O presidente dos EUA, Donald Trump, concedeu uma entrevista coletiva ao anunciar cortes de regulamentações que obrigariam comerciantes a trocar seus sistemas de refrigeração por novos sistemas, que foram considerados inadequados e ineficientes. Trump rebateu alegações da velha imprensa sobre as obras que está realizando em Washington DC, como a reforma do espelho d’água, a construção do Arco do Triunfo e o Salão de Baile da Casa Branca. Trump explicou que está doando o salão de baile e que as Forças Armadas e o Serviço Secreto decidiram aproveitar a obra e reforçar a segurança no entorno da Casa Branca, construindo um complexo militar no local. Questionado se os aviões e navios em torno de Cuba são um recurso de intimidação, Trump respondeu: “Não, de forma alguma. Cuba, veja bem, é um país falido. Todo mundo sabe disso. Eles não têm eletricidade. Eles não têm dinheiro. Eles não têm praticamente nada. Eles não têm comida. E nós vamos ajudá-los. (...) Outros presidentes já analisaram isso por 50, 60 anos e não fizeram nada a respeito, e parece que serei eu quem fará isso. Então, teremos prazer em fazê-lo. Queremos abrir as portas para os cubano-americanos, para que eles possam voltar e ajudar”. Questionado sobre a possibilidade de os EUA fazerem concessões ao Irã, Trump disse: “estamos negociando agora e veremos o que acontece. Mas, de um jeito ou de outro, vamos conseguir. Eles não vão ter uma arma nuclear”. Trump explicou “trata-se da nuclearização de um país que algumas pessoas considerariam um tanto insano, e não podemos permitir que o Irã tenha uma arma nuclear. É só isso. Não podemos deixar isso acontecer. Haverá uma guerra nuclear no Oriente Médio e essa guerra vai chegar até aqui. Essa guerra vai chegar à Europa. Não podemos deixar isso acontecer e não vai acontecer”. Trump respondeu sobre diversos assuntos, e, ao ser questionado sobre a possibilidade de um impeachment em caso de vitória dos Democratas nas eleições de meio de mandato, fez um grave alerta. Ele disse: “se os democratas assumissem o controle do Congresso — e digamos que também assumissem o controle do país —, este país estaria acabado. Essas pessoas são doentes. Elas sofrem da síndrome do transtorno de Trump, mas na verdade o problema é que elas têm políticas ruins, políticas horríveis. Eles fraudam as eleições e são eleitos por meio dessas fraudes. (...) Há dois anos, éramos um país morto. Se eu não tivesse vencido esta eleição, seríamos um país que, essencialmente, talvez nem existisse mais como nação. (...) Se eu não tivesse vencido esta eleição, acredito que nosso país estaria acabado”.
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