício Marcon avaliou os possíveis impactos das sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos e das potenciais ações ainda por vir. O deputado apontou: “veio uma situação que ninguém imaginava, que é o efeito Trump”.
O deputado apontou que a cassação dos vistos de ministros do Supremo Tribunal Federal, seus aliados e familiares surpreendeu os integrantes do regime: “eles nunca imaginaram que existiria o efeito Trump”. Marcon explicou que a cassação dos vistos não representa apenas a proibição de viajar para os Estados Unidos. Ele disse: “isso tem implicações que vão se acentuar”.
O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou, pelas redes sociais, que revogou o visto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e de pessoas próximas a ele, além de outros ministros da Corte. Rubio afirmou: “O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou claro que seu governo responsabilizará cidadãos estrangeiros que forem responsáveis por censurar a liberdade de expressão nos Estados Unidos. A perseguição política conduzida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Alexandre de Moraes, contra Jair Bolsonaro criou um complexo de perseguição e censura tão amplo que não apenas viola os direitos fundamentais dos brasileiros, como também ultrapassa as fronteiras do Brasil para atingir cidadãos americanos. Por isso, ordenei a revogação imediata dos vistos de Moraes, de seus aliados na Corte e de seus familiares diretos”.
O ex-presidente Jair Bolsonaro respondeu, em vídeo, à carta divulgada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que Trump manifesta solidariedade a Bolsonaro pela perseguição política que sofre, e alerta sobre o “regime ridículo de censura” do Brasil.
Bolsonaro apontou o absurdo da acusação de um suposto “golpe de estado”, explicando tratar-se de crime impossível. Ele disse: “estou sendo julgado por um ‘golpe de Estado’, dado no domingo, sem tropa, sem armas, com a minha presença nos Estados Unidos. Algo completamente incrível. Um crime inexistente”. O ex-presidente afirmou que o objetivo é eliminar a oposição ao regime, através de censura e perseguição aberta.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou, em sua rede social, uma carta aberta ao ex-presidente Jair Bolsonaro, na qual reconhece e lamenta a perseguição política no Brasil. Trump expõe ainda sua preocupação com os ataques à liberdade de expressão no Brasil, e reitera que as tarifas foram impostas ao Brasil por causa desses ataques, que afetam brasileiros e americanos. Trump conclui afirmando: “estarei monitorando de perto”.
Ouça a carta enviada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao ex-presidente Jair Bolsonaro:
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se pronunciou sobre a perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro, durante uma conversa com jornalistas nos jardins da Casa Branca. Questionado se ele tinha uma mensagem para os brasileiros, Trump perguntou sobre o andamento do julgamento de Bolsonaro e disse:
O subsecretário de Diplomacia Pública do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Darren Beattie, manifestou-se, em publicação nas redes sociais, sobre as sanções impostas ao Brasil em decorrência da perseguição política empreendida pelo regime de Lula e do Supremo Tribunal Federal. A publicação foi compartilhada pelo Escritório para o Hemisfério Ocidental e traz um duro alerta ao Brasil.
Darren Beattie afirmou:
“O presidente Trump enviou uma carta impondo consequências há muito esperadas à Suprema Corte de Moraes e ao governo Lula por seus ataques a Jair Bolsonaro, à liberdade de expressão e ao comércio americano. Tais ataques são uma vergonha e estão muito abaixo da dignidade das tradições democráticas do Brasil. As declarações do presidente Trump são claras. Estaremos observando atentamente”.
Em entrevista à TV Senado, o senador Eduardo Girão alertou sobre as consequências das medidas econômicas do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Brasil. O senador alertou: “Independentemente de qualquer movimentação mundial, nosso país vive uma permanente crise política, social, econômica e, sobretudo, moral, desde o início deste governo perdulário de Lula, que está alinhado — política e ideologicamente — até a medula com o STF ativista, que hoje manda e desmanda no Brasil”.
O senador afirmou: “a hora é de união e diálogo entre os diversos grupos políticos, com o objetivo de corrigir essa “tragédia anunciada”, fruto de desmandos e do desrespeito à Constituição, que nos levaram a essa situação dramática e que, infelizmente, pode prejudicar milhões de brasileiros”.
O senador Magno Malta, ao comentar a imposição de tarifas ao Brasil pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou o caráter de sanção das medidas, apontando que, na própria carta em que anunciou as tarifas, o presidente Trump destacou a perseguição política em curso no Brasil. O senador questionou: “vamos ver qual a narrativa vai ser criada pela diplomacia nanica do Brasil depois da carta de Donald Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, em pronunciamento pelas redes sociais, pediu ao presidente americano, Donald Trump, e ao Secretário de Estado, Marco Rubio, que apliquem as sanções previstas pela Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e a seus aliados no regime brasileiro.
Ao divulgar o vídeo, Eduardo Bolsonaro disse:
“Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez” (William Shakespeare)
Sei que muitos estão com medo. Sei que os desafios que se apresentam diante de nossa nação são imensos e perigosos. Sei que sacrifício e dor serão tributos cobrados no altar da liberdade, mas, também, sei que não são nos momentos fáceis ou de prazer que o caráter e a convicção de um homem são testados, mas sim naqueles momentos em que a vida propõe um desafio, em que o abismo está diante de nós, que devemos responder sem medo. Sei que a atmosfera de medo é característica de um Estado de Exceção, onde o regime totalitário avança impiedosamente sobre as vidas humanas. Mas faço um apelo aos meus irmãos, brasileiros, não sucumbam ao desespero. Lembrem-se:
Em pronunciamento pelas redes sociais, o jurista Ives Gandra da Silva Martins fez duras críticas ao governo Lula, pelos erros diplomáticos que levaram à imposição, pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de altas tarifas que devem ter um forte impacto negativo na economia brasileira. O jurista lembrou que a diplomacia brasileira tem um histórico elogiado, que foi abandonado nos governos petistas.
Ives Gandra Martins lembrou que Lula critica, de forma imotivada e constante, o presidente Trump, e apontou: “as críticas permanentes e inclusive a forma como muitas vezes se referiu e, por outro lado, a própria forma como certas plataformas foram condenadas no Brasil pela justiça brasileira, levaram a essa reação do presidente Trump”. O jurista ponderou que o protecionismo de Trump tem gerado críticas, mas comparou a reação brasileira com o governo argentino, onde o presidente Javier Milei conseguiu negociar condições favoráveis ao seu país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou com a velha imprensa antes de embarcar para o Texas, onde visitará famílias vítimas das enchentes-relâmpago que causaram devastação naquele estado. Trump foi questionado sobre as tarifas que está impondo a países ao redor do mundo e, especificamente, se pretendia falar com Lula. Trump respondeu: “talvez, em algum momento, eu fale com ele. No momento, não estou falando. Eles estão tratando o ex-presidente Bolsonaro de uma forma muito injusta. Ele é um homem bom. Eu o conheço bem. Eu negociei com ele. Ele era um negociador muito duro, e eu posso dizer que ele amava o povo brasileiro. Era um cara muito difícil de negociar, e eu não deveria gostar dele por ser muito duro nas negociações, mas ele também era muito honesto. Eu sei quem é honesto e quem é corrupto”.
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, há muito tempo, em especial pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, também o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, e ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como a Folha Política. Toda a receita de mais de 20 meses do nosso trabalho está bloqueada por ordem do TSE, com aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin.
O deputado federal Nikolas Ferreira, em vídeo divulgado pelas redes sociais, rebateu a ridícula narrativa da extrema-esquerda sobre a iniciativa do presidente americano, Donald Trump, de impor tarifas ao Brasil. Nikolas explicou como a própria carta afirma, muito explicitamente, os motivos para a imposição de tarifas, que incluem a perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a conservadores, bem como as práticas comerciais brasileiras.
Nikolas leu os trechos da carta que mostram expressamente que os Estados Unidos reconhecem que o governo Lula e o STF promovem a perseguição política a opositores e ameaçam a liberdade de expressão. O deputado apontou: “tudo isso, não sou eu, Bolsonaro, a direita que está falando; é a carta do Trump”.
O ex-presidente Jair M. Bolsonaro se manifestou sobre as tarifas impostas por Trump ao Brasil com uma citação bíblica, que ele costuma repetir: “Quando os justos governam, o povo se alegra. Mas quando os perversos estão no poder, o povo geme" – Provérbios 29:2
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro divulgou uma nota pública, que leu em vídeo, e disse: “Espero que desta vez as autoridades brasileiras tratem o assunto com a devida seriedade”.
O ex-diretor da inteligência americana, Mike Benz, apontou: “INCRÍVEL! Trump acabou de impor tarifas de 50% ao estado-censor de Lula no Brasil, citando especificamente as ordens de censura e multas insanas contra empresas americanas de redes sociais por permitirem a liberdade de expressão. Isso é Diplomacia da Liberdade de Expressão e defesa do comércio digital ao mesmo tempo. Bravo!”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou, em sua rede social, a cartinha que enviou a Lula, informando-o sobre a imposição de tarifas de 50% para o Brasil, além das tarifas já existentes. Ouça o texto:
Prezado Sr. Presidente:
Eu conheci e lidei com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o tinha em alta consideração, como também a maioria dos outros líderes de países. A forma como o Brasil vem tratando o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado no mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma desgraça internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma caça às bruxas que deveria ser encerrada IMEDIATAMENTE!
Da tribuna, o senador Marcos Rogério destacou a manifestação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e conservadores no Brasil. O senador leu trechos da manifestação do presidente Trump - que foi reiterada - e apontou o absurdo da resposta dada por Lula: “eu quero expressar aqui a minha perplexidade com a repercussão que foi dada à declaração do Presidente Trump pelo Presidente Lula e pelo PT no Brasil - repito: a repercussão que Lula e o PT deram à fala do Presidente norte-americano. Lula pediu que Trump não desse palpite sobre a nossa vida. Mas é justamente aí que mora o problema, a incoerência do discurso do atual Governo”.
Após a postagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a recomendação para “deixar Bolsonaro em paz”, parlamentares e cidadãos brasileiros foram às redes sociais para comentar a postagem e especular sobre possíveis ações a serem esperadas do presidente Trump.
Trump disse: “O Brasil está tratando de forma horrível o seu ex-presidente Jair Bolsonaro. Estou observando, juntamente com o mundo, como a única coisa que eles fazem é persegui-lo, dia após dia, noite após noite, mês após mês, ano após ano. Ele não é culpado de nada, a não ser de lutar pelo povo. Eu conheci Jair Bolsonaro, e ele era um líder forte que realmente amava seu país. Também era um forte negociador em termos comerciais. A eleição passada foi muito apertada e agora ele está à frente nas pesquisas. Isso é nada mais nada menos que um ataque a um opositor político - algo que eu conheço muito bem. Aconteceu comigo, dez vez mais; e agora o nosso país é o mais ‘quente’ do mundo. O grande povo brasileiro não vai tolerar o que estão fazendo com seu ex-presidente. Eu vou continuar observando, muito de perto, a caça às bruxas contra Jair Bolsonaro, sua família, e milhares de seus apoiadores. O único julgamento que deveria estar ocorrendo é o julgamento feito pelos eleitores - chama-se ‘eleição’. DEIXEM BOLSONARO EM PAZ!”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou-se, em sua rede social, sobre a perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, e deu uma forte sugestão, dizendo: “deixem Bolsonaro em paz”. Trump disse: “O Brasil está tratando de forma horrível o seu ex-presidente Jair Bolsonaro. Estou observando, juntamente com o mundo, como a única coisa que eles fazem é persegui-lo, dia após dia, noite após noite, mês após mês, ano após ano. Ele não é culpado de nada, a não ser de lutar pelo povo. Eu conheci Jair Bolsonaro, e ele era um líder forte que realmente amava seu país. Também era um forte negociador em termos comerciais. A eleição passada foi muito apertada e agora ele está à frente nas pesquisas. Isso é nada mais nada menos que um ataque a um opositor político - algo que eu conheço muito bem. Aconteceu comigo, dez vez mais; e agora o nosso país é o mais ‘quente’ do mundo. O grande povo brasileiro não vai tolerar o que estão fazendo com seu ex-presidente. Eu vou continuar observando, muito de perto, a caça às bruxas contra Jair Bolsonaro, sua família, e milhares de seus apoiadores. O único julgamento que deveria estar ocorrendo é o julgamento feito pelos eleitores - chama-se ‘eleição’. DEIXEM BOLSONARO EM PAZ!”
Da tribuna, o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, protestou contra o posicionamento de Lula, que se opôs até mesmo à criação do Dia da Amizade Brasil-Israel, por seu alinhamento com as piores ditaduras do planeta. O senador lembrou que Israel é uma democracia.
Flávio Bolsonaro apontou: “neste momento em que está conflagrada uma guerra, se Deus quiser, na iminência de terminar de fato, entre Israel e grupos terroristas daquela região, justamente no momento em que o Presidente é Lula, mais uma vez o povo tem a oportunidade de saber de que lado ele está. Se, deliberadamente, ele não sanciona uma lei simples como essa, um gesto diplomático, um gesto humanitário, inclusive neste momento, é porque ele escolheu o lado errado”.
Durante o voo para a reunião da OTAN, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi questionado sobre o risco de ativação de células terroristas nos Estados Unidos após a destruição das instalações nucleares do Irã. Trump disse: “Biden deixou muitas células dessas entrarem. Biden foi um presidente incompetente, que não tinha ideia do que ele estava fazendo. Ele mal assinava documentos; eram outras pessoas que assinavam documentos por ele, com uma caneta automática (...). Ele permitiu a entrada de muitas células terroristas, muitas do Irã. Mas, esperamos, vamos cuidar delas. O que Biden fez para este país nunca deve ser esquecido”.