A decisão do ministro Alexandre de Moraes de impedir a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro revoltou parlamentares e cidadãos, que foram às redes sociais, mesmo no primeiro dia do ano, para expressar sua indignação.
O deputado Eduardo Bolsonaro disse: “Todos estão vendo as atrocidades humanitárias cometidas pelo tiranete de beira de estrada. Que fique claro que ninguém que apóia este abusador o faz por mérito ou mesmo legalidade, mas sim por interesse próprio e é tão canalha quanto ele”.
A deputada Caroline de Toni disse: “Moraes nega prisão domiciliar a Jair Bolsonaro. A perseguição segue, e a tirania parece não ter fim”.
O deputado Gustavo Gayer disse:
“Moraes está condenando Bolsonaro a uma pena que há muito tempo foi banida da constituição
Talvez se Bolsonaro tivesse contratado um certo escritório de advocacia de uma certa esposa por 129 milhões ele nem sequer teria sido julgado”
O deputado Coronel Chrisóstomo se exaltou:
Absurdo! Ministro do STF nega apelo humanitário e prisão domiciliar ao presidente Bolsonaro. Primeiro que ele não era para estar preso. Acusado de quê? Qual mensalão, petrolão, INSS, BNDES ele roubou? ZERO! Qual golpe ele tentou sem arma? ZERO. Então está preso por qual motivo? Outra coisa: é inacreditável verem a saúde de Bolsonaro, correndo risco de morte e ainda mantê-lo preso. E um absurdo o que acontece nessa justiça brasileira. É pura perseguição política!
O deputado estadual Cristiano Caporezzo disse:
“URGENTE! MORAES NEGA DOMICILIAR DE JAIR BOLSONARO!
Negar domiciliar a Bolsonaro, mesmo diante de um quadro humanitário evidente, não revela rigor da lei, mas obsessão política. Quando o Direito vira instrumento de vingança, a democracia já foi abandonada.
Que Deus proteja a vida de Jair Bolsonaro”.
O deputado Capitão Alden disse:
“Laudos médicos ignorados.
Exames desprezados.
E uma decisão fria, pessoal e política.
Alexandre de Moraes decidiu que Bolsonaro não piorou , mesmo contra a medicina. Negar prisão domiciliar humanitária não é rigor jurídico. É desumanização seletiva.
O Judiciário não pode substituir médicos por convicção ideológica. Quando isso acontece, não existe justiça. Existe poder sem limite.
Prisão domiciliar por razões humanitárias não é privilégio, mas instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro. Quando esse direito é negado mesmo diante de provas técnicas, cria-se um precedente perigoso: o de que a condição de saúde do réu passa a ser avaliada conforme critérios políticos, e não científicos.
O Judiciário deve ser guardião da lei, não agente de punição pessoal.”
O vice-prefeito de São Paulo, Coronel Mello Araújo, disse: “Como comemorar o ano novo com tantas pessoas presas politicamente, milhares de famílias sofrendo com tanta injustiça. Que Deus corrija!”
O senador Marcos Rogério disse: “2025 foi um ano difícil. Vimos injustiças, perseguições, famílias separadas e a democracia sendo ferida. Vimos a economia pesar no bolso de quem trabalha e produz. Foi um ano que deixou marcas. Mas seguimos de pé. Com fé, coragem e convicção. Quem ama o Brasil não se rende. 2026 será de reconstrução e esperança. Deus não perde o controle da história”.
O vereador Rubinho Nunes apontou:
Quando até a “Economist” diz que Lula não deveria tentar reeleição por velhice e economia fraca, é porque a conta chegou.
Lula envelheceu, a economia estagnou e a esquerda insiste em empurrar reunião de sindicato como plano de governo.
O deputado Mário Frias disse: “Manter Bolsonaro, um ex-presidente da República, doente, fragilizado, sob custódia da Polícia Federal, com prisão domiciliar negada mesmo diante de laudos médicos, não é aplicação da lei. É punição deliberada. É castigo físico e psicológico imposto por quem se sente acima de qualquer limite”.
O deputado estadual Felipe Camozzato disse:
“Basta olhar para a nossa retrospectiva de 2025 para entender que o país foi testado ao limite. Vivemos um ano marcado por abusos judiciais sistêmicos, escândalos envolvendo o Banco Master e até o uso da estrutura do INSS para beneficiar herdeiros do poder. O que vimos foi a institucionalização do privilégio e a perseguição de quem ousa falar a verdade.
Se queremos um país de verdade, e não uma democracia de fachada, medidas drásticas precisam ser tomadas. Não podemos aceitar que um ministro do Supremo atue como vítima, investigador e juiz, ignorando a Constituição para atender interesses próprios ou de grupos aliados.
A boa notícia é que o caminho para o fim desse ciclo já tem data marcada: 2026.
Mais do que nunca, a eleição de 2026 não será apenas uma disputa política, mas uma batalha pela sobrevivência das nossas liberdades. Precisamos de um Senado que não se curve. Precisamos eleger senadores com a coragem de @marcelvanhattem, que enfrenta o sistema de frente, para que os pedidos de impeachment e a fiscalização dos abusos do STF finalmente saiam da gaveta.
A direita terá a chance histórica de conquistar a Presidência, a maioria no Congresso e, principalmente, a maioria no Senado. É lá que o jogo se decide. É lá que a freio de arrumação nos abusos de autoridade acontece.
Ocupar Brasília com quem tem princípios e coragem deixou de ser um desejo: virou uma necessidade de sobrevivência nacional.”