segunda-feira, 10 de julho de 2023

Senador Magno Malta reage a perseguição do Gov. Lula a jornalistas, alfineta Globo e expõe ‘sistema de dominação’ do PT


Durante sessão na Câmara dos Deputados na qual houve o lançamento do Foro do Brasil, o senador Magno Malta defendeu a importância de a direita agir de forma unida, colocando os valores e os propósitos acima dos interesses e vaidades pessoais. O senador disse: “Nós precisamos ter unidade. Unidade a cada passo. Esse assalto de vaidades não nos levará a lugar nenhum. Me lembro da eleição de 2018. Jair Bolsonaro esfa**, eu largo meu estado e vou para o Brasil assumir a campanha. Eu conversava com ele e dizia: ‘Se for gravar alguma coisa, diga que a surpresa virá do Nordeste’. O Nordeste não é comunista, não é socialista, o povo não sabe nem o que é isso. O Nordeste é Padre Cícero, é Frei Damião, é Assembleia de Deus, é Igreja Batista, é Igreja Católica, é o padroeiro da vaquejada. O problema é que precisam entender que eles foram laçados pelo Bolsa Família. É um mecanismo que, veja, nós somos muito mais inteligentes. O mecanismo do Bolsa Família é simplório. Você se inscreve na prefeitura. Quem leva você? O vereador, o prefeito, o líder comunitário. Alguém que está acima e diz: ‘Se não votar em fulano, vamos tirar você, a família toda’. Eu disse para ele: ‘Vira o Nordeste, Jair. Esse povo é cristão’. Naquela eleição, a esquerda perdeu 11 milhões de votos e Bolsonaro venceu a eleição por 11 milhões de votos”.

O senador afirmou que divulgar a verdade é mais importante do que criar narrativas, como defende Lula. Malta disse: “Nós precisamos entender. Quando Lula disse para Maduro: ‘Melhora a tua narrativa; quem faz a narrativa primeiro ganha’. Nós não precisamos de narrativa, precisamos insistir com a verdade. Eu escrevi o Auxílio Brasil, eu escrevi para o presidente. O nome que dei foi Cidadania Brasil, pois auxílio tem cheiro de esmola. Todos concordam: Jair Bolsonaro melhorou. Ninguém passou fome na pandemia. Eles não souberam apagar a memória afetiva do povo com o Bolsa Família. A afetividade estava no gancho”.

Outrossim, o parlamentar protestou diante de perseguições políticas a jornalistas: “Nós estamos vivendo um dia de inversão de valores tamanho. Eu fui ser solidário ao jornalista Pavinatto e o presidente da CPMI cortou minha palavra. É um jornalista como outros, com seus defeitos e virtudes. Ainda que fosse de esquerda, eu seria solidário pelo direito de falar. A liberdade de expressão não só serve quando é a nosso favor. Ora, se há uma liberdade de expressão e o cara usa expressões que me atingem, a lei está aí, o ordenamento jurídico está aí (...). Se existe, você usa. Crime de calúnia, difamação. Agora, foi o Pavinatto que foi conservador. E querem tomar a concessão da Jovem Pan. Precisamos ser solidários. Se vai tomar a concessão da Jovem Pan, precisa tomar de quem faz novelas afrontando a família brasileira e seus valores”.

Dessa forma, Magno Malta fez um apelo aos colegas: “Precisamos entender: unidade. A gente diverge, mas devemos ter unidade. Somos conservadores. Quando a gente fizer 26 anos, estaremos comemorando um país livre. Nossos netos, filhos, conservadores, ocupando as cadeiras do Congresso. Um país plenamente de Deus, Pátria, Família e Liberdade”.

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