sábado, 10 de janeiro de 2026

PARLAMENTARES APONTAM PERVERSIDADE DE MORAES CONTRA BOLSONARO E REAGEM: BANCO MASTER, TIRANIA, IMPEACHMENT


 O ex-presidente Jair Bolsonaro foi conduzido à Superintendência da Polícia Federal, logo após uma cirurgia e vários procedimentos médicos, o que levou a questionamentos sobre as motivações e a perversidade do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que decide sobre cada aspecto da vida do ex-presidente. 

O deputado Giovani Cherini disse: “Por ordem de Moraes, Bolsonaro recebe alta e é levado direto à PF. Isso é tratado como Vl0L4ÇÃ0 de direitos humanos”.

O senador Flávio Bolsonaro publicou uma foto de Jair Bolsonaro durante uma de suas internações e questionou: 

“Até quando Moraes terá procuração para praticar a tortura?

Em mais uma decisão cheia de sarcasmo, dizendo que saúde de Bolsonaro “melhorou”, o laudo médico é claro em apontar que ele precisa de cuidados permanentes que não podem ser garantidos numa prisão - existe até o risco de AVC em função das complicações em sua saúde.

Leia o laudo, ser abjeto!

Ps.: a foto é da 11ª cirurgia, que durou 12 horas, em abril de 2025. A saúde de Bolsonaro nunca mais foi a mesma após a facada de um ex-militante do PSOL, nas eleições de 2018”.

O ex-ministro Adolfo Sachsida alertou: 

“Meus caros, por qualquer métrica razoável de análise, as decisões do ministro Alexandre de Moraes configuram abuso de poder e colocam em risco a integridade de Jair Bolsonaro. Já vimos, em episódios anteriores, como esse tipo de postura produziu consequências graves. Entre elas a morte de Clezão.

Fica a pergunta: que rumo o Brasil tomará se uma injustiça dessa natureza resultar em uma tragédia? É realista imaginar que haveria pacificação nacional depois disso?

É preciso reconhecer que a tensão institucional chegou a um ponto perigoso. O bom senso e a prudência indicam que é hora de interromper essa escalada e cessar a perseguição política contra Bolsonaro. O país precisa de equilíbrio, respeito às garantias legais e compromisso com a estabilidade democrática”.

O deputado Sóstenes Cavalcante publicou: 

🚨 ATENÇÃO, BRASIL 🚨

A história ensina uma lei que não falha: a lei da semeadura.

Tudo o que se planta, se colhe.

Tudo o que o ministro Alexandre de Moraes está semeando, também colherá.

E acima de qualquer poder humano, Deus é um justo Juiz.

Nada passa despercebido aos Seus olhos.

“O estado de saúde de Jair Bolsonaro é grave, comprovado por laudos médicos e por um histórico clínico conhecido.

Negar cuidados compatíveis com essa realidade não é firmeza judicial.

É punição física.

É tortura institucional.”

Ignorar médicos, desprezar riscos reais de vida e assumir conscientemente as consequências dessa escolha ultrapassa todos os limites do Direito e configura abuso de poder.

A lei da colheita é implacável.

Tudo o que se planta, se colhe.

E Deus, o justo Juiz, julgará tudo o que está sendo feito”.

O deputado estadual Paulo Mansur disse: 

“Demorei para acreditar.

Pesquisei várias vezes nos jornais e coloquei até na inteligência artificial.

E é verdade: Alexandre de Moraes negou o pedido de volta do presidente Jair Bolsonaro para casa.

Mas uma coisa ficou clara: valeu e muito a #BolsonaroEmCasa.

Colocamos para fora o sentimento de milhões de brasileiros e permanecemos líderes em tweets no Brasil por 4 dias. O povo falou. O Brasil se manifestou.

Moraes não respeita os brasileiros.

E o que está sendo feito agora é desumano: ignorar laudos, ignorar a condição clínica, ignorar a humanidade. Isso não é justiça. É rigor seletivo. É perseguição.

Seguimos firmes.

Com voz, com coragem e com verdade”.

O senador Doutor Hiran se manifestou sobre o bloqueio de contas da esposa do ex-deputado Delegado Ramagem, dizendo: 

“Conheço @rebecaramagem há mais de 25 anos. Fomos colegas de serviço público em Roraima, quando eu atuava como médico-legista e ela como delegada. Ao longo da sua trajetória, Rebeca construiu uma carreira sólida, concursada, hoje procuradora do Estado, além de ser mãe, esposa e uma mulher extremamente competente, corajosa e respeitada.

Causa profunda indignação ver suas contas bancárias e o próprio salário totalmente bloqueados, inclusive verba de natureza alimentar, essencial para sustentar duas filhas ainda muito jovens. Trata-se de uma medida desproporcional, injusta e que fere princípios básicos do Estado Democrático de Direito.

O mais grave é que não há crime pessoal atribuído a ela. Rebeca não responde por atos ilícitos. Sua única “acusação” é ser esposa de Alexandre Ramagem, mesmo estando casada sob regime de separação de bens. Isso não pode ser normalizado em um país que se diz democrático.

Faço aqui um apelo para que o Supremo Tribunal Federal analise com responsabilidade e critério o recurso apresentado, para que essa injustiça seja corrigida o quanto antes. Nenhuma família pode ser penalizada dessa forma. Nenhuma mulher pode ser punida por vínculos familiares. O silêncio diante desse tipo de abuso nos aproxima perigosamente da ruptura do Estado de Direito.

Fica a reflexão: e se isso acontecesse com as esposas de qualquer um de nós? O que aceitaríamos calados hoje pode atingir qualquer cidadão amanhã”.

O ex-ministro Adolfo Sachsida publicou, em seu Substack, um artigo comentando a decadência da velha imprensa e sua responsabilidade no estabelecimento do regime ditatorial do Brasil. Ouça:  

Triste ano para Estadao, Folha e OGlobo

Espero que em 2026 Estadao, Folha e OGlobo compreendam que não podem apontar que um processo é inconstitucional e ao mesmo tempo defender sua legalidade.

Adolfo Sachsida

dez 31

Registro para a posteridade

O ano de 2025 tende a ser lembrado como um marco singular. Em editoriais recentes, Estadão, Folha e O Globo reconheceram que os julgamentos envolvendo Jair Bolsonaro e os réus do 8 de janeiro ultrapassaram limites constitucionais essenciais. Apesar disso, parte do debate público tratou tais violações como toleráveis — porque atingiam adversários políticos. Ao mesmo tempo, os próprios editoriais advertiram que, uma vez finalizados tais processos, os poderes deveriam retornar a normalidade.

A experiência histórica é clara: poderes que se acostumam a ignorar a lei raramente retornam espontaneamente aos seus limites. A tentação do “caso especial” abre a porta para um padrão. A inquietação de hoje nasce exatamente da percepção de que esse padrão ganhou vida própria.

Democracias maduras não se constroem sobre exceções reiteradas, mas sobre previsibilidade jurídica, freios institucionais e respeito a garantias que protegem todos — aliados e opositores. A Constituição não é uma ferramenta tática; é um pacto civilizatório. Sempre que a tratamos como instrumento circunstancial, minamos a confiança social e enfraquecemos o próprio Estado de Direito.

Há, também, um compromisso silencioso que cada geração assume com a seguinte: entregar um país mais livre, mais justo e mais fiel às suas regras do que aquele que recebeu. Quando abrimos brechas por conveniência política, quebramos esse pacto e empurramos para o futuro os custos de um presente impaciente. Lideranças responsáveis — como tantas vezes lembrou Ronald Reagan — compreendem que a liberdade não é herdada automaticamente: precisa ser defendida, protegida e transmitida.

É nesse contexto que a anistia aos envolvidos no 8 de janeiro deve ser debatida com serenidade. A anistia não é esquecimento, tampouco indulgência automática. Trata-se de um instrumento constitucional de reconciliação e pacificação nacional, utilizado em diversos momentos da história — no Brasil e no mundo — para impedir que crises políticas se cristalizem em feridas permanentes.

Quando bem concebida, a anistia cumpre três funções essenciais:

1. restabelece a normalidade institucional, encerrando ciclos de excepcionalidade;

2. reduz a litigiosidade e a polarização, devolvendo previsibilidade às relações entre Estado e sociedade;

3. reafirma a centralidade das regras, sinalizando que a Constituição volta a ocupar o lugar que lhe pertence.

Nada disso dispensa a lei. Ao contrário: exige que a lei seja aplicada com proporcionalidade, que eventuais abusos institucionais sejam reconhecidos e que se rejeite a ideia de punição como instrumento político. A reconciliação e pacificação verdadeiras nasce quando a Justiça se mostra firme — mas também imparcial e limitada por regras conhecidas.

Defender o Estado de Direito não significa proteger pessoas; significa proteger princípios. E quando os princípios prevalecem, as instituições se fortalecem, a economia ganha confiança, e o país honra sua responsabilidade com as próximas gerações. Esse é o legado que devemos registrar — e preservar.

Espero que em 2026 o @Estadao a @folha e @OGlobo_Rio compreendam que não podem apontar que um processo é inconstitucional e ao mesmo tempo defender sua legalidade.

O deputado Helio Lopes disse: 

“Bolsonaro recebe alta médica, mas em vez de repouso, é conduzido diretamente à superintendência da PF. Mesmo sem risco de fuga ou descumprimento de cautelares, a recuperação vira exposição pública. Até quando o direito à saúde será tratado como PUNIÇÃO e CASTIGO? Isso é humilhação institucional!

O senador Astronauta Marcos Pontes disse: 

“CRUEL - MORAES NEGA PRISÃO DOMICILIAR A BOLSONARO

Desumano negar prisão domiciliar a um ex-presidente que passou por cirurgias e ainda requer cuidados. Jair Bolsonaro está em recuperação médica e não representa risco algum à sociedade.

Isso é um absurdo, notoriamente um ato de crueldade institucional.

Não é humano.

Não é justo.

Não se trata de política.

Trata-se de humanidade.

Trata-se de direitos básicos.

Quando o Estado perde a capacidade de agir com equilíbrio, proporcionalidade e compaixão, algo está profundamente errado. A Justiça não pode se transformar em instrumento de vingança.

O Brasil não foi construído para punir pessoas fragilizadas.

Foi construído sobre leis, limites e dignidade humana.

Hoje, mais do que nunca, precisamos dizer com clareza que isso não é justiça”.

O deputado General Girão afirmou: “O que estão fazendo com Jair Bolsonaro é desumano e revoltante. Depois de passar por diversos procedimentos cirúrgicos em poucos dias, receber alta e, imediatamente, ser jogado numa cela da Polícia Federal, demonstra que isso não tem nada a ver com Justiça. Isso é perseguição política escancarada. É tortura velada, física e psicológica, contra um líder que representa milhões de brasileiros. Que sempre enfrentou o sistema de cabeça erguida e que agora é tratado como inimigo a ser abatido”.

O deputado estadual Carmelo Neto apontou: “O ódio do Moraes deve estar insuportável: quanto mais ele tenta silenciar Bolsonaro, mais o povo demonstra confiança e apoio. Basta o JB indicar Flavio Bolsonaro como pré-candidato e, em pesquisa fresquinha, o filho já aparece empatado tecnicamente com Lula no segundo turno (Paraná Pesquisas: 44,1% x 41%). É o Brasil dizendo alto e claro: a narrativa deles não cola mais”.

O ex-vereador Carlos Bolsonaro desabafou: 

“É  preciso dizer com todas as letras: o que está em curso no Brasil não é a aplicação rigorosa da lei, mas um exercício reiterado de abuso de poder, concentrado nas mãos de um ministro que ultrapassou, há muito tempo, qualquer limite aceitável em um Estado de Direito. As decisões tomadas por esse sujeito não apenas violam garantias constitucionais básicas, como expõem deliberadamente Jair Bolsonaro a riscos reais, físicos e humanos.

Não se trata de hipótese, exagero retórico ou “narrativa”. Já vimos o desfecho concreto desse método. Já houve vítima fatal. A morte de Clezão não foi um acidente nem uma fatalidade imprevisível - foi consequência direta de um sistema que normalizou a arbitrariedade, desprezou alertas, ignorou a dignidade humana e operou sem freios institucionais.

Diante disso, qualquer tentativa de relativizar o que está acontecendo é desonestidade intelectual. A pergunta correta não é se isso pode terminar mal, mas quando e com que custo. Que país restará se mais uma injustiça dessa magnitude resultar em mais uma tragédia? Alguém, em sã consciência, acredita que haverá pacificação nacional após eventos diários desse porte?

A tensão institucional não está “alta”; ela está à beira do colapso. Persistir nessa escalada autoritária não fortalece a democracia - corrói sua legitimidade, implode a confiança pública e empurra o país para um cenário de instabilidade profunda. O silêncio cúmplice e a omissão covarde de setores que deveriam zelar pela Constituição apenas agravam esse quadro.

Interromper imediatamente essa perseguição política não é favor, não é concessão e não é ideologia - é dever institucional. O Brasil não pode ser governado por decisões personalistas, sem contraditório efetivo, sem limites e sem responsabilidade.

Ou se restaura agora o império da lei, com equilíbrio, garantias e freios reais ao poder, ou o país caminhará conscientemente para um ponto cujas consequências ninguém poderá fingir que não previu”.

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