A mega-operação a mando do ministro Flávio Dino contra dezenas de pessoas relacionadas à produtora do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo vista como uma cortina de fumaça para distrair a atenção dos brasileiros das graves denúncias contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e outras autoridades.
O deputado Giovani Cherini apontou: “Moraes anunciou um pronunciamento em meio às cobranças sobre o contrato do escritório da esposa com Vorcaro, as mensagens reveladas e a perda da relatoria do “inquérito do fim do mundo”. Minutos depois, cancelou tudo. Na hora das explicações, o xerife preferiu o silêncio. Por quê?”.
O deputado Coronel Meira afirmou:
“UM ABSURDO! Minha solidariedade a Mário Frias, diante da operação realizada em sua casa.
É impossível não perceber um roteiro que se repete: quando o cerco se fecha contra Lula e seus companheiros, surge uma nova cortina de fumaça para mudar o foco do debate. Muito barulho, muita narrativa e, no fim, quase nunca dá em nada.
Isso significa que o cerco está fechando, estão acuados, com medo, tem caroço nesse angu!
O povo brasileiro precisa permanecer unido, atento e não cair nas armadilhas da esquerda. A verdade não pode ser abafada”.
O deputado Marcel van Hattem disse: “Produtora do filme Dark Horse alega chantagem feita por pessoas que disseram ser próximas de Flávio Dino: ou delatava ou poderia "sofrer complicações". Ela recusou delatar pois não teria nenhum crime a comunicar. Hoje, ela foi alvo da PF em sua casa”.
O deputado estadual Gil Diniz afirmou:
“A produtora de cinema Karina Ferreira da Gama, responsável pelo filme "Dark Horse", registrou formalmente em cartório que sofreu graves pressões de pelo menos quatro pessoas ligadas ao governo Lula para forjar uma delação contra o nosso futuro presidente Flávio Bolsonaro.
As ameaças eram diretas: se ela não delatasse Flávio, seria presa. Entre os agentes de pressão apontados no documento encontrado pela Polícia Federal estão Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, e um religioso próximo ao PT.
Esse relato escancara até onde a quadrilha no poder é capaz de ir para tentar travar a caminhada de Flávio Bolsonaro. Sem propostas e encurralados pela verdade, agentes do governo petista tentam criar acusações falsas e destruir o bolsonarismo a qualquer custo”.
O deputado estadual Márcio Gualberto disse:
“Essa mensagem da produtora do filme Dark Horse, Karina Gama, é fundamental para compreendermos o gravíssimo momento em que nos encontramos. Estamos lidando com mafiosos perigosíssimos, e que já foram longe demais. O Brasil precisa parar imediatamente; e só voltar às atividades normais quando todos esses algozes do povo brasileiro estiverem presos”.
O ex-juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, disse: “Essa tortura não ocorreu na Lava Jato, mas os tempos mudaram”.
O coronel Gerson Gomes expôs:
“Flávio Dino, último a ingressar no STF, inovou ao assumir função até então inexistente: líder do governo na suprema corte. 🤨
Imbuído de sua missão (inconstitucional), ao blindar Andrei acabou por incriminar ainda mais Alexandre! 😳
“Andrei e Almada cumpriram ordens judiciais.””
O ex-deputado Delegado Felício Laterça disse: “Após o Jornal Nacional anunciar a sessão do dia 15, a GloboNews revelou que ministros articulam realizá-la a portas fechadas. O STF decidirá se Moraes será investigado. O povo brasileiro tem direito à transparência e à transmissão ao vivo”.
O procurador Helio Telho apontou:
“A OAB tem cobrado dos outros, mas não faz o dever de casa.
Boa parte dos escândalos que abalam a República tem envolvimento de escritórios que abusam das prerrogativas da advocacia para praticar o lobby jurídico e não advocacia de verdade, lavar dinheiro ou traficar influência, sob o olhar omisso, condescendente, para não dizer outra coisa, e a Ordem pouco ou nada faz a respeito.
Enquanto a maioria dos advogados brasileiros luta arduamente para honrar a profissão, uma minoria poderosa e influente segue desonrando a classe para se enriquecer ilicitamente, corrompendo os pilares da República, sem ser incomodada pela OAB”.