segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Bolsonaro, ministros e parlamentares apontam desmoralização dos institutos de pesquisa e pedem investigação


Após a divulgação dos resultados do primeiro turno das eleições para presidente e para governador, assim como das eleições para os Legislativos, a diferença gritante entre os resultados e as previsões dos institutos de pesquisa levou muitas pessoas, inclusive o presidente, parlamentares, ministros, jornalistas, e cidadãos comuns a questionarem a proeminência concedida pela velha imprensa a certos institutos de pesquisas. 

Em texto publicado pelas redes sociais após a confirmação de um segundo turno, o presidente Bolsonaro disse, sobre os institutos de pesquisa: “Erraram todas as previsões e já são os maiores derrotados desta eleição”. Em sua primeira entrevista, Bolsonaro destacou o Datafolha, que apontava uma diferença de 15% entre os candidatos. 

No texto, Bolsonaro disse: 

Contra tudo e contra todos, tivemos no 1° turno de 2022 uma votação mais expressiva do que aquela que tivemos em 2018. Foram quase 2 milhões de votos a mais! Também elegemos as maiores bancadas da Câmara e do Senado, o que era a nossa maior prioridade neste primeiro momento.

- Elegemos governadores no 1° turno em 8 estados e elegeremos nossos aliados em outros 8 estados neste 2° turno. Esta é a maior vitória dos patriotas na história do Brasil: 60% do território brasileiro será governado por quem defende nossos valores e luta por um país mais livre.

- Muita gente se deixou levar pelas mentiras propagadas pelos institutos de pesquisas, que saíram do 1° turno completamente desmoralizados. Erraram todas as previsões e já são os maiores derrotados desta eleição. Vencemos essa mentira e agora vamos vencer a eleição!

- Esta disputa não decidirá apenas quem assumirá um cargo nos próximos quatro anos. Esta disputa decidirá nossa identidade, nossos valores e a forma como seremos vistos pelo mundo e pelo próprio Deus. Lutemos pela liberdade, pela honestidade, por nossos filhos e pelo Brasil.

- Sabemos do tamanho da nossa responsabilidade e dos desafios que vamos enfrentar. Mas sabemos aonde queremos chegar e como chegaremos lá. Pela graça de Deus, nunca perdi uma eleição e sei que não será agora, quando a liberdade do Brasil inteiro depende de nós, que iremos perder.

- Nossos adversários só se prepararam para uma corrida de 100 metros. Nós estamos prontos para uma maratona. Vamos lutar com confiança e com força cada vez maior, certos de que vamos prevalecer pela pátria, pela família, pela vida, pela liberdade e pela vontade de Deus!

O deputado Filipe Barros, ao agradecer pelos votos que garantiram sua reeleição, afirmou que coletará assinaturas para instalar uma CPI dos institutos de pesquisa. Barros disse: “permaneço, nas próximas semanas, em viagens pelo estado fazendo campanha para o Presidente Bolsonaro. Aproveito também para anunciar que começarei a coletar assinaturas, a partir de semana que vem, para criação de uma CPI dos institutos de pesquisa.  Alguns desses institutos produziram as maiores fake news dessa eleição: suas pesquisas de opinião”.

O deputado federal Carlos Jordy, reeleito para a Câmara, disse: “Coletarei assinaturas para a CPI dos institutos de pesquisas. Não é mais aceitável resultados tão bizarros e discrepantes da realidade quanto os do DataFolha e IPEC. Chega de fraude para induzir o eleitorado!”

O deputado Eduardo Bolsonaro, também reeleito, afirmou: “Conversei com os deputados  Carlos Jordy e Paulo Martins,  e ainda esta semana começaremos a coletar assinaturas para a CPI dos Institutos de Pesquisa, tendo como fato determinado a discrepância não só nas intenções de votos para presidente, mas também para outros cargos”.

O deputado Paulo Martins, que ficou em segundo lugar na disputa pelo Senado, apontou as discrepâncias durante a apuração. Ele disse: “A Rede Globo divulga desde a noite de sábado pesquisa IPEC que me aponta com 14% das intenções de voto. Com 11,35% das urnas apuradas, eu tenho 29,2%. A Globo e o IPEC formam uma organização criminosa”. Com o avançar das apurações, o deputado questionou: “Eis a pesquisa vagabunda que a Globo/RPC divulgou nas últimas horas.  Apontaram me com 14% das intenções, mas eu recebi 29% dos votos. Quantos deixaram de votar em mim por conta da baixa expectativa apresentada pelo maior grupo de comunicação do país?”. 

O deputado Arthur Lira, presidente da Câmara e deputado reeleito, disse: “As urnas aprovaram as pautas de modernização do Brasil e confirmaram que estamos no caminho certo. Ao contrário das pesquisas, os números não erram. E esta vontade se confirmará ainda mais no segundo turno. Será mais uma festa da democracia!”

A deputada reeleita Carla Zambelli apontou: “TODOS os grandes institutos erraram feio. E aí? Vão responder por isso ou vão mudar de nome de novo? Assinei coautoria de um PL com os deputados Sanderson, General Girão e Guiga Peixoto que proíbe pesquisas 15 dias antes das eleições. Esperamos que tramite no Congresso. Passou da hora”.

O deputado reeleito Daniel Freitas disse: “Os institutos de pesquisa vão ter que se explicar. Me aguardem”

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, sugeriu: “DataFolha, IPEC, Ipespe e Quaest, vcs erraram por 10%. Se reciclem. Parabéns ao Modal Mais e ao Paraná pesquisas que apanharam muito da imprensa e foram tratados como chacotas. Espero que o congresso apure esses erros grosseiros. Nada como o tempo para mostrar a verdade!”. 

O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, perguntou: “Dúvida honesta: os institutos de pesquisa de votos serão incluídos no inquérito das Fake News? Agências de checagem vão classificá-los como disseminadores de desinformação? O Twitter e Facebook vão bloquear a conta deles? Esses institutos erraram acima de qualquer margem aceitável”.

O deputado estadual reeleito Bruno Engler fez um apelo: “O Congresso nacional precisa agir contra esses institutos de pesquisas! Isso é estelionato eleitoral!”

O jornalista e economista Rodrigo Constantino disse: “Eu comentava de má vontade e cheio de ressalvas as “pesquisas” pois eram pauta obrigatória. A partir de hoje, eu simplesmente me recuso a comentá-las. Não são caso de política, e sim de polícia!”

O escritor Silvio Navarro disse: “O Brasil precisa de uma CPI dos institutos de pesquisas”.

O jornalista Paulo Figueiredo Filho alertou: “Se você é parlamentar, amanhã é dia de começar a colher assinaturas para a CPI das Pesquisas. Se você é eleitor, amanhã é dia de cobrar o seu parlamentar que o faça. Não digo apenas no Congresso, mas nas Assembleias locais também”. Ele acrescentou: “Antes de criminalizarmos as pesquisas, precisamos apurar exatamente o que aconteceu. Para isso, a CPI. Daí, podemos elaborar um projeto de lei adequado. Certamente o caminho não está em proibir a divulgação. Esconder informação nunca é uma boa ideia”. 

O investidor Leandro Ruschel afirmou: “O Brasil viveu a maior FRAUDE midiática da história. Pesquisas fraudulentas favoreceram a esquerda. Não há mais dúvidas sobre isso.

Com quase 90% das urnas apuradas, a diferença entre os candidatos é de 2,5%, a favor do ex-presidiário. Pesquisas apresentavam 16% de vantagem”. Elle questionou: “A Globo continuará veiculando pesquisas claramente não confiáveis, como Ipec e DataFolha?”

O comentarista Adrilles Jorge disse: “Qualquer que seja o resultado, as pesquisas erraram de maneira estrondosa . Não é o caso de contestar os institutos . É o caso de fechamento de institutos. Não foi erro. Foi deturpação de uma realidade óbvia que se viu nas ruas”.

O lutador Igor Araujo apontou: “Tem que fechar essas empresas ou puxadinhos que fazem essas pesquisas. Quantos milhões de pessoas eles não influenciaram com essas pesquisas falsas?”

O jornalista Rafael Fontana mostrou um exemplo: “A máfia das pesquisas errou 100% no Rio Grande do Sul. Onyx venceu Leite com folga e Hamilton Mourão garantiu-se no Senado. É preciso iniciar uma investigação tão profunda quanto rigorosa contra a organização criminosa das empresas de pesquisa e seus contratantes”.

O internauta Vinicius Carrion perguntou: ‘Algum Instituto de Pesquisa errou em favor de algum candidato bolsonarista? Quer seja para governador, deputado ou senador? Pelo que vi, 100% dos “erros” foram contra candidatos conservadores. Qual a explicação científica para não existir randomização dos erros nestas pesquisas?”

O pesquisador e professor de Direito Internacional Ivo Hernández ironizou as explicações da velha imprensa, que dizia que as pesquisas erraram com Bolsonaro mas acertaram com Lula. Ele disse: “interessante a lógica ‘imparcial’ da esquerda: os institutos de pesquisa do realismo mágico se enganaram antes, mas agora vão acertar. Vão pagar mais para eles?”

Bárbara, do canal Te Atualizei, disse: “Se existe vergonha na cara combinada com justiça nesse país DataFolha e o Ipec não podem mais participar das pesquisas eleitorais.

Deputados e senadores deveriam coletar imediatamente assinaturas para uma CPI!”.

O comentarista Roberto Motta afirmou: “O Consórcio das Pesquisas precisa ser examinado com cuidado”. 

O pesquisador Augusto de Franco disse: “Não adianta agora vir com a desculpa de que os eleitores mudaram de voto na última hora, quando não havia mais tempo de fazer pesquisa. As pesquisas  foram usadas pelo comentarismo político televisivo como ativos da campanha eleitoral de Lula, para animar a militância. E querem saber? Vai continuar sendo assim no segundo turno. O duopólio Datafolha-Ipec - que superestima o peso dos mais pobres no eleitorado geral - vai ser usado do mesmo jeito por jornalistas e analistas políticos para tentar criar novamente uma "onda do abafa" pró-Lula. Sinto muito ter de dizer. Isso não é ciência. É manipulação da opinião pública”.

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