terça-feira, 15 de agosto de 2023

Eduardo Bolsonaro desmonta hipocrisia e narrativas de lulistas na CPMI e alfineta Dino: ‘não se tratou de uma invasão, mas, sim, de uma visita guiada dentro do Palácio do Planalto’


O deputado Eduardo Bolsonaro questionou o fotógrafo Adriano Machado, da Reuters, durante sessão da CPMI dos atos do dia 8 de janeiro, e mostrou que seu testemunho, juntamente com os outros fatos levantados pela CPMI, mostra que não houve realmente uma invasão ao palácio do Planalto, mas uma espécie de “visita guiada”.

O deputado questionou como o repórter pôde sair sem ser abordado nem preso. Eduardo Bolsonaro observou: “Várias pessoas foram presas, muito acima até daquelas que participaram dos atos. Foram presas pessoas que tinham autismo, outras que estavam passando por ali, enfim, até em ônibus que chegaram depois do dia 8, têm-se algumas notícias de que pessoas foram presas, no entanto, o senhor não foi preso”. 

O deputado rebateu a narrativa de “ataques à imprensa” apresentada na CPMI, questionando se as entidades da velha imprensa alguma vez defenderam jornalistas conservadores dos ataques que sofrem. Eduardo Bolsonaro lembrou que, quando sua esposa foi exposta por um repórter que, de forma antiética, se consultou com ela para depois expor o tratamento, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo manifestou solidariedade ao jornalista e acusou o deputado de atacá-lo. 

O deputado lembrou que mais de 1500 pessoas foram presas, enquanto um certo grupo permanece sem investigação. Ele disse: “138 pessoas ainda permanecem no regime fechado e sem julgamento, ao mesmo tempo em que Flávio Dino não concede as imagens das câmeras do Ministério da Justiça para esta Comissão. Isso, sim, é um fato relevante. O pessoal da esquerda estava dizendo aqui: "Quem não deve, não teme". Basta perguntar ao Flávio Dino o que ele está temendo”.

Eduardo Bolsonaro afirmou: “Então, se você associar o não envio das imagens das câmeras do Ministério da Justiça para esta Comissão, a viagem em cima da hora de Lula, dia 7 de janeiro, sem estar planejada, mas, de última hora, viajou para Araraquara, o fato de o Coronel Klepter ter deixado a tropa da PMDF de sobreaviso em casa, e não de prontidão nos quarteis, o fato de o General Gonçalves Dias, do GSI, ter sido alertado, pelo menos pela Abin, sobre esses fatos, e nada feito, e essa cobertura dentro do Palácio do Planalto, isso tudo, Sr. Presidente, nos leva a crer que não se tratou de uma invasão, mas, sim, de uma visita guiada dentro do Palácio do Planalto, inclusive com agentes do Governo, que deveriam fazer a proteção do local, servindo água”. O deputado concluiu: “Então, realmente, são muitos indícios que nos levam a crer que não se tratou, de fato, de uma invasão”. 

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