segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Senadores fazem convocação urgente para o Brasil por impeachment de Moraes na iminência de sessão no STF


Senadores da oposição a Lula retornaram a Brasília para acompanhar o julgamento, no Supremo Tribunal Federal, que decidirá se investiga o ministro Alexandre de Moraes ou se afirma definitivamente a impunidade dos corruptos no Brasil. Os senadores pressionam para que o presidente da Senado, Davi Alcolumbre, dê andamento aos pedidos de impeachment de Moraes e de outros ministros, bem como do procurador-geral da República, Paulo Gonet. 

O senador Rogério Marinho disse: “Amanhã o STF terá a chance de começar a resgatar sua própria credibilidade. Moraes precisa ser investigado! Não se trata de caça às bruxas, mas de indícios graves que exigem apuração, transparência e respeito à Constituição e ao povo”.

O senador Carlos Portinho afirmou: 

“Hoje, apresentamos ao Brasil um manifesto claro: ninguém está acima da lei.

Não importa o cargo, o poder ou a posição que ocupe. A lei precisa valer para todos.

Defendemos a abertura do processo de impeachment de Alexandre de Moraes e o resgate do papel constitucional do Senado.

O Brasil precisa escolher de que lado está. Eu já escolhi o meu: o lado da lei”.

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, expôs: 

“O Brasil já condenou Alexandre de Moraes.

O julgamento de amanhã não é mais sobre ele, é sobre os outros ministros. A forma como cada um votar vai mostrar quem é quem.

E o mundo inteiro vai estar assistindo”.

A senadora Tereza Cristina explicou: 

“O que está acontecendo no STF é muito grave. É uma crise sem precedentes na mais alta Corte do país, que afeta a confiança do cidadão na Justiça e o equilíbrio entre os Poderes.

Por isso, viemos a Brasília mesmo fora da semana de esforço concentrado e acabamos de sair de uma coletiva de imprensa aqui no Senado. Nenhuma autoridade está acima da lei. 

Defendemos que os fatos sejam devidamente investigados, sempre com respeito ao devido processo legal e ao direito de defesa.

Também é urgente discutir uma reforma ampla do STF. Já estou trabalhando em um projeto para definir com clareza as competências do Judiciário, impedir que juízes legislem por meio de suas decisões e criar mecanismos de controle externo, que hoje não existem.

A sociedade está madura para esse debate. Já passou da hora de estabelecer limites, garantir mais transparência e preservar o equilíbrio entre os Poderes”.

O jornalista americano Glenn Greenwald apontou: 

“O aspecto mais revelador do escândalo de Moraes é que ninguém está tentando defendê-lo quanto ao mérito: nem mesmo o próprio ministro. 

Isso porque não há como defender o recebimento de cerca de R$ 200 milhões de um banqueiro corrupto, seguido pela blindagem do banco por parte de Moraes, conversas sobre fugir da justiça e obstruí-la, e a exclusão deliberada de todas as suas mensagens para Vorcaro. 

Portanto, a única saída encontrada por seus aliados no STF e por seus fãs e seguidores na esquerda para salvar Moraes é tentar barrar uma investigação, desviar o foco dele para outros e protelar o máximo possível. É raro um escândalo envolver uma conduta tão escancarada e obviamente errada a ponto de ninguém se dispor a defendê-la. Mas esse é exatamente o caso do comportamento genuinamente chocante de Moraes com Vorcaro”.

A escritora Claudia Wild perguntou: “Por qual razão ainda não foram apreendidos os telefones celulares do Xandão e da dona Vivi? Por qual razão a dupla ainda não teve o sigilo bancário/fiscal quebrado? Em casos infinitamente mais discretos, o STF confiscou celulares e mandou investigar a vida financeira de milhares de brasileiros. Eita dupla sortuda! 🤡”

O senador Esperidião Amin declarou: “Ninguém está acima da Lei. Seguimos nossa luta aqui em Brasília”.

O senador General Hamilton Mourão disse: 

“Amanhã, o Brasil tem um encontro marcado consigo mesmo e os resultados desse encontro ecoarão no futuro!
A exemplo do STJ, que já cortou na própria carne, é chegada a vez do STF.
Amanhã, o Ministro Edson Fachin terá que atuar conforme a altura de suas responsabilidades e deve usar a oportunidade ímpar de salvar a honra da suprema corte.
A CF 88 diz que os ministros do STF devem ter reputação ilibada. Se há suspeita deve haver investigação. É responsabilidade da corte!”

Muitos jornalistas e veículos conservadores vêm sendo implacavelmente perseguidos, como é o caso da Folha Política. Nossa sede foi invadida e todos os nossos equipamentos foram apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. À época, o jornalista Alexandre Garcia assinalou que algo semelhante só havia ocorrido na ditadura Vargas, não havendo qualquer exemplo semelhante durante o tão falado regime militar. Mesmo em ditaduras consolidadas, não é comum que se apreendam todos os equipamentos, em claríssima violação a tratados internacionais como o Pacto de São José da Costa Rica. 

Posteriormente, a Folha Política foi alvo do ministro Luís Felipe Salomão, que ordenou o confisco da renda de diversas pessoas, sites e canais conservadores, para impedi-los de exercer suas atividades. Mais de 20 meses da renda dos veículos e comunicadores afetados seguem confiscados, enquanto o inquérito vai sendo transmitido de relator em relator. 

Outros jornalistas e comunicadores foram presos sob alegações como a de sair do país sem saber que estavam sendo investigados. Um deles perdeu o movimento das pernas em um estranho acidente na cadeia, enquanto estava preso por crime de opinião. Ao conseguir refúgio em outro país, viu sua família ter suas contas bloqueadas para que não pudessem receber doações de pessoas que se sensibilizam com a situação de seus filhos. Vários pedem há anos que apenas devolvam seus equipamentos eletrônicos, inclusive com as memórias de entes queridos e da própria família. Outros buscaram refúgio em outros países e são considerados “foragidos” e são alvo de campanhas de difamação pela velha imprensa. 

As medidas arbitrárias impostas aos jornalistas e comunicadores conservadores, por suas características processuais, violam diversos artigos da Constituição e também de tratados como a Declaração Universal de Direitos Humanos e o Pacto de São José da Costa Rica, que protegem a liberdade de expressão e vedam tribunais de exceção. 

Os exemplos são muitos e a perseguição não cessa. Casas invadidas, redes bloqueadas, censura, bloqueio de contas, confisco de bens, cancelamento de passaporte, proibição de contato, entre outras. Nos inquéritos políticos conduzidos em cortes superiores, basta que parlamentares de extrema-esquerda apresentem “relatórios” ou “reportagens” produzidos por pessoas suspeitas e interessadas, acompanhados de listas de pessoas a serem perseguidas, para que essas pessoas sejam privadas de direitos fundamentais. 

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