sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Embaixador Ernesto Araújo analisa fuga de ministros da Suprema Corte da Colômbia após cerco de militantes e risco de guerra civil


Durante transmissão do programa Código Fonte, o embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores, explicou o que ocorreu na Suprema Corte da Colômbia, onde os ministros tiveram que ser retirados do prédio durante um ataque ao tribunal. Araújo explicava o papel de uma parte das instituições internacionais no cerco às liberdades individuais em todo o mundo, e relatou o ataque à corte constitucional daquele país. 

Ernesto Araújo disse: “nessa semana na Colômbia, houve uma crise gigantesca que foi pouco noticiada porque a gente tinha notícias do Brasil”. O embaixador contextualizou: “O Gustavo Petro, presidente da Colômbia, de extrema-esquerda, eleito, provavelmente, com a ajuda russa, o dinheiro russo, inclusive, e com dinheiro do narcotráfico, como já tem vindo mais ou menos à luz. Gustavo Petro, vocês sabem a história dele: ele era membro de um movimento guerrilheiro nos anos 80. Esse movimento guerrilheiro, nesse dia, aparentemente sem a participação dele, mas ele era do movimento. O M-19 invadiu a Suprema Corte colombiana, matou 11 juízes da Suprema Corte colombiana em 1987, por aí, porque era um movimento revolucionário ligado à droga. A revolução socialista, com o narcotráfico, com o crime organizado, já naquele momento. Depois disso, se ampliou essa aliança. Mas então, esse é o histórico dele, de fazer parte desse tipo de movimento”.

Araújo relatou: “Agora, a Suprema Corte lá, diferente de outros lugares, a Suprema Corte da Colômbia está dando trabalho a ele. Cumprindo o papel de uma Suprema Corte, que é não deixar o Executivo implementar um sistema de crime organizado no seu país. Lá tem uma resistência verdadeira no Congresso e uma resistência verdadeira a isso na Suprema Corte. O que é que o Petro fez? Ele mandou os cupinchas dele lá, black blocs, atacarem a Suprema Corte. Ele tem um certo histórico e uma certa experiência nisso aí. Não conseguiram invadir, mas deram uma boa amedrontada lá nos ministros da Suprema Corte, que tiveram que ser evacuados de helicóptero”.

Ernesto Araújo explicou: “ele está criando um clima de guerra civil, está criando um clima de confrontação nas ruas, talvez para tentar tomar o poder na marra. Então, isso é uma coisa que a gente está vendo no nosso entorno imediato. Não quero falar, não vou falar do que a gente está vendo no Brasil, mas isso tudo são avanços de um sistema de governança que tem como alavanca de poder essa ‘OTAN das trevas’, que tem muito poder. Tem o poder militar clássico da Rússia e da China, do Irã também, e de outros. Tem o poder da desinformação, gigantesco. Tem o poder econômico, principalmente da China, tem o poder do terr***, tem o poder do crime organizado, o dinheiro e o poder do crime organizado, ter***”.

O embaixador prosseguiu: “É a ‘OTAN das trevas’ que está nos atacando, e atacando todos os dias, em cada esquina. E está dentro da nossa cabeça, e está puxando pessoas aí que se convertem a isso, “ah, mas o nacionalismo é que conta, você é nacionalista e tal”. Então o Putin e Fidel Castro, são legais, é o nacional bolchevismo tropical. E tudo isso nesse clima de carnaval que é, portanto, aqui, mais uma vez, a imagem de uma desmoralização completa, criação de uma amoralidade, como falei outro dia, de uma ausência de bússola moral. Quando você não tem bússola moral, você vai pela bússola do poder. Basicamente, é isso que eles estão fazendo”. 

No Brasil, a ditadura da toga segue firme. O país tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Todos os rendimentos de mais de 31 meses de trabalho do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a evitar que o jornal seja fechado pela ausência de recursos para manter sua estrutura, cumprir seus compromissos financeiros e pagar seus colaboradores, doe qualquer valor à empresa Raposo Fernandes por meio do PIX cujo QR Code está visível na tela ou por meio do código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

A Folha Política atua quebrando barreiras do monopólio da informação há mais de 10 anos e, com a sua ajuda, poderá se manter firme e continuar a exercer o seu trabalho. PIX: ajude@folhapolitica.org

Toda a renda gerada pelo nosso jornal por mais de 30 meses está confiscada por ordem do TSE. Ajude a Folha Política a continuar o seu trabalho. Doe por meio do PIX: ajude@folhapolitica.org  


Depósitos / Transferências (Conta Bancária): 

Banco Inter (077)

Agência: 0001

Conta: 10134774-0

Raposo Fernandes Marketing Digital LTDA (Administradora da Folha Política)

CNPJ 20.010.215/0001-09

-

Banco Itaú (341)

Agência: 1571

Conta: 10911-3

Raposo Fernandes Marketing Digital LTDA (Administradora da Folha Política)

CNPJ 20.010.215/0001-09


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário