sábado, 4 de julho de 2026

LULA E MORAES SÃO EMPAREDADOS EM MEIO A NOVAS SANÇÕES DE TRUMP E REVELAÇÕES SOBRE VORCARO


 O governo dos EUA sancionou pessoas e empresas brasileiras, na esteira da classificação do PCC e do CV como organizações terroristas, e escancarou ligações entre essas pessoas e outras ligadas ao escândalo do INSS. Embora as investigações avancem no exterior, no Brasil permanece vigente a regra de que crimes reais não parecem incomodar os órgãos investigativos, que se ocupam, principalmente, da perseguição política e da manutenção da tirania no poder. 

O deputado Hélio Lopes comentou: “Grave! EUA ao sancionar pessoas e empresas que supostamente lavavam dinheiro do PCC descobre que essas organizações podem estar ligadas ao escândalo do INSS. Será que era por isso que não queriam classificar essas organizações criminosas como terroristas?”

O deputado Sanderson disse: 

“Empresa sancionada pelos EUA por suposta ligação com o PCC recebeu R$ 514 milhões em contratos ligados à rede do "Careca do INSS".

Enquanto isso, Lula fala em "soberania" para rejeitar interferência externa no combate ao narcotráfico.

Coincidência? Ou proteção ao crime?”

O deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, afirmou: 

“As investigações sobre a fraude no INSS não podem parar nem proteger apadrinhados ou parentes de políticos, inclusive Lulinha, filho do Presidente da República. Fico espantado com a possibilidade de haver tratamento desigual nas investigações.

Eles deveriam ser investigados com o mesmo rigor aplicado a qualquer cidadão.

A CPMI do INSS pediu o indiciamento de 216 pessoas por suposto envolvimento no esquema que prejudicou aposentados e pensionistas.

Defendo que todas as linhas de investigação avancem sem interferências, privilégios ou distinções.

A Justiça deve atuar com independência, garantindo que todos os fatos sejam apurados e que ninguém esteja acima da lei”.

O deputado Bibo Nunes  disse: 

“🚨 PROJETO DE PODER, NÃO DE PAÍS!

Todo mundo já percebeu que o DESCONDENADO Lula e a esquerda não governam pensando no Brasil, mas na manutenção do próprio poder.

Enquanto o povo enfrenta impostos, inflação e insegurança, o governo trabalha para fortalecer seu projeto político e perpetuar sua influência.

O Brasil precisa de quem governe para os brasileiros, não para um grupo político”.

Da mesma forma que no caso do INSS e no crime organizado, as revelações sobre o envolvimento de ministros do Supremo Tribunal Federal com o banco Master também não geram nenhuma investigação. Mesmo com a revelação de mensagens trocadas entre a esposa do ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, não há qualquer reação institucional, seja da própria Corte, do Senado, ou do ministério público. 

O advogado e comentarista André Marsiglia ironizou: 

“Há poucos dias, Moraes e seus colegas afirmaram que não se deve abrir inquérito com base apenas em notícia de imprensa. Pareceu contraditório, já que essa tem sido sua forma de agir. Era premonitório, Moraes sabia o que poderia ainda sair na imprensa sobre o contrato da esposa”. 

A deputada Caroline De Toni disse: 

“Mais claro que água. Isso é vergonhoso.

Quem julga o país não pode viver imune ao mesmo escrutínio que exige de todos os brasileiros. Se há indícios de irregularidades, eles precisam ser investigados com transparência e dentro da lei. Ninguém pode estar acima da lei”.

O deputado Carlos Jordy afirmou: “Qualquer cidadão comum que tivesse trocado mensagens com Vorcaro enviando a minuta de um contrato fake de R$ 129 milhões estaria, no mínimo, sendo investigado. Mas, como se trata da esposa de Moraes, nada acontece. Surreal!”

O deputado Nikolas Ferreira disse: 

“Segundo dados públicos da própria Meta, empresa proprietária do Facebook e Instagram, o “Governo do Brasil” gastou R$ 22 milhões em anúncios nos últimos 90 dias. O valor chama atenção por si só. Mas chama ainda mais por ocorrer em ano eleitoral e justamente nas redes sociais que o próprio governo tenta, a todo custo, censurar sob o pretexto de “regulamentação”.

 Diante dessa informação, protocolei pedido de informações à Secom para esclarecer quais órgãos gastaram, em quais campanhas, por meio de quais agências e com quais critérios de segmentação. Também vamos protocolar um Pedido de Fiscalização e Controle para que o TCU audite esses valores. Quando é para censurar as redes, dizem que elas são uma ameaça. Quando é para gastar milhões fazendo propaganda nelas, aí parecem funcionar muito bem”.

Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário