sábado, 12 de agosto de 2023

Senador Eduardo Girão conclama população a resistir contra a ditadura: ‘vamos assistir tomar conta de tudo?’


Ao participar de uma audiência pública sobre Competência do Poder Legislativo e ativismo judicial na Comissão De Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados, o senador Eduardo Girão discursou e alertou sobre a situação vivida pelo Brasil. O senador afirmou: “o momento é dramático para o futuro dos nossos filhos e netos”.

Girão lembrou que, ao chegar ao Senado, tinha a esperança de fazer avançar as pautas conservadoras e não esperava encontrar a situação atual. Ele disse: “Mas não era esse o destino. Nós estamos vivendo uma provação muito grande. Não temos mais democracia. Digo isso do fundo do meu coração constrangido, porque sei que uma das responsabilidades por não termos democracia é, hoje, da casa que eu sou servidor, que o povo cearense me colocou, que é o Senado Federal, que está sendo omisso. Está inerte diante de sucessivos abusos de quem manda no Brasil hoje”. 

O senador lamentou: “Aliás, desde 2019, quando a gente chegou para avançar essas pautas, quem manda no Brasil é o Supremo Tribunal Federal. E agora a situação está muito pior. (...) Está muito pior porque existe um alinhamento entre o governo federal - o poder Executivo -, e o poder Judiciário”. 

Eduardo Girão disse que a população brasileira tem posições predominantemente conservadoras, e o Congresso reflete essas posições, mas todos vêm sendo ignorados. Ele disse: “nós estamos de joelhos para um poder que esmaga os outros. E eu só vejo uma maneira, na atual situação que a gente está”. O senador apontou que muitas pautas estão sendo colocadas ao mesmo tempo, causando medo e desesperança. 

O senador disse: “O que fazer? O problema está aí. Eu não vejo outra solução. Além de articulação, movimentos como esse, audiências públicas, discursar, cobrar do presidente da Casa que não deixe usurpar o poder, que se posicione”. Girão disse: “Vamos precisar, de novo, ir para a rua. Não tem outro jeito. Se tem uma coisa que político respeita é povo na rua, de forma organizada, respeitosa, pacífica. Vão prender 5 milhões? Existe o medo. Hoje não tem lei. A justiça é uma pessoa só. Outros 10 dão guarida, um corporativismo sem fim, a Constituição é rasgada todo dia. Sim! É uma ditadura! E aí? Vamos assistir tomar conta de tudo?”.

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