O senador Eduardo Girão denunciou, da tribuna e em entrevista à TV Senado, as manobras que estão sendo feitas pelo PT para atrapalhar os trabalhos da CPI que investiga os roubos no INSS, onde entidades muito próximas ao Partido dos Trabalhadores faziam descontos ilegais e não autorizados nas contas de aposentados.
Girão explicou como foi o primeiro dia de depoimentos da CPMI, que ele classificou como “12 horas muito esclarecedoras”. Ele lembrou que, no início dos trabalhos, os parlamentares do PT tentaram limitar a atuação dos membros da CPMI, e explicou que não tiveram sucesso. Girão questionou: “por que não pode saber onde é que o careca do INSS - que roubou bilhões - andou aqui dentro do Senado? Isso não é correto, e nós vamos insistir. A CPI tem um presidente independente, um relator com uma história no MP - tem tudo para dar certo. Só que vão tentar blindar, como os poderosos fizeram em outras CPIs”.
O senador relatou ainda bastidores do que ocorreu no depoimento secreto de um policial federal. Ele disse que o policial chegou disposto a permanecer em silêncio, mas acabou depondo depois que a CPMI retirou do local o coordenador e também recebeu uma decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, negando o pedido para que ele permanecesse em silêncio. Girão disse: “pediram ao ministro André Mendonça para ele ficar calado e ele teve que falar. (...) Tentaram sabotar e vão tentar o tempo todo”. O senador alertou: “o esquema que estava sendo armado para blindar não deu certo”
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