quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Parlamentares e cidadãos se revoltam com decisão de Toffoli: ‘Estão tentando reescrever a história!’


Parlamentares e cidadãos reagiram, pelas redes sociais, à decisão do ministro Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, que anulou provas obtidas através do acordo de leniência da empresa Odebrecht e mandou investigar os agentes públicos que investigaram Lula. 

O senador Sergio Moro, que foi o juiz da Lava Jato em primeira instância, disse: “A corrupção nos Governos do PT foi real, criminosos confessaram e mais de seis bilhões de reais foram recuperados para a Petrobras. Esse foi o trabalho da Lava Jato, dentro da lei, com as decisões confirmadas durante anos pelos Tribunais Superiores. Os brasileiros viram, apoiaram e conhecem a verdade. Respeitamos as instituições e toda a nossa ação foi legal. Lutaremos, no Senado, pelo direito à verdade, pela integridade e pela democracia. Sempre!”

O ex-deputado Deltan Dallagnol, que foi o coordenador da força-tarefa Lava Jato, disse: “O maior erro da história do país não foi a condenação do Lula, mas a leniência do STF com a corrupção de Lula e de mais de 400 políticos delatados pela Odebrecht. A anulação da condenação e do acordo fazem a corrupção compensar no Brasil. E se tudo foi inventado, de onde veio o dinheiro devolvido aos cofres públicos? E com a anulação do acordo, os 3 bilhões devolvidos ao povo serão agora entregues novamente aos corruptos? Os ladrões comemoram enquanto quem fez a lei valer é perseguido”.

O senador Carlos Portinho afirmou: “Vivemos um revisionismo. Como se tudo que vivenciamos fosse fruto de um delírio coletivo! Mas não se apaga a memória da maior plataforma de corrupção da história. Do jeito que vai nosso Judiciário, em breve seremos devedores de quem nos roubou e nós vimos e sabemos disso. Vergonha suprema!

O senador Rogério Marinho divulgou um vídeo comentando a decisão de Toffoli e disse: “Revisionismo histórico: o Brasil de hoje reescreve a sua história e deseduca as futuras gerações. Viramos a Pátria das narrativas e da democracia relativa. Precisamos resistir”.

O deputado Carlos Jordy afirmou: “Toffoli determina a anulação de todas provas de corrupção contra lula obtidas no acordo de leniência da Odebrecht. Agora só falta mandar o estado brasileiro ressarcir o dinheiro da corrupção devolvido por empreiteiras. É isso que acontece quando se indica um amigo pro Supremo”.

O deputado Marcel Van Hattem disse: “Aquele que foi chamado de "Amigo do Amigo do Meu Pai" pelo delator e decidiu que a imprensa deveria ser censurada ao publicar essa informação. O nível do absurdo só aumenta!”. 

O diretor do Instituto Liberal, João Luiz Mauad, apontou: “Só faltou o ex-advogado do PT dizer que a 'armação' foi urdida nos escritórios da CIA para que sua decisão ficasse de acordo com a teoria da conspiração inventada pelos petistas durante a Lavajato... “

O deputado Mauricio Marcon afirmou: “O ex advogado do PT e agora ministro do STF tenta reescrever a história de uma forma constrangedora. Só faltou Toffoli explicar de onde surgiram os 15 Bilhões recuperados pela Lava Jato já que a operação foi uma “armação”.

O vereador Ramiro Rosário lembrou: “Ministro Dias Toffoli negou, no âmbito da Lava Jato, habeas corpus para Lula comparecer ao velório do irmão e negou também pedido de urgência para pautar a liberdade de Lula quando ele estava preso. Hoje, ele chamou a prisão de Lula de uma grande "armação". A questão que fica é saber se ele participou dessa "armação" porque acreditava nela ou por conveniência. Cuidado, a resposta a essa pergunta pode te levar à prisão. Quem está surpreso com essa decisão de Dias Toffoli, hoje, não deveria estar. A anulação das provas da Lava Jato feitas a partir da delação da Odebrecht está sendo feita por ele há meses. Afinal, quem é o "amigo do amigo de meu pai"?”

O jurista Fabricio Rebelo disse: “A decisão anulando as provas no caso Lula é, sim, esdrúxula, inclusive transparecendo uma parcialidade decisória absolutamente incompatível com a função judicante. Mas é o puro suco de Brasil, uma terra sem lei, sem ordem, sem sequer mais lógica. Uma nação que já acabou”.

O deputado estadual Felipe Camozzato disse: “Toffoli anula provas de acordo da Odebrecht e diz que prisão de Lula foi “erro judiciário”. Como é? Estão tentando reescrever a história!  As delações da Odebrecht foram homologadas pelo STF em 2017. Faz 6 anos. Lula foi preso em 2018. Faz 5 anos. Os delatores devolveram bilhões de reais aos cofres públicos. O dinheiro existiu. O dinheiro foi roubado. E hoje, em 2023, Toffoli diz que tudo foi uma perseguição política e que a prisão de Lula foi um "erro judiciário". O que mudou, a não ser a dinâmica do poder? Lula é presidente e Toffoli parece querer mostrar a sua lealdade, tantos anos depois. Alguns ministros do STF querem nos convencer de que toda aquela roubalheira foi uma farsa, um plano político para derrubar o PT. Plano político é Lula Presidente e a Lava-Jato enterrada”.

O vereador Fernando Holiday disse: “a anulação das provas da Odebrecht parece ser a tentativa desesperada de Toffoli se redimir com o petismo. O preço desse ‘perdão’ é a impunidade”.

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