quinta-feira, 24 de setembro de 2026

AO VIVO: PARLAMENTARES E JURISTAS REAGEM A DESCALABROS DE SESSÃO NO STF E EXIGEM IMPEACHMENT DE MORAES


 O Supremo Tribunal Federal se reuniu para, alegadamente, tomar a decisão colegiada de investigar um de seus ministros, contra quem há sólidos e fartos indícios de corrupção. No entanto, o que o país viu na sessão aberta foi um festival de torpeza, com agressões a ministros, acusações, e a visível tentativa de blindar o ministro Alexandre de Moraes a qualquer custo. O próprio ministro votou contra sua investigação, declarando veementemente que a Constituição veda as condutas que ele próprio pratica reiteradamente nos inquéritos políticos que conduz. O procurador-geral da República, que também tem relações documentadas com o banqueiro Daniel Vorcaro, participava alegremente da sessão. O ministro Flávio Dino, depois de já ter votado na “questão de ordem” apresentada, pediu vistas para impedir a conclusão da votação e ameaçou com semanas ou meses de baixaria na Corte. O ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, comparou o conhecimento jurídico de colegas ao de macacos e ainda disse que uma máfia teria mais ética do que o tribunal. Ao final da sessão, o ministro Alexandre de Moraes segue sem ser investigado e a imagem do Supremo fica ainda mais desfigurada. 

O jurista Ives Gandra da Silva Martins apontou: “Quanto mais o STF se nega a dar resposta à sociedade dos fatos levantados por toda imprensa tradicional em relação à atuação de um de seus integrantes, mais há desfiguração da imagem do Pretório Excelso perante a opinião pública”.

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, disse: 

“Se a sessão de hoje serviu pra alguma coisa, foi pra mostrar ao Brasil inteiro o real tamanho do problema.

Sei que muitos têm a sensação de que a coisa toda piorou, mas a verdade é que sempre foi assim. A diferença é que agora a sujeira toda está vindo à tona.

Temos um judiciário completamente desviado e, ao que tudo indica, incapaz de se corrigir sozinho.

Portanto, cabe a nós essa correção pela via político-eleitoral.

No dia 4 de outubro, não vote de qualquer jeito. Escolha bem seus candidatos e os partidos aos quais pertencem.

Nós do Novo faremos a nossa parte”.

O perfil ‘Tia Véia’ disse: 

“Escrevi, apaguei e perguntei ao Grok se meu texto era crime.

Em quase um século de vida, jamais me passaria pela cabeça ter medo de expressar minha revolta. NEM NO PERÍODO MILITAR eu senti isso, nunca.

Vcs jovens não fazem ideia do que de fato é DEMOCRACIA. Isso está longe de ser.

Salvei o meu textinho, quem sabe um dia eu tenha coragem de postar.

Hoje, não”.

A jurista Janaina Paschoal apontou: 

“A declaração de impedimento do Ministro Kássio, salvo melhor juízo, reforça posicionamento que já externei em várias oportunidades: é preciso separar completamente o TSE do STF! Ambos têm missões constitucionais diversas. O fato de parte dos membros coincidir fere o funcionamento das duas Cortes! A rigor, o trabalho em um Tribunal jamais poderia ser levantado para inviabilizar o trabalho em outro!”

Janaina Paschoal lembrou: 

“A Procuradora Geral da República, à época, solicitou o arquivamento do inquérito das “Fake News”, ou do fim do mundo! Ignoraram! Mantiveram um inquérito instaurado e distribuído de ofício, por anos, incluindo novos fatos de forma continuada! Agora, querem fugir de uma necessária apuração, sob o argumento de que o atual Procurador Geral da República se opõe à investigação de altas autoridades, mencionadas em diálogos com o líder de uma organização criminosa. Muito triste a sessão de hoje, no STF”.

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