O ex-ministro de Minas e Energia, do governo Bolsonaro, Adolfo Sachsida, explicou, em vídeo divulgado pelas redes sociais, como evitar as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, ao Brasil, que começarão a ser cobradas a partir de 1º de agosto. Sachsida alertou: “É o momento dos grandes estadistas aparecerem”.
O deputado federal Marcel Van Hattem, da tribuna, reagiu à decisão do ministro Alexandre de Moraes, que ignorou a decisão do Congresso Nacional e restabeleceu decreto de Lula que aumentou o IOF. Van Hattem afirmou: “a Casa ainda não foi intimada da decisão de um Ministro que se acha um imperador, pois agora anula a decisão do Congresso Nacional — Câmara e Senado — a respeito do IOF, e restabelece aquilo que o Governo Lula tinha definido, extrapolando o seu poder de regulamentar”.
Em pronunciamento pelas redes sociais, o jurista Ives Gandra da Silva Martins fez duras críticas ao governo Lula, pelos erros diplomáticos que levaram à imposição, pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de altas tarifas que devem ter um forte impacto negativo na economia brasileira. O jurista lembrou que a diplomacia brasileira tem um histórico elogiado, que foi abandonado nos governos petistas.
Ives Gandra Martins lembrou que Lula critica, de forma imotivada e constante, o presidente Trump, e apontou: “as críticas permanentes e inclusive a forma como muitas vezes se referiu e, por outro lado, a própria forma como certas plataformas foram condenadas no Brasil pela justiça brasileira, levaram a essa reação do presidente Trump”. O jurista ponderou que o protecionismo de Trump tem gerado críticas, mas comparou a reação brasileira com o governo argentino, onde o presidente Javier Milei conseguiu negociar condições favoráveis ao seu país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou com a velha imprensa antes de embarcar para o Texas, onde visitará famílias vítimas das enchentes-relâmpago que causaram devastação naquele estado. Trump foi questionado sobre as tarifas que está impondo a países ao redor do mundo e, especificamente, se pretendia falar com Lula. Trump respondeu: “talvez, em algum momento, eu fale com ele. No momento, não estou falando. Eles estão tratando o ex-presidente Bolsonaro de uma forma muito injusta. Ele é um homem bom. Eu o conheço bem. Eu negociei com ele. Ele era um negociador muito duro, e eu posso dizer que ele amava o povo brasileiro. Era um cara muito difícil de negociar, e eu não deveria gostar dele por ser muito duro nas negociações, mas ele também era muito honesto. Eu sei quem é honesto e quem é corrupto”.
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, há muito tempo, em especial pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, também o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, e ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como a Folha Política. Toda a receita de mais de 20 meses do nosso trabalho está bloqueada por ordem do TSE, com aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou, em sua rede social, a cartinha que enviou a Lula, informando-o sobre a imposição de tarifas de 50% para o Brasil, além das tarifas já existentes. Ouça o texto:
Prezado Sr. Presidente:
Eu conheci e lidei com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o tinha em alta consideração, como também a maioria dos outros líderes de países. A forma como o Brasil vem tratando o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado no mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma desgraça internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma caça às bruxas que deveria ser encerrada IMEDIATAMENTE!
Ao longo do dia, parlamentares comentaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de atropelar o Congresso Nacional e convocar uma “audiência de conciliação” para determinar o que os outros Poderes devem fazer.
O senador Marcio Bittar disse:
“O STF não tem um voto sequer. Nenhum deles passou pelas urnas. Nenhum representa o povo brasileiro. E mesmo assim, estão mandando mais do que o presidente, mais do que os deputados, mais do que os senadores.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu tanto a decisão do Congresso quanto os atos do governo em relação ao aumento do IOF, gerando intensa polêmica em relação aos poderes que o Supremo Tribunal Federal se auto-atribui.
O deputado Carlos Jordy apontou: “Moraes suspende os atos do Governo e da Câmara envolvendo o IOF e convoca audiência de conciliação. É o joãzinho dono da bola: se ele não jogar, ninguém joga, e ainda define as regras do jogo”.
Durante sessão do plenário do Senado, o senador Rogério Marinho causou um intenso debate ao questionar as políticas do governo Lula e enfatizar o direito do Congresso de agir para limitar os abusos que vêm sendo cometidos. O senador disse: “Quero começar dizendo que a direita tem cara, a direita tem nitidez. E, para aqueles que estão nos ouvindo agora, a direita defende, por exemplo, o livre mercado, ao contrário da esquerda, que intervém de maneira absolutamente atabalhoada na economia e gera o que nós estamos assistindo de compadres e de apaniguados políticos ocupando cargos públicos sem nenhuma capacidade de fazê-lo, gerando a corrupção, o prejuízo, o desvio do recurso público. Então, nós, ao contrário, defendemos que haja uma profissionalização dessa gestão. A direita defende a desregulamentação e a desburocratização da máquina pública. Nós entendemos que o excesso da burocracia, na verdade, gera a dificuldade, para se vender a facilidade. É muito comum se encontrarem determinados burocratas que, por trás de um carimbo, na verdade extorquem o cidadão comum, e a direita defende a desburocratização e a desregulamentação. Nós defendemos, por exemplo, o direito à propriedade privada, e a esquerda, infelizmente, defende - de uma forma, eu diria, quase que unânime - o ataque à propriedade privada, através, por exemplo, do MST, da invasão das propriedades, com uma suposta justiça social, ao arrepio da legislação. Nós defendemos, a direita, a liberdade econômica, o direito de empreender, que está sintonizado com o que pensa a maioria da sociedade brasileira, que não quer ser celetista, que não quer se integrar num sistema arcaico, bizarro, que é oriundo do fascismo de Benito Mussolini, com a célebre Carta del Lavoro, defendida com unhas e dentes pela república sindical do Partido dos Trabalhadores.A direita defende o Estado necessário, um Estado que serve à população, que não é um Estado leviatã, hipertrofiado, cheio de apaniguados, como é o caso hoje do Partido dos Trabalhadores, que transformou 23 ministérios em quase 40. Falta só um para a gente ter a célebre frase: falta só um para os 40. Tem 39! E eu desafio aqui alguém a dizer o nome de 20 que não sejam os Líderes do Governo. Então, nós defendemos o contrário: um Estado que serve à população e não se serve da população”.
O senador Marcos Rogério, da tribuna, rebateu as narrativas do ministro de Lula, Fernando Haddad, mostrando que todo o governo Lula se apoia em narrativas e ignora os fatos da realidade que afeta os cidadãos brasileiros. O senador disse: “Nós estamos vendo o Governo fazer movimentos e mais movimentos para tentar justificar o injustificável. Então, eu subo à tribuna, no dia de hoje, com a responsabilidade de dar voz a um sentimento de indignação que ecoa por todo o Brasil, que não aguenta mais, que não suporta mais tanto imposto, tanta taxa, aumentando o custo Brasil, tornando a vida do brasileiro uma vida de mais sacrifício, pagando mais imposto para que o Governo gaste mais, à revelia da responsabilidade fiscal - e aí estão os indicadores cada vez piores no Brasil. Mais uma vez, o Governo Federal escolhe o caminho mais fácil e o mais injusto: aumento de impostos”.
Um grande grupo de deputados do Partido Liberal, liderados pelo deputado Sóstenes Cavalcante, subiu à tribuna para rebater o ministro de Lula, Fernando Haddad, e para se posicionarem contra mais aumentos de impostos propostos pelo ministro. O deputado Sóstenes iniciou rebatendo as absurdas declarações do ministro, que disse que não era possível um vídeo do deputado Nikolas Ferreira ter mais de 300 milhões de visualizações, segundo ele, porque não haveria 300 milhões de falantes de português no mundo.
Sóstenes apontou: “o ministro é analógico, porque ele não sabe que ‘views’ não é igual a pessoas. Ele não sabe nem que ‘views’ significa visualização. O Haddad é, literalmente, um analógico. Não tem condições de ser ministro da Economia. (...) O Haddad também não sabe somar. Porque é burro”.
O senador Magno Malta criticou duramente a declaração do ministro de Lula, Fernando Haddad, que disse que desacreditar políticas ou instituições públicas seria crime. Magno Malta questionou: “Que crime?”. O senador disse: “Especifica o crime, Haddad! Quando eu digo que não acredito na sua maneira ou na sua condução da economia do Brasil, eu estou cometendo um crime? Não, eu só estou falando a verdade. Quando eu não acredito nas atitudes e comportamentos do Supremo Tribunal Federal, eu estou cometendo um crime? Não, eu só estou falando a verdade. Quando eu discordo de alguém que raciocina algo de que eu não tenho crença, mas ele é um chefe de poder. ou ele é um ministro, da sua qualidade, eu cometo, então, um crime por desacreditar?”.
O deputado Pastor Marco Feliciano, pelas redes sociais, fez chacota do ministro de Lula, Fernando Haddad, que jogou a culpa pelos atos do próprio governo no ex-presidente Jair Bolsonaro e chegou a recriminar a velha imprensa alinhada com o regime, sem, no entanto, reconhecer a culpa do próprio governo pelos problemas que cria. O deputado apontou: “é incrível como o governo Lula e os seus ministros parecem viver num mundo paralelo”.
O deputado mostrou trecho de entrevista de Haddad à velha imprensa, em que o ministro culpou os próprios jornalistas alinhados com o regime. Feliciano disse: “ele ficou visivelmente constrangido. Não conseguiu dar uma resposta objetiva à jornalista. E o que ele fez? Simples, jogou a culpa na imprensa. Sim, mas é a mesma imprensa que protege o Lula e o PT. E agora ela também se torna a vilã, culpada, por não conseguir informar a população ‘corretamente’”.
O senador Magno Malta se solidarizou, pelas redes sociais, com os parlamentares que já estão sendo perseguidos por falar a verdade sobre a medida da Receita Federal do Lula que visava instituir um monitoramento das atividades financeiras dos cidadãos. O senador ironizou o “olho gordo” do governo e disse: São 40 milhões de brasileiros na informalidade e quem sabe 30 milhões desses aí, 35, votaram no Lula porque ele disse que até 5.000 R$ não ia descontar imposto de renda. Quem sabe eles acreditaram?”
Ao anunciar a revogação temporária da instrução normativa da Receita Federal que instituía o monitoramento das operações financeiras dos brasileiros, o secretário da Receita Federal, Robson Barreirinhas, repetiu as narrativas que vinham sendo divulgadas pelo governo Lula, com o apoio da velha imprensa alinhada, culpando supostas “fake news” pela indignação popular causada por seus atos. O ministro de Lula, Fernando Haddad, seguiu na mesma linha, causando manifestações de cidadãos sobre o modus operandi da extrema-esquerda.
Após um vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira viralizar nas redes sociais, a velha imprensa alinhada ao regime lulista apresentou uma série de narrativas, bem como ameaças veladas ao deputado, sugerindo que ele será investigado pelo impacto de seu vídeo, em que ele explicou o impacto da decisão da Receita Federal de monitorar as operações financeiras da população. Membros do governo Lula passaram a afirmar que a “extrema-direita” estaria espalhando “fake news”, e a responder dizendo que o governo não pretende taxar o Pix - o que ninguém disse.
O senador Magno Malta, pelas redes sociais, explicou como as medidas do governo Lula, inclusive o monitoramento das operações financeiras dos cidadãos, têm por objetivo “sufocar o povo brasileiro”, no que chamou de “imposticídio”. O senador disse: “Em janeiro, diversas ações controversas do governo Lula vieram à tona. Entre elas, o veto a projetos que beneficiariam pessoas com diabetes tipo 1 e a pensão para crianças com microcefalia, além da tentativa de monitorar o uso do Pix pelos brasileiros. Esse verdadeiro IMPOSTICÍDIO, em que medidas que deveriam aliviar o peso sobre os cidadãos são trocadas por ações que sufocam ainda mais a sociedade, escancara a insensibilidade do governo. Para maquiar esses absurdos, a solução encontrada foi nomear um marqueteiro, numa clara tentativa de minimizar os impactos negativos e desviar a atenção da população dos reais problemas enfrentados pelo país”.
O anúncio de que o governo Lula pretende monitorar as transações financeiras dos cidadãos, quebrando, na prática, o sigilo bancário de qualquer pessoa que movimente 5 mil reais em um mês, gerou intensa polêmica, que se potencializou ainda mais com o esforço do governo de atacar os críticos, acusando-os de “fake news” e respondendo a alegações que não foram feitas, como a de que o governo já teria criado um imposto sobre o pix, em uma tentativa de desviar a atenção e criar pretextos para impor ainda mais controle sobre os cidadãos.
O deputado federal Nikolas Ferreira, em vídeo divulgado pelas redes sociais, rebateu as narrativas da esquerda, que responde constantemente ao que não foi dito, como ao afirmar que a “direita” estaria divulgando “fake news” sobre a “taxação do pix”. Nikolas Ferreira explicou a indignação causada pela decisão da Receita Federal de Lula de monitorar as operações financeiras dos cidadãos.
O deputado disse: “O governo quer saber como você ganha 5.000 e paga 10.000 de cartão, mas não quer saber como uma pessoa que ganha um salário mínimo faz para sobreviver pagando luz, moradia, educação, compra do mês e gás. Esse é o questionamento que tem sido feito nas redes sociais, que faz todo o sentido”.
O ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestou, pelas redes sociais, sobre a absurda decisão da Receita Federal de Lula que institui um monitoramento das transações financeiras dos cidadãos. Bolsonaro disse:
O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança propôs um Projeto de Decreto Legislativo para sustar a Instrução Normativa da Receita Federal que quebra o sigilo bancário dos brasileiros e institui um monitoramento de transações financeiras. O deputado afirmou: “Estou propondo um projeto para suspender a Instrução Normativa que obriga a Receita Federal a monitorar transações acima de R$ 5 mil. Essa medida, que afeta microempreendedores e trabalhadores informais, traz burocracia desnecessária e desestimula o uso de meios de pagamento digitais. Eu defendo que precisamos proteger quem depende da economia digital e não permitir que o controle excessivo penalize os mais vulneráveis. Menos burocracia, mais liberdade para quem trabalha e gera oportunidades”.