sábado, 11 de novembro de 2023

Deputado Marcel Van Hattem explica problemas do ‘Enem do Lula’: ‘o que se pretende é fazer proselitismo político, assédio ideológico, abuso doutrinário, de esquerda’


Durante sessão da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, que ouvia o presidente do INEP, Manuel Palácios, sobre o viés ideológico na prova do “ENEM do Lula”, o deputado federal Marcel Van Hattem apontou uma série de problemas técnicos graves na prova, como erros de português e questões com múltiplas respostas certas, mas apontou que o problema mais grave é a abordagem ideológica do exame. 

O deputado apresentou uma amostra, em que disse: “nessas 33 questões, encontrei apenas 9 que podem ser consideradas científicas. Todas as demais, mais de 70% das questões, têm algum tipo de abordagem ideológica. Todas elas à esquerda. Todas elas com termos e abordagens identitárias, anticapitalismo, antiprodução… todas. Então, não há dúvida de que esta prova tem ideologia. E não há dúvidas, porque nós conhecemos como funciona a mente revolucionária, daqueles que querem impor a sua opinião doutrinária sobre estudantes, que essa prova tem a intenção de contaminar os estudantes, muitos dos quais, infelizmente, já contaminados pelos currículos escolares que lhes são oferecidos, com professores igualmente doutrinadores. Isso me preocupa muito e me deixa, sobretudo, entristecido”. 

O deputado rebateu a alegação de que o exame seria baseado em “fontes de ciência”, apontando: “na verdade, o que se pretende com esse ENEM é fazer proselitismo político, assédio ideológico, abuso doutrinário, de esquerda, sobre os estudantes”. Van Hattem comentou a questão 89, que exige como resposta correta um ataque ao agronegócio, com base em ideias neomarxistas. 

Marcel Van Hattem lembrou que uma prova de admissão ao ensino superior não deveria promover uma guerra ideológica, e sim verificar o grau de conhecimento dos alunos. Ele  disse: “a prova deveria ser o mais objetiva possível, para extrair o conhecimento dos estudantes, e não para avaliar se o estudante tem determinado posicionamento ideológico”. 

O ataque a cidadãos e empresas privadas, desrespeitando direitos e garantias fundamentais, tem se tornado cada vez mais comum, em CPIs e também nas altas cortes do País. Sem justificativa jurídica, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, decidiu confiscar a renda de sites e canais conservadores, para destruir empresas privadas das quais discorda. A decisão, que incluiu a Folha Política, confisca todos os rendimentos do jornal, e teve o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 28 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica. “Marcar” pessoas e fechar empresas por motivações políticas são atitudes que já foram observadas na História, mas nunca em democracias. 

Se você apoia a Folha Política e pode ajudar a evitar que o jornal seja fechada por falta de recursos para manter seus compromissos financeiros e pagar seus colaboradores, doe qualquer valor através do Pix, utilizando o QR Code visível na tela ou o código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

Há mais de 10 anos, a Folha Política vem enfrentando a espiral do silêncio imposta pelo cartel midiático que quer controlar a informação. Pix: ajude@folhapolitica.org

Toda a renda gerada pelo nosso jornal desde 1º de julho de 2021 está confiscada por ordem do TSE. Ajude a Folha Política a continuar o seu trabalho. Doe por meio do PIX: ajude@folhapolitica.org  

Depósitos / Transferências (Conta Bancária): 

Banco Inter (077)

Agência: 0001

Conta: 10134774-0

Raposo Fernandes Marketing Digital LTDA (Administradora da Folha Política)

CNPJ 20.010.215/0001-09

-

Banco Itaú (341)

Agência: 1571

Conta: 10911-3

Raposo Fernandes Marketing Digital LTDA (Administradora da Folha Política)

CNPJ 20.010.215/0001-09


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário