Em pronunciamento com Flávio Bolsonaro, Deltan Dallagnol manifestou-se a respeito de recente decisão monocrática de ministro do TSE que determinou a cassação de sua candidatura.
Filipe Barros, que também é candidato ao Senado pelo Paraná, declarou: “Deltan está impedido de fazer campanha, mas levamos o nome dele junto com Sérgio Moro. O Paraná dará, para Flávio Bolsonaro, uma das maiores votações. Vamos eleger dois senadores. Esta arbitrariedade foi cometida contra Deltan na calada da noite, uma decisão monocrática de um ministro indicado por Lula…nada muda, os advogados dele estão no TSE”.
Flávio Bolsonaro desabafou: “Não sei nem como você está conseguindo resistir a isso tudo. Eles fazem de uma forma que parece que é para humilhar, mesmo. No fim das contas, fazem isso para tentar eleger quem não tem voto, que é uma senadora do PT”.
Dallagnol pontuou: “A gente está passando por isso de mãos dadas com Deus. Quero agradecer demais a você por me dar a honra de fazer parte desse time que vai mudar o Brasil. Essa decisão é uma aberração, ela vai ser revertida. A história não acabou. Floriano é amigo de Alexandre de Moraes desde 1986. Ele deu, sozinho, uma decisão que só o Plenário do TSE poderia dar. Fizeram isso agora para confundir, dividir votos e tentar eleger a Gleisi. [z28] Não tem tempo, agora, a horas da eleição, para redirecionar votos. Isso viola a própria lisura das eleições, viola o direito de um voto informado. Querem eleger a Gleisi porque isso significa não ter impeachment de Alexandre de Moraes. Começaram tentando me censurar e não deu certo. Continuei no topo das pesquisas. Entraram em desespero e tentaram tirar minha candidatura no tapetão”.
Nesta toada, ele complementou: “A decisão é contraditória com o que o próprio ministro tinha decidido anteriormente. Começou um grande movimento nas redes sociais para não só manter o voto 300, mas para votar em Flávio Bolsonaro para virarmos essa página. Se tiver segundo turno, em três semanas, podem dar mais 100 canetadas e até tirar o nosso presidente Flávio Bolsonaro”.