O presidente Lula tentou reagir à repercussão da sessão do Supremo Tribunal Federal que impediu a investigação do ministro Alexandre de Moraes, e suas reações não foram bem recebidas. Por um lado, Lula tentou aumentar os ataques a Flávio Bolsonaro e à religião, e, por outro, aumentou em 15% o valor do Bolsa Família, em aberta tentativa de compra de votos. Cidadãos e parlamentares lembraram que Lula vem fazendo abertamente as mesmas coisas que foram proibidas a Jair Bolsonaro em 2022, em verdadeiro deboche com a população. A população também aponta que Lula não tem como se afastar do Supremo Tribunal Federal, nem do escândalo em curso na corte.
O deputado General Girão disse:
“Não podemos admitir que finjam que está tudo bem enquanto assistimos a atrocidades como as que vimos do STF na última terça-feira, dia 15.
É isso o que o Brasil quer? Claro que não!
Faltam poucas semanas para o dia 4 de outubro, e o destino da nossa nação e do nosso estado está rigorosamente nas nossas mãos. A resposta contra o arbítrio virá nas urnas, com a força de quem não se curva e não se cala.
Vamos juntos, com lealdade e coragem para lutar!”.
O senador Astronauta Marcos Pontes comentou a tragédia ocorrida no Supremo:
“BOLSONARO NÃO ESTAVA EM LISTA NENHUMA.
"A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todos os lugares."
Adivinha quem não estava na lista do Vorcaro? O mesmo que não estava no Mensalão, no Petrolão ou na Lava Jato, mas, infelizmente, está preso. E não pode falar com ninguém.
Ele também tem mais de 20 casos arquivados ou encerrados contra ele. E tem uma condenação. Uma condenação dada por uma turma do STF onde os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino votaram a favor. Foi considerado culpado por uma “tentativa” de um golpe de Estado que não existiu e organização criminosa armada sem armas.
Olhe para o que está acontecendo no Brasil e tire suas próprias conclusões sobre o funcionamento das nossas instituições. Você que me elegeu e que elegeu a direita, preste bem atenção no que está acontecendo e no golpe que foi muito bem armado e planejado por muitos anos. Não por Bolsonaro, mas por outro grupo.
Já não vivemos em uma democracia, já não temos total liberdade A política do pão e circo desnorteou a população.
Já estava na Bíblia há muito tempo “O meu povo é destruído por falta de conhecimento.” (Oséias 4:6).
O caso Master reacende o debate sobre investigação, devido processo e igualdade perante a lei. Suspeitas precisam ser investigadas, independentemente de nome, cargo ou posição política.
A lei precisa valer para todos. Sem exceções. Sem dois pesos e duas medidas.
Justiça de verdade precisa começar pela igualdade perante a lei”.
“O ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Almir Pazzianotto, disse:
O ministro Gilmar Mendes é titular de cultura invejável. De que lhe vale, porém, esse mar de saber jurídico, se o caráter exibido em público é questionável? As agressões gratuitas dirigidas ao ministro André Mendonças revelaram o lado sombrio e repulsivo da sua personalidade”.
O deputado estadual Coronel Américo disse:
“Para mim, comparar a atuação de um Ministro do Supremo à chamada “ética da máfia” é algo absurdo e incompatível com o respeito que deve existir entre as instituições.
Os brasileiros merecem mais respeito, equilíbrio e responsabilidade daqueles que ocupam as mais altas funções da República.
Minha solidariedade ao Ministro André Mendonça diante dos ataques sofridos”.
O deputado estadual Gil Diniz comentou os áudios da lobista Roberta Luchsinger que foram divulgados:
“ACABOU, LULA! A lobista Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência, apresentava o filho mais velho de Lula, o Lulinha, como seu sócio em mensagens de WhatsApp. Em depoimento prestado à PF previamente, a investigada afirmou que a relação era uma "mera amizade" e negou repasses financeiros.
Para completar o cenário de contradições, o próprio Lula declarou publicamente que não conhece a lobista, ignorando a existência de diversos registros fotográficos que comprovam o oposto. Essa postura de negar o óbvio e ocultar relações suspeitas é o retrato de como funciona o PT”.
(...)