O ex-ministro de Minas e Energia, do governo Bolsonaro, Adolfo Sachsida, explicou, em vídeo divulgado pelas redes sociais, como evitar as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, ao Brasil, que começarão a ser cobradas a partir de 1º de agosto. Sachsida alertou: “É o momento dos grandes estadistas aparecerem”.
O senador Cleitinho, pelas redes sociais, alertou sobre o risco embutido no projeto de lei que tramita no Senado e que visa criar uma moeda digital controlada pelo Banco Central, o Drex. O senador apontou: “vocês estão vendo toda essa polêmica, da questão da Receita Federal monitorar e controlar tudo do pix e do cartão? Vocês acham que não pode piorar? Pode piorar. Olha só o que está no Senado agora para 2025: ‘Senado trabalha para viabilizar a moeda digital brasileira’”. O senador explicou: “É uma moeda 100% digital que vai registrar e rastrear todas as transações de vocês”.
Cleitinho prosseguiu: “e vocês acham que não pode piorar? Pode piorar mais. Agora tem isso, que está lá na Câmara dos Deputados”. Ele explicou que há um projeto de um deputado petista para proibir o uso de dinheiro em espécie e afirmou: “querem deixar 100% digital para poder controlar tudo de vocês”.
Ao anunciar a revogação temporária da instrução normativa da Receita Federal que instituía o monitoramento das operações financeiras dos brasileiros, o secretário da Receita Federal, Robson Barreirinhas, repetiu as narrativas que vinham sendo divulgadas pelo governo Lula, com o apoio da velha imprensa alinhada, culpando supostas “fake news” pela indignação popular causada por seus atos. O ministro de Lula, Fernando Haddad, seguiu na mesma linha, causando manifestações de cidadãos sobre o modus operandi da extrema-esquerda.
O anúncio de que o governo Lula pretende monitorar as transações financeiras dos cidadãos, quebrando, na prática, o sigilo bancário de qualquer pessoa que movimente 5 mil reais em um mês, gerou intensa polêmica, que se potencializou ainda mais com o esforço do governo de atacar os críticos, acusando-os de “fake news” e respondendo a alegações que não foram feitas, como a de que o governo já teria criado um imposto sobre o pix, em uma tentativa de desviar a atenção e criar pretextos para impor ainda mais controle sobre os cidadãos.
O senador Magno Malta, pelas redes sociais, explicou as intenções por trás do programa de monitoramento dos cidadãos implementado pela Receita Federal de Lula, mostrando que os cidadãos que fazem “bicos” para aumentar a renda serão diretamente afetados. Magno Malta disse: “A situação econômica do nosso país já é difícil para muitos e pode se tornar ainda mais complicada, especialmente para os trabalhadores informais que utilizam o Pix como meio de recebimento. Isso ocorre porque, com a nova regra que prevê o monitoramento pela Receita Federal de transações superiores a R$ 5 mil, inúmeros trabalhadores poderão ser solicitados a prestar esclarecimentos, gerando incertezas e possíveis complicações. Preocupado com o impacto dessa medida na vida dos brasileiros, especialmente dos mais indefesos, apresentei hoje uma proposição para sustar essa regulamentação. Meu objetivo é proteger os trabalhadores informais e garantir que o Pix continue sendo uma ferramenta acessível a todos”.
O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança propôs um Projeto de Decreto Legislativo para sustar a Instrução Normativa da Receita Federal que quebra o sigilo bancário dos brasileiros e institui um monitoramento de transações financeiras. O deputado afirmou: “Estou propondo um projeto para suspender a Instrução Normativa que obriga a Receita Federal a monitorar transações acima de R$ 5 mil. Essa medida, que afeta microempreendedores e trabalhadores informais, traz burocracia desnecessária e desestimula o uso de meios de pagamento digitais. Eu defendo que precisamos proteger quem depende da economia digital e não permitir que o controle excessivo penalize os mais vulneráveis. Menos burocracia, mais liberdade para quem trabalha e gera oportunidades”.
O senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, se pronunciou, pelas redes sociais, sobre a iniciativa da Receita Federal de quebrar o sigilo de todos os brasileiros que movimentarem mais de 5 mil reais em um dado mês. O senador disse: “Só se fala em monitoramento do Pix, e o governo insiste em dizer que é fake news. Mas nós sabemos o que está por trás de tudo isso! Atenção, trabalhador informal: o governo Lula está de olho no seu dinheiro, e, se depender deles, as coisas vão ficar ainda mais difíceis para você. Já tomei as medidas cabíveis para revogar essa medida absurda de Lula!”.
O senador General Hamilton Mourão, da tribuna, se manifestou sobre a prisão política do general Walter Braga Netto, expondo o esgarçamento do Estado de Direito no Brasil. O senador apontou: “Um controle institucional de crucial importância sobre os atores políticos e econômicos é o Estado de Direito. É inconcebível que a democracia ou o capitalismo funcionem sem um sistema de justiça eficaz, em que as regras concebidas pelo Legislativo possam vigorar, em que os direitos dos cidadãos possam ser defendidos, e em que as disputas entre cidadãos ou entidades corporativas possam ser resolvidas de maneira pacífica e racional”.
O desembargador aposentado Sebastião Coelho, que atua na defesa dos presos e perseguidos políticos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, se manifestou sobre a prisão arbitrária do general Walter Braga Netto, que foi ministro no governo Bolsonaro e candidato à vice-presidência na chapa de Jair Bolsonaro. O desembargador afirmou: “essa prisão é um arbítrio do sistema político-judicial. Isso não é uma decisão judicial”.
Sebastião Coelho explicou que a decisão, de caráter político, tem dois objetivos: minar o moral das forças armadas e mandar um recado para a sociedade civil, para intimidar os cidadãos. O desembargador disse: “É um processo claro de intimidação que está vigente em nosso país há muito tempo, mais acentuado desde março de 2019, com o inquérito das fake news, que foi prorrogado novamente por mais seis meses”.
O desembargador aposentado Sebastião Coelho, que atua na defesa de presos e perseguidos políticos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, palestrou durante um evento do Novo do Distrito Federal, quando alertou sobre a urgência de se enfrentar a ditadura e restaurar a democracia no Brasil. Sebastião Coelho disse: “Nós temos um país para salvar. E nós temos o país para salvar hoje das garras do Supremo Tribunal Federal. Nós não vivemos em uma democracia. Nós vivemos um estado de exceção, que tem o protagonismo do Supremo Tribunal Federal, que não deveria ter. O protagonismo tem que ser daqueles que são eleitos pelo povo”.
O deputado Pastor Marco Feliciano se pronunciou durante audiência pública na Câmara dos Deputados que tratava sobre os inquéritos políticos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal. O deputado iniciou lembrando que a perseguição política aos conservadores no Brasil já tinha se iniciado antes dos inquéritos, lembrando os processos que sofreu e como sua imunidade parlamentar foi desconsiderada. O deputado lembrou que foi condenado por reproduzir uma nota da velha imprensa nas redes sociais e comentou: “por uma nota que eu fiz no Twitter, por uma nota que eu peguei da imprensa. Eu apenas a reproduzi e eu fui condenado. Vivemos num estado de exceção”. Feliciano apontou: “O Estado brasileiro está aparelhado, e só não vê quem não quer”.
Pastor Marco Feliciano ponderou: “a Esquerda criou a ciência política; a Direita, não. Nós não temos Direita no Brasil. Nós temos direitistas. Nós temos alguns pensadores de Direita. Nós não temos uma ciência, nós não temos intelectuais que nos ensinem ou que nos agrupem. Nós não temos uma universidade de pensamento de Direita no País (...) nós não temos uma Direita plena no Brasil, e precisaríamos ter”.
O jornal O Estado de São Paulo, que já teve grande credibilidade no passado, publicou um editorial com duras críticas ao comportamento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O texto aponta que Moraes se apressou em chamar para si a investigação até mesmo de um incidente com fogos de artifício, dizendo: “Para surpresa de rigorosamente ninguém, bastaram poucas horas após as explosões na Praça dos Três Poderes para um incontido ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estufar o peito e ostentar as suas credenciais de plenipotenciário guarda-costas da democracia no País. Moraes apressou-se em vincular fatos, associar o homem-bo**** ao 8 de Janeiro e, sobretudo, pontificar contra uma eventual anistia aos golpistas. Ademais, arvorou-se em analista político e, como se tudo isso não bastasse, instrumentalizou sua cadeira de ministro do STF para vender a ideia de que seria o juiz universal da defesa do Estado Democrático de Direito no Brasil. A sociedade já testemunhou uma história muitíssimo parecida e sabe muito bem como isso termina”.
Durante transmissão ao vivo do deputado Tenente-Coronel Zucco, ao comentar a repercussão, na velha imprensa, da eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, o deputado estadual Gustavo Victorino ironizou as reações de jornalistas militantes que choramingavam e disse: “a sensação que a gente tem é de que o mundo está acordando de um porre. Porque, cá entre nós, o pensamento de esquerda é um porre. O sujeito que acredita que a esquerda tem algum componente social é de uma burrice, uma imbecilidade mastodôntica”.
O embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores, durante transmissão no canal Ernesto Araújo em parceria com o canal PHVox, analisou o significado e as implicações da vitória de Donald Trump nos Estados Unidos. O diplomata apontou: “é bom para o mundo, e bom para nós, brasileiros”. O embaixador ponderou que houve uma disputa de virtudes e maldades, e comparou com a eleição de 2020, quando Trump foi derrotado.
A deputada Júlia Zanatta fez um pronunciamento ao vivo para comentar as propostas do governo Lula para a segurança pública, explicando por que a proposta é negativa para os cidadãos e deve ser rechaçada pelo Congresso Nacional. A deputada lembrou: “o PT não é modelo de segurança pública em nenhum lugar. É como o socialismo. O PT e a esquerda costumam fazer experimentos sociais na segurança pública”. A deputada disse: “eles fazem experimento em tudo, mas o pior lugar para fazer experimento é na segurança pública”.
Zanatta mostrou que vários governadores já se manifestaram de forma contrária à PEC de Lula, apontando que a proposta retira autonomia dos estados. Ela disse: “o governo Lula quer centralizar tudo. Ele quer deixar mais poder e mais dinheiro em Brasília. Para quê?”.
O embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores, explicou, durante pronunciamento ao vivo, a crise do sistema representativo em todo o mundo e como as estratégias marxistas adotadas pela esquerda explicam a ascensão de totalitarismos pelo mundo e, no Brasil, a ‘tomada de poder’ pelo Supremo Tribunal Federal.
O diplomata expôs que, em todos os países, as pessoas se sentem cada vez menos representadas pelos grupos que estão no poder. Ele explicou: “Por alguma razão, dentro dos países, existe toda uma série de mecanismos extra- ou para-constitucionais para diminuir o alcance ou até mesmo criminalizar os grupos políticos que, de alguma maneira, queiram a retrocessão do poder ao povo”.
Durante transmissão do programa Código-Fonte, o embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores, expôs as influências externas que estão agindo para a erosão da democracia e do estado de direito no Brasil. Ele apontou: “a gente vê a democracia brasileira sendo destruída de dentro (...) Agora, temos que ver as influências externas. A China, um país totalitário, tem um projeto hegemônico no mundo. E desse projeto hegemônico faz parte o seguinte: enfraquecer - no fundo, destruir - o sistema democrático representativo nos países democráticos do Ocidente”.
O diplomata expôs que a China vem expandindo sua atuação pelo mundo, aliando-se a países que aceitam se transformar em “chininhas”, reproduzindo os mecanismos de controle totalitário. Araújo apontou: “o Brasil é muito fácil, porque a elite política brasileira é talvez a menos patriótica do mundo, a menos ligada a qualquer tipo de valores nacionais no mundo, talvez a mais inculta do mundo. Isso conta. A elite política brasileira é a mais covarde do mundo, e é a mais corrupta do mundo. (...) A China entendeu isso e entrou nisso aí. Então a elite política brasileira já está pega pelo bolso”.
O embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores, explicou, durante transmissão ao vivo do programa Código-Fonte, as estratégias do eixo totalitário mundial envolvidas na fraude da Venezuela, mostrando o papel da extrema-esquerda brasileira na validação da fraude eleitoral perpetrada pelo ditador Nicolás Maduro.
O diplomata descreveu a perseguição política e a repressão que estão ocorrendo na Venezuela e expôs: “Isso é o retrato do multipolarismo que Putin quer: o multipolarismo, na verdade, é um mundo onde China e Rússia têm a capacidade de defender e sustentar seus aliados em qualquer lugar do mundo, e onde os Estados Unidos não têm a capacidade de preservar a democracia nem mesmo dentro dos EUA, muito menos ajudar países democráticos fora”.
Durante transmissão do programa Código-Fonte, o embaixador Ernesto Araújom ex-ministro de Relações Exteriores, expôs como o ditador da Rússia, Vladimir Putin, está atuando para ajudar o ditador da Venezuela a se manter no poder, juntamente com outros ditadores, através da disseminação de propaganda, do envio de forças armadas para a repressão do povo, e de mobilizações no âmbito das relações internacionais.
O diplomata explicou que existe um esforço para impor uma narrativa de que a democracia é uma peculiaridade dos Estados Unidos e que, por isso, quando outros países querem agir em defesa da democracia, estariam agindo como “capachos” daquele país. Araújo ironizou: “Democracia não é coca-cola. No entanto, toda a propaganda russa, em conjunto com a propaganda chinesa (...) essa propaganda totalitária, ela faz algumas pessoas acreditarem que democracia, liberdade, justiça, verdade, tudo isso é como se fosse coca-cola, um produto estranho que invade outras culturas e que no máximo está bem lá, na cultura de origem, mas não teria lugar nas outras”.
O ex-deputado estadual Homero Marchese se manifestou, pelas redes sociais, sobre a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal, que cassou uma decisão de um juiz de primeira instância e mandou o Conselho Nacional de Justiça investigar o juiz por ter reconhecido que um erro do ministro havia causado um dano ao ex-deputado.
No caso em questão, Homero Marchese, em pleno exercício do mandato parlamentar, foi censurado pelo ministro Alexandre de Moraes, sem qualquer notificação sobre a decisão ou possibilidade de se defender. Marchese processou a União pela demora em restabelecer suas redes e o juiz reconheceu seu direito à indenização por erro cometido pelo ministro Alexandre de Moraes. O ministro, aplicando o tipo de direito que lhe é peculiar, cassou a sentença proferida pelo juiz e mandou investigar o magistrado para “providências cabíveis”.