sábado, 4 de julho de 2026

FLÁVIO BOLSONARO E ALIADOS PARTEM PARA O CONFRONTO CONTRA LULA E MORAES EM MEIO A REVELAÇÕES


 Embora os escândalos de corrupção continuem sendo revelados a cada dia, o governo Lula continua divulgando narrativas e atacando a própria população, enquanto seus aliados no Supremo Tribunal Federal mantêm a perseguição contra conservadores, tudo sob o olhar complacente do Congresso, em especial do Senado. 

O senador Flávio Bolsonaro rebateu as narrativas sobre as tarifas americanas, dizendo: 

“Lula é o ÚNICO que quer o tarifaço contra produtos brasileiros.

Provocou, esbravejou, não negociou e fez lobby a favor do PCC e do Comando Vermelho para que não fossem classificados como terroristas.

Envergonhou o Brasil perante o mundo! Ignorou o sofrimento de mais de 50 milhões de brasileiros que moram em áreas dominadas por esses narcoterroristas.

Fez isso acreditando que pode transformar a possível punição às empresas brasileiras em uma falsa narrativa de “defesa da soberania”. Lula está se lixando para o Brasil. Faz qualquer coisa para tentar se reeleger.

Eu sou o oposto do Lula. Eu luto contra os narcoterroristas, trabalho de verdade contra as tarifas e vou defender sempre o nosso Pix, criado no governo Bolsonaro. O Pix é brasileiro, sem taxa, e ninguém mexe.

Já fiz essa defesa pessoalmente ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao secretário de Estado, Marco Rubio. Na próxima semana, volto aos Estados Unidos para reforçar essa defesa.

Meu pedido é simples: não imponham tarifas ao Brasil. Não punam os brasileiros pelos erros do lulopetismo.

O Brasil pode ser grande de verdade. O Brasil tem futuro, mas não tem tempo a perder”.

O senador Sérgio Moro disse: “Lula é  contra entregar o Brasil aos Estados Unidos.  Todos somos contra isso, não é o caso.  Mas Lula não enxerga problemas em entregar o Brasil aos corruptos e às organizações criminosas, PCC e CV. Aos “nossos criminosos”…”

O deputado no exílio Eduardo Bolsonaro disse: 

“Lula passou todo o seu mandato defendendo um governo global, onde decisões de burocratas, como da ONU e OMS, valeriam nos países sem passar pelos congressos nacionais.

Isso nunca foi sobre combater o narcoterror. É sobre impor a ideologia socialista, controle estatal total sobre a sua vida.

E se você não gostar de uma lei vinda desses órgãos? Reclama para quem? Quem são esses burocratas? Como os troca?

É exatamente por isso que Lula tem essa sanha globalista: para tirar a sua possibilidade de reagir aos seus desmandos. O objetivo é uma ditadura 100% controlada por esta elite globalista, não combater narcoterroristas pensando em tornar sua vida mais segura”.

O ex-deputado Homero Marchese apontou: 

“Com trocas de delegados e poucos agentes da Polícia Federal envolvidos na análise de documentação, a Operação Sem Desconto, que investiga a fraude bilionária a aposentados e pensionistas do INSS, sofre com uma lentidão que parece deliberada.

A mensagem é de leniência no combate à corrupção e é muito ruim para a sociedade. Um dos investigados é Fábio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente, atualmente residindo na Espanha”.

O advogado João Paulo M. Rocha publicou: 

“Em abril eu disse que o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, havia protagonizado "o maior vexame da história da PF" ao tentar conseguir a deportação de Ramagem, burlando o processo regular de extradição, o que resultou na expulsão do delegado da PF responsável pela presepada dos EUA.

Na ocasião, Andrei conseguiu superar o vexame de ter se esbaldado na degustação milionária de whiskies bancada pelo banqueiro gângster, Vorcaro, e seguir com poder de decisão sobre o caso.

Mas Andrei não desiste. O vexame maior é sempre o seguinte.

ANTEONTEM, dia 01/07, ele veio a público para defender Stella Stefanie, dizendo que ela não tinha ligações com o PCC, por estar incomodado com as sanções que os EUA haviam aplicado a ela.

HOJE a própria Polícia Federal prendeu Stella por ligações com o PCC.

Andrei Rodrigues não tem a menor condição de continuar no cargo”.

O senador Flávio Bolsonaro disse: 

“R$ 10 bilhões do tráfico lavados debaixo do nariz de um governo que chamou o combate ao PCC de “ingerência americana”.

Enquanto os EUA sancionam suspeitos de ligação com a facção, aqui ainda tem gente relativizando o crime organizado em nome de uma falsa soberania.

O Brasil precisa de quem enfrenta as facções, não de quem arruma desculpas para elas”.

O deputado José Medeiros apontou: “A constatação do dia é: o Brasil está prestes a legalizar o PCC e o CV, basta mais 4 anos do PT no governo”.

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