quinta-feira, 24 de setembro de 2026

AO VIVO: DEPUTADOS E SENADORES SE UNEM PELO IMPEACHMENT DE MORAES APÓS SESSÃO VEXATÓRIA NO STF


 A lamentável sessão realizada no Supremo Tribunal Federal, sem avançar na investigação dos indícios de corrupção do ministro Alexandre de Moraes, expôs ao país o nível de degradação da Corte e aumentou os questionamentos sobre a omissão subserviente do Senado Federal. 

O deputado José Medeiros, candidato ao Senado,  apontou: 

“A situação no supremo é culpa da inanição do senado, a prerrogativa de investigar o ministro é do senado. Presidente Davi tem como resolver isso numa canetada, como não faz, isso vai lhe custar o mandato de presidente o ano que vem”.

O ex-deputado e candidato Delegado Francischini publicou: 

“A lei vale para todos? Incluindo os ministros do STF?

Uma pergunta que muitos brasileiros estão fazendo.

O cidadão cumpre a lei e responde pelos seus atos. É justo esperar o mesmo de quem ocupa os cargos mais altos do país, inclusive no STF.

Instituição forte é instituição que presta contas. A lei precisa valer para todos”.

O deputado Carlos Jordy, candidato ao Senado, disse: “O STF não é uma ilha de impunidade. Ninguém, absolutamente ninguém, pode se colocar acima da Constituição. Como Senador, serei a voz que exige respeito à lei e o fim dos abusos. A lei vale para todos!”

O senador Jaime Bagattoli lembrou: 

“Não podemos permitir que alguém esteja acima da Lei.

Vou seguir defendendo o impeachment do ministro Alexandre de Moraes quantas vezes for preciso.

Os fatos foram expostos e a nação espera uma resposta”.

O senador Sérgio Moro, candidato ao governo do Paraná, disse: 

“Ontem, o Brasil e o mundo assistiram, no STF, um espetáculo deplorável de ataques pessoais e manobras processuais contra os ministros que simplesmente entendem que devem ser investigadas as ligações suspeitas entre o Min. Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.

Ninguém pode estar acima da lei”.

O deputado estadual Márcio Gualberto lembrou: 

“O editorial da Folha de São Paulo disse que o Supremo está caminhando para a desmoralização. Entretanto, essa desmoralização começou em 2019 quando alguns ministros criaram um fascismo ilusório para combater. A partir dessa farsa ideológica passaram a intervir politicamente, perseguir o governo legítimo do Presidente Jair Bolsonaro e a sufocar brutalmente opositores. E para dar contornos de normalidade jurídica a iniciativas antidemocráticas surgiu o famigerado inquérito das fake news, que dura até hoje”.

O ex-deputado e ex-coordenador da Lava Jato, candidato ao Senado, Deltan Dallagnol, disse: 

“A indignação de hoje precisa durar até 04 de outubro.

O Brasil assistiu a uma sessão marcada por acusações, deboche e tentativas de impedir que suspeitas envolvendo um ministro do STF fossem investigadas.

Mas essa revolta será apenas um desabafo se continuarmos elegendo senadores que se ajoelham diante do Supremo.

Neste ano, dois terços do Senado estarão em disputa. É a oportunidade de trocar a omissão por coragem e fazer a lei voltar a valer para todos, inclusive para os donos do poder.

Quero ser o Soldado do Paraná nessa batalha”.

O deputado no exílio Eduardo Bolsonaro disse: 

“Gilmar ficou indignado, não com a roubalheira de R$ 200mi para a família Moraes, mas com a exposição de um dos seus aliados no STF. Ele achava que o assunto deveria ser tratado internamente, sem gerar constrangimentos até para a família de Moraes envolvida na ladroagem. Gilmar queria que o STF agisse igual a mafia, por isso se decepcionou com André Mendonça.

Porém, faz tempo que até a imprensa pedia pela autocontenção do STF, num sinal claro que os abusos deveriam cessar, pois Bolsonaro já estava preso e inelegível, fora do jogo, sem representar mais ameaças. Não funcionou. Bastava ler um pouquinho da história de qualquer ditadura que já saberiam que um tirano jamais abre mão de seu poder voluntariamente.

Desde sempre, conhecendo o inimigo, alertei que autocontenção não funcionaria, porque Moraes é bandido e eles só entendem uma linguagem: a da força.

Não a toa o único momento que vimos o regime notoriamente acuado - e nestas oportunidades eles não cometem abuso de poder - e até mesmo um dos seus aposentando-se antecipadamente (Barroso) foi por conta das sanções americanas de retirada de visto e Magnitsky (OFAC).

Assim sendo, seguiremos trabalhando aqui de fora, contra Moraes e seus aliados que como ratos corroem as instituições brasileiras”.

Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário