A cidadã Mita Guimarães comentou:
“Deve ser triste para alguns ex ministros que viveram sob o Respeito e credibilidade conquistados por essa corte, ver o que está acontecendo nos dias de hoje
E ter que admitir publicamente !
(Embora alguns desta lista tenham dado sua contribuição para a decadência da mesma)”
A jurista Janaína Paschoal esclareceu:
“Parte da imprensa está divulgando a carta dos ex-Ministros do STF como sendo apoio ao Ministro Fachin. Mas não é disso que se trata! Na importante carta, os Ministros pedem providências! Pelo tom da carta, não haverá apoio se a Corte seguir brincando de avestruz! Todos esperamos as devidas apurações e responsabilizações! Queremos, em especial, a decência de reconhecer, rapidamente, que André Mendonça só fez o que precisava ser feito!”
A deputada Rosângela Moro comentou ‘notícia’ de que ministros e ex-ministros da Corte estariam buscando uma resolução internamente ao tribunal:
“Não há saída interna.
Não pode haver acordo ou empurrar para debaixo do tapete.
Escândalo deve ser apurado - nos autos - com transparência.
Não há equivalência entre crime é procedimento, não caiam nessa.
Todo apoio ao Ministro Mendonça”.
O advogado João Paulo M. Rocha desenhou:
“Colocando em termos práticos:
Moraes estava espancando uma idosa.
Mendonça atravessou a rua fora da faixa para resgatá-la.
"Ambos erraram".”
A cidadã Sonia apontou:
“A imprensa passou anos falando horrores das manifestações populares e, fazendo coro com ministros do STF, chamando os manifestantes de golpistas. Muitos foram presos ou multados por simples posts em redes sociais e a imprensa aplaudiu, pois alegava que era “em defesa da democracia”. Criaram o monstro e nós sempre avisamos que isso ia acontecer”.
O jurista Enio Viterbo disse:
“Eu ainda não entendi uma coisa sobre os tais """relatórios""" da Polícia Federal usados por Moraes contra Mendonça.
Andrei Rodrigues, diretor da Polícia Federal, disse recebeu que os tais relatórios a partir do dia 3 de agosto de 2026.
Inclusive, esse relatórios foram entregues, de acordo com Andrei, durante TODO o mês de agosto.
Se Moraes disse que nesses relatórios existiam indícios de crimes de André Mendonça, POR QUE Andrei Rodrigues não levou isso ao presidente do STF para instauração de inquérito?
É quase como se esses relatórios estivessem sendo preparados para municiar Moraes contra Mendonça...uma hipótese leviana, CLARO”.
O jurista Adriano Soares da Costa disse:
“Com toda a humildade, espero sinceramente que Fachin esteja à altura do momento. Essa nota de ministros aposentados do STF me parece que é para fortalecer a sua posição diante da crise Moraes.
Salvo as hostes lulistas, na imprensa e fora dela, ninguém leva a sério o assunto Mendonça. Seja porque o papel sujo de tinta usado por Moraes é imprestável, sem autoria e apócrifo, seja porque Mendonça desmontou as insinuações de qualquer beneficio com a apresentação de notas fiscais e extrato do cartão de crédito pessoal.
Esse apoio dos ministros aposentados tem um valor simbólico e moral fundamental. Ainda mais quando, não faz muito tempo, Celso de Mello saia em defesa dessa composição e já não mais faz”.
Adriano Soares da Costa acrescentou:
“O que mais impressiona é a desonestidade intelectual com a qual alguns estão tratando a crise do Supremo: ou como fosse uma disputa pessoal e infantil entre dois ministros do STF ou como fosse uma disputa política.
A questão central é uma só: há um inquérito apurando crimes e malfeitos. Um ministro do STF aparece envolvido com um banqueiro bandido. Após o sigilo dos autos ter sido retirado, as provas que aparecem são robustas. Há uma semana, o ministro sob grave suspeita está em silêncio. Não refutou, não apresentou justificativas, não prestou contas à sociedade.
O silêncio, aqui, não é presunção de inocência; de um ministro do STF há inversão moral: o silêncio é culpabilidade presente”.
O senador Carlos Viana divulgou uma nota oficial:
“NOTA OFICIAL - AGORA É A HORA BRASIL.
Brasília, 8 de setembro de 2026.
O Senado Federal chegou a uma hora em que o silêncio, a ausência e a omissão também produzem consequências políticas.
Estou em Brasília desde ontem. Nesta terça-feira, cumprirei uma série de atos institucionais no Senado Federal e no Supremo Tribunal Federal.
Pela manhã, protocolarei medidas relacionadas à PCE nº 17/2026, cobrando uma definição formal sobre o funcionamento do Conselho de Ética, o processamento da representação, a composição do colegiado e as regras aplicáveis diante da participação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Também cobrarei o andamento das medidas relacionadas ao seu afastamento.
Às 14h, estarei no Supremo Tribunal Federal para protocolar novas providências, inclusive medida judicial relacionada ao processamento da PCE nº 17/2026.
Às 15h, concederei coletiva em frente à Presidência do Senado.
Mas existe uma questão ainda maior.
OS SENADORES PRECISAM VOLTAR A BRASÍLIA.
Há um pedido de impeachment de Alexandre de Moraes que precisa ser enfrentado pelo Senado. Há uma crise institucional que exige resposta. Há procedimentos que dependem do funcionamento desta Casa.
O Senado não pode permanecer paralisado porque seus integrantes estão em campanha eleitoral.
O mandato continua. A Constituição continua. E a responsabilidade de cada senador também.
Ontem, milhões de brasileiros foram às ruas.
Hoje, a responsabilidade está dentro do Congresso Nacional.
Por isso, faço uma convocação pública aos meus colegas:
VOLTEM A BRASÍLIA.
Quem é contra o impeachment, venha ao Senado e assuma sua posição.
Quem é favorável, venha ao Senado e lute por ele.
O que o Brasil não pode aceitar é que uma decisão dessa gravidade seja substituída pela ausência.
Estarei onde um senador deve estar neste momento: NO SENADO, PROTOCOLANDO, COBRANDO E EXIGINDO DECISÕES.
Cada autoridade responderá pelos atos que praticar.
E também pelas decisões que deliberadamente deixar de tomar”.