O presidente dos EUA, Donald Trump, se pronunciou, pelas redes sociais, sobre a atual situação da guerra do Irã, os prováveis desdobramentos, e outros temas de política nacional e internacional.
O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, se pronunciou e respondeu a perguntas da velha imprensa ao assinar um Memorando de Entendimento com o vice-presidente do Paraguai. Rubio falou sobre a transição para democracia na Venezuela, alertando: “há muito trabalho a ser feito para preparar o terreno para uma eleição. Como eu disse, é preciso ter liberdade de imprensa. É preciso ter participação multipartidária. É preciso ter reconciliação nacional, e então é preciso ter uma comissão eleitoral que vá contar os votos com precisão. Então isso precisa acontecer, e é um trabalho em andamento. Mas, repito, já se passaram cerca de seis meses desde que Maduro foi removido, e há muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, em termos econômicos e assim por diante. Então, acho que estamos avançando em duas frentes. Queremos melhorar a vida cotidiana, ajudar a melhorar a vida cotidiana dos venezuelanos economicamente, para que estejam melhor, mais prósperos. Acho que isso também ajuda a facilitar a transição política. E também é preciso ter um processo em que cada elemento da sociedade política venezuelana tenha um papel a desempenhar — não só na construção das eleições, mas na construção do governo, do futuro do país”.
Em seu último pronunciamento antes da posse, marcada para o dia 7, o presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, reagiu à ofensiva do presidente Gustavo Petro, rebateu narrativas sobre a nova sede de governo e reafirmou seu compromisso de combater o narcoterrorismo e descentralizar o governo para atender ao povo. Espriella apontou que o questionamento do resultado das urnas, feito por Gustavo Petro, é inédito na história da Colômbia e desafia a vontade soberana do povo expressa nas urnas. Espriella disse: “a tal ‘desobediência civil’ não é nada mais do que um eufemismo para tentar desestabilizar a democracia, e não vou permitir isso. Nesse mês e meio de trabalho duro junto com a maravilhosa equipe que estou formando, me dediquei a trabalhar em várias frentes para recuperar alguma coisa dos quatro anos desastrosos do país nas mãos de Petro”. Espriella afirmou: “vamos recuperar a soberania e proteger os cidadãos do crime e do narcoterrorismo, fenômenos criminosos que se fortaleceram com a cumplicidade do governo que está de saída e do atual presidente”. Abelardo de la Espriella apontou que a simples perspectiva da saída de Petro já tem efeitos positivos na economia e disse: “a confiança que a eleição do tigre trouxe à economia é uma bênção em meio ao desastre deixado por Petro e sua quadrilha”. Espriella rebateu as narrativas de que estaria construindo uma ‘Casa Branca no Caribe’, explicando que o prédio escolhido para sede do governo já existia e foi construído no estilo neoclássico, e que está sendo reformado com recursos privados para oferecer as condições de uso pelo governo. Ele afirmou: “não será, como tentaram apresentar, um símbolo de privilégio. Será um símbolo da descentralização de que a Colômbia precisa, um símbolo de autoridade e de presença institucional. Porque eu assumi um compromisso com a Colômbia, de governar a partir das regiões e romper com o centralismo que, por décadas, manteve o Estado afastado de milhões de cidadãos. (...) Não estou construindo um novo palácio; estou edificando uma nova forma de governar a Colômbia, mais próxima do povo, mais próxima das regiões e mais próxima de onde se tomam as decisões que garantem a segurança e o futuro da pátria”.
O presidente dos EUA, Donald Trump, recebeu os Dodgers, o time de baseball bicampeão mundial. Trump parabenizou os jogadores, relembrando a temporada e brincando que, se soubesse muito sobre o time, seria uma indicação de que ele próprio não estaria fazendo bem o seu trabalho. Ele disse: “não acompanhei, pois estava um pouco ocupado com o Irã”. Trump elogiou a equipe, ressaltando a importância da gerência, e disse: “sorte é importante, mas quando há muito talento, costumam ter mais sorte”.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, discursou durante uma parada de navios no porto de Nova York, com navios da marinha americana e também de países aliados, em comemoração aos 250 anos da independência americana. Vance apresentou uma reflexão sobre as palavras da declaração da Independência, lembrando que elas foram lidas pelo general George Washington aos soldados que lutariam a guerra da independência. Vance disse: “Não foi surpresa que, quando os soldados de Washington ouviram a declaração pela primeira vez, há 250 anos, eles entenderam precisamente o que ela significava. Compreenderam o significado que foi transmitido. Foi um evento sísmico, mas era um direito de nascença deles como cidadãos desta nova república. As palavras podem ter sido novas, mas expressavam um sentimento — algo que já vivia no coração de cada patriota americano. E acredito que essas palavras ainda vivem no coração de cada patriota americano hoje”. Vance apontou que foi a noção de direitos dados por Deus que permitiu a construção da potência americana. Vance também alertou: “estamos comemorando, mas vocês ouvirão algumas vozes pequenas, porém altas, hoje, falando obsessivamente não sobre nossa grandeza nacional, mas sobre nossas imperfeições nacionais. (...) Falarão dos pecados da América com a raiva e o zelo de um pregador apocalíptico, mas sem nada da graça ou do perdão que devem estar presentes na fé cristã. Essas pessoas não entendem a essência da América — de Thomas Jefferson a Henry Kaiser. Não entendem que todos nós temos momentos de grande poder, apesar dessas imperfeições muito reais. Que existem vítimas e heróis dentro de cada um de nós — dos líderes e construtores mais ambiciosos aos soldadores de aço como meu avô, pessoas que tiveram seu próprio papel a desempenhar na transformação deste deserto perigoso na civilização mais orgulhosa da história”. Vance pediu aos cidadãos que rejeitem essas vozes: “Nossa história é a de um povo que construiu uma grande civilização em meio à natureza selvagem. Rejeitem a visão da sua nação que enxerga apenas seus pecados, mas não sua graça e sua grandeza. Tudo o que fizemos, tudo o que fizemos como país, fizemos juntos. Não como cidadãos divididos uns contra os outros, mas como um povo comum trabalhando em direção a um futuro comum. Quando conquistamos nossa independência, fomos liderados pelo General Washington rumo à liberdade e à grandeza. Mas marchando à frente deles estavam milhares de jovens de toda a nova nação, que deram ao gênio militar de Washington sua base e seu poder de fogo. Quando salvamos o mundo da tirania na Segunda Guerra Mundial, no século XX, é claro que precisamos de grande liderança militar e genialidade tática de nossos generais — mas também precisamos de Rosie, a Rebitadeira: garotas do campo de Iowa que construíram as máquinas de guerra e os namorados que enviaram para o outro lado do mundo para invadir as praias da Normandia. Quando fomos à Lua, é claro que nossos grandes astronautas pilotaram os foguetes e nossos grandes homens da ciência e da engenharia os construíram. Mas também havia funcionários, zeladores e soldadores como meu avô, cada um desempenhando seu papel singular e americano.
O presidente dos EUA, Donald Trump, fez um emocionante discurso na véspera do aniversário de 250 anos da Independência americana, em frente ao monte Rushmore, onde estão esculpidos os rostos de quatro presidentes americanos. Trump lembrou os valores que fundaram a grandeza americana e mantiveram o país livre ao longo de 250 anos, e fez um duro alerta sobre as ameaças do presente. Trump disse: “à medida que nos aproximamos deste magnífico aniversário, vemos nossa identidade americana sob um novo ataque — uma geração depois de termos lutado e vencido a Guerra Fria contra a ameaça do comunismo. Agora há um ressurgimento da ameaça comunista em nossa terra, inclusive por parte de recém-chegados ao nosso país que abraçam ideias totalmente opostas ao nosso modo de vida e ao nosso grande sucesso. (...) O comunismo é uma ameaça mortal à liberdade americana. É a maior ameaça ao nosso país — incluindo a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial, Pearl Harbor ou mesmo o 11 de setembro. Não vamos deixar isso acontecer conosco. Podem acreditar, não vamos deixar. Porque o comunismo é o inimigo dos povos livres em todo o mundo, em todo o mundo. Nunca funciona. É o inimigo da Constituição. Acima de tudo, é o inimigo do 4 de julho de 1776. É o inimigo, de fato”.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, fez um discurso a militares, às vésperas da comemoração de 250 anos da independência dos Estados Unidos, e apontou a diferença do governo Trump, comparado aos seus antecessores, na relação com as Forças Armadas americanas. Vance disse: “parte da razão pela qual nós, na liderança política, conseguimos fazer o que fazemos é porque, no mundo todo — bandidos e mocinhos, amigos e inimigos, aliados e adversários — têm medo de vocês. Eles sabem que, se pedirmos, vocês vão lá e tornam o impossível possível. Eles sabem que, quando exigimos que um bandido faça algo e ele diz não, vocês são os que vão fazer cumprir essa exigência. E isso é algo incrível. E é por isso que temos a grande nação que temos hoje”. Vance afirmou: “uma das coisas que aprendi no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, onde servi de 2003 a 2007, é que às vezes tínhamos líderes que pediam que todos nós fôssemos para a guerra, mas não nos davam uma missão clara sobre o que faríamos depois. E uma das razões pelas quais tenho mais orgulho do que o presidente dos Estados Unidos fez nestes últimos 18 meses é porque, quando ele pediu que vocês fossem à guerra, ele lhes deu uma missão definida. Pediu que vocês fossem e a cumprissem. E, mais importante ainda, deu a vocês as ferramentas para dar uma surra no inimigo e voltar para casa em segurança. É isso que vocês devem esperar de mim, do nosso grande Secretário da Guerra e do Presidente dos Estados Unidos. Vocês vestiram o uniforme. Fizeram um sacrifício, em última análise, em benefício desta nação. Mas o que vocês devem exigir em troca é que, quando pedirmos que façam algo, digamos exatamente o que queremos que realizem. Foi isso que esta administração prometeu, e foi isso que esta administração cumpriu”.