A manifestação de Lula, que escolheu o lado do ditador deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, preso hoje em uma operação das Forças Armadas dos Estados Unidos, foi alvo de comentários de cidadãos e parlamentares, que apontaram que, além da afinidade ideológica entre os ditadores, Lula teria medo de uma delação premiada do ditador venezuelano, que pode revelar segredos de todos os líderes do Foro de SP.
O vereador Rubinho Nunes disse:
“NÃO FALHA! Lula condena os Estados Unidos, mas não teve a mesma coragem para condenar Maduro esmagando o próprio povo com tanques.
Para Lula, ditador amigo ganha blindagem moral, dinheiro público e discurso de “soberania”.
O povo venezuelano passa fome, apanha nas ruas e foge do país, e Lula escolhe defender o carrasco.
Mais uma vez, fica claro: Lula não erra por ingenuidade. Ele escolhe o lado errado conscientemente”.
O senador Flavio Bolsonaro afirmou:
“Lula não está preocupado com a soberania da Venezuela ou com seu ex-amigo e ditador Maduro. Só está preocupado consigo mesmo, como sempre.
Lula não deu uma palavra sobre os mais de 8 milhões de venezuelanos que fugiram para outros países, inclusive o Brasil, por medo da miséria e da perseguição da ditadura de Maduro.
Essas pessoas chegavam em Roraima depois de andarem meses a pé, sendo assaltadas, violentadas e tratadas com desumanidade pelas autoridades chavistas venezuelanas!”
O deputado estadual Felipe Camozzato disse:
“Venezuela livre do ditador, para a alegria da população e o lamento de esquerdistas, do governador Eduardo Leite e de alguns "jornalistas".
Soberania pra esquerdista só existe quando o ditador amigo é deposto. Para um povo refém de ditadura, perseguição, fraude eleitoral, sequestrado de suas vontades e autodeterminação, não existe soberania. Cuidado com estes cínicos e hipócritas!”
O advogado André Marsiglia apontou: “A Venezuela não tinha mais soberania a ser preservada. Não há soberania em regimes tirânicos com instituições falidas. Soberania que não é do povo não existe. Tirar Maduro é devolver a soberania à Venezuela. O resto é propaganda ideológica”
O vereador Major Vítor Hugo disse:
“A TIRANIA CAIU! A VENEZUELA ESTÁ LIVRE!
Donald Trump confirma: Maduro foi capturado e retirado do poder.
O pesadelo socialista chegou ao fim!
A força venceu a opressão. Hoje, o bem triunfa sobre o mal e a liberdade volta a brilhar na América Latina.
É o fim da impunidade e o começo de uma nova era de prosperidade.
O mundo celebra a queda da ditadura!”
(...)
“Hoje caiu Maduro. Em outubro, pela ação dos brasileiros na eleição mais importante de nossa História, cairá Lula”.
O deputado Sóstenes Cavalcante disse:
“PRESENTE PARA O INÍCIO DE 2026
Principalmente para os mais de 8.000.000, oito milhões de venezuelanos que fugiram para outros países, inclusive o Brasil!!!
Estas pessoas chegavam em Roraima depois de andarem meses a pé, sendo assaltadas, violentadas e tratadas com desumanidade pelas autoridades chavistas venezuelanas!
A ESQUERDA é uma vergonha Mundial!”
O deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, disse: “Hoje, depois da captura do narcotraficante Nicolás Maduro, amigo de Lula e do PT, muitos fazem fala fácil. Eu já venho denunciando esse narcotraficante há mais de três anos. Até que enfim o povo venezuelano foi liberto desse tirano!”.
O deputado Mário Frias apontou:
“Hoje, quando a Venezuela começa a romper as correntes que a aprisionaram, não devemos nos perguntar quem venceu batalhas momentâneas. Devemos lembrar quem manteve a honra quando tudo convidava à rendição.
Ao povo venezuelano, digo: este dia não apaga a dor, mas dá sentido ao sacrifício. A liberdade que nasce agora carrega o sangue dos que ousaram resistir quando resistir parecia inútil. Guardem essa memória. Protejam-na. Defendam-na com vigilância eterna.
Guardem o nome de Óscar Pérez.
Protejam sua história.
Ensinem seus filhos quem ele foi.
Porque povos que esquecem seus mártires acabam entregando, outra vez, a liberdade a novos tiranos.
Óscar Pérez não viveu para ver a Venezuela livre.
Mas a Venezuela só começa a se libertar porque ele existiu”.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, disse:
“O povo da Venezuela tem motivos para comemorar a ação do presidente Trump. Maduro é um ditador que viola direitos humanos, persegue e silencia opositores. Não respeita os valores democráticos, tão caros a todos nós!
A liberdade deve ser o bem maior a orientar as ações dos governos na América Latina. Devemos fortalecer a luta contra o narcoterrorismo que assola o continente.
Hoje, o povo da Venezuela se libertou da tirania!”
O deputado distrital Thiago Manzoni compartilhou trecho de discurso em que denunciava a amizade de Lula com o ditador e disse: “Lula não surpreende ninguém ao condenar a prisão de Maduro. O Presidente do Brasil envergonha o país ao se aliar a ditadores. Maduro é apenas mais um deles”.
O vereador Matheus Braga lembrou: “O ditador capturado Nicolás Maduro, adorado pela esquerda brasileira, foi o mesmo que mandou atropelar civis venezuelanos com um tanque. Jamais esqueceremos”.
O vereador Adrilles Jorge apontou:
“Enquanto Venezuela comemora libertação , Lula CONDENA invasão à Venezuela e sai em defesa do ditador maduro. Como esperado . Ditadores no mundo , como Putin , saem em defesa do tirano maduro . Lula está entre eles , inclusive TRAINDO a confiança que Trump lhe colocou. Lula tem MUITO a explicar porque é um arquivo vivo nas mãos do tirano maduro que foi endossado e financiado por Lula . O POVO venezuelano comemora em massa sua libertação. Soberania nacional é a do POVO, não a de um ditador . O momento histórico é claro: quem condena a queda da ditadura venezuelana é CANALHA como maduro”.
O deputado estadual Danilo Balas disse:
“Desde 2002, o povo venezuelano sofria com as desgraças do chavismo.
Estagnação econômica, inflação, criminalidade urbana, censura, perseguição, repressão a protestos, prisões ilegais, tortura e morte de opositores passaram a fazer parte do cotidiano da Venezuela.
Apenas em 2017, mais de 5.200 opositores foram assassinados. Dados de 2021 mostram que 95% da população venezuelana vivia em pobreza, e 77% em pobreza extrema. Mais de 8 milhões de venezuelanos deixaram o país. Somente em 2024, cerca de 194 mil venezuelanos fugiram para o Brasil.
O dia de hoje marca o início de um longo trabalho de restauração e estabilização da Venezuela. Desejamos toda a sorte ao povo venezuelano nesse processo, e que o exemplo de perseverança e fé, mesmo diante das condições mais terríveis, continue a inspirar todo o continente.
Faremos a nossa parte para expor e derrotar todos os cúmplices de Maduro aqui no Brasil”.
O senador Astronauta Marcos Pontes disse:
“DITADURAS CAEM. O POVO PERMANECE.
Que a LIBERDADE vença sempre!
A queda de Nicolás Maduro precisa marcar o fim da opressão de um regime que isolou a Venezuela, destruiu sua economia, quebrou famílias e expulsou milhões de pessoas do próprio país.
Ditaduras sempre prometem igualdade…mas entregam miséria e medo.
A Venezuela pode reconstruir sua história.
Com liberdade vêm oportunidades. Com oportunidades vem dignidade.
Liberdade é pré-requisito para prosperidade!
Povos livres constroem o próprio futuro!”.
O deputado estadual Bruno Souza publicou foto do ditador capturado e disse:
“Esta imagem simboliza o que milhões esperaram por anos: o fim da impunidade. Nicolás Maduro preso.
Foram décadas de um regime autoritário que devastou a Venezuela:
▪️ Repressão violenta: Milhares de mortos em protestos por liberdade.
▪️ Violação de Direitos Humanos: Prisões políticas, tortura e perseguição sistemática.
▪️ Censura: O fim da imprensa livre e das instituições democráticas.
▪️ Caos Social: Hiperinflação, fome e a destruição da economia.
▪️ Êxodo: Mais de 7 milhões de venezuelanos forçados a abandonar seus lares.
Um país outrora próspero foi levado à ruína pela corrupção e pelo autoritarismo. Nenhum ditador é eterno e, para todo tirano, a conta finalmente chega”.
O deputado Cabo Gilberto Silva divulgou uma NOTA OFICIAL da Liderança da Oposição na Câmara dos Deputados:
“A Liderança da Oposição na Câmara dos Deputados vem a público manifestar-se sobre os recentes acontecimentos na Venezuela, que marcam o fim de um dos períodos mais sombrios da história recente da América Latina.
É imperativo restabelecer a verdade diante das narrativas que tentam transformar um tirano em vítima: Nicolás Maduro nunca foi um líder democrático.
Maduro foi um ditador sanguinário, responsável por conduzir uma máquina de repressão que esmagou sistematicamente a oposição política, silenciou a imprensa livre e forçou milhões de venezuelanos ao exílio para fugir da fome e da miséria.
Sob seu comando, a Venezuela tornou-se um palco de violações contumazes dos Direitos Humanos.
Relatórios de organismos internacionais comprovaram, reiteradas vezes, a existência de centros de tortura, execuções extrajudiciais e a prisão arbitrária de qualquer cidadão que ousasse clamar por liberdade.
A soberania de um país reside em seu povo, e não pode ser utilizada como escudo para proteger criminosos que sequestram o Estado para perpetuar-se no poder.
Enquanto setores da esquerda brasileira lamentam a queda de seu aliado histórico, ignorando o sofrimento das famílias venezuelanas, nós, que defendemos a verdadeira democracia, olhamos com esperança para o futuro.
Não há espaço no mundo civilizado para regimes que se sustentam pelo medo e pela violência.
A Oposição brasileira reafirma seu compromisso com a liberdade e espera que este seja o início de uma transição rápida e segura para a democracia, devolvendo ao povo venezuelano a dignidade e o direito de escolher o seu próprio destino”.
O deputado estadual Capitão Martim disse: “A captura de Nicolás Maduro marca o fim de um dos maiores símbolos da tirania na América Latina. Ditador que quebrou a Venezuela e perseguiu opositores, agora será responsabilizado. O Brasil deve estar ao lado da liberdade, não de tiranos.”
O deputado Carlos Jordy disse: “Lula se pronunciou sobre a prisão do ditador venezuelano e adivinha de que lado ele ficou? Não foi do lado do povo venezuelano, que vem sofrendo com a opressão e tirania de anos do regime comunista de Maduro”.
A deputada Caroline de Toni disse: “Lula não surpreende e defende seu amigo, o ditador Nicolás Maduro. Mas, essa nota não representa o povo brasileiro. Representa a omissão de quem fecha os olhos para a tirania, relativiza ditaduras, passa pano para o terrorismo e insiste em chamar de “zona de paz” uma região dominada pelo narcoterrorismo, pela miséria e pela opressão. Falar em soberania enquanto ignora um povo esmagado por um regime autoritário não é diplomacia. É cumplicidade”.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro publicou:
“A América Latina vive há décadas sob a influência de uma rede de poder que ultrapassa fronteiras e combina ideologia, crime organizado e projetos de perpetuação no poder. No centro desse sistema estão regimes autoritários, movimentos políticos articulados regionalmente e estruturas do narcotráfico usadas como fonte de financiamento e controle social.
O regime venezuelano tornou-se um eixo estratégico dessa rede. Investigações e denúncias internacionais apontam para a infiltração do tráfico de drogas em setores do Estado, integrando o crime organizado à lógica do poder. Esse modelo se espalha por rotas que passam pela Colômbia, América Central, Caribe e chegam ao Brasil, frequentemente protegido por discursos que rotulam críticas como “perseguição ideológica”.
Cuba exerce papel central como polo de formação política, inteligência e articulação estratégica. Ao longo de décadas, exportou métodos de controle do Estado, repressão à dissidência e propaganda, influenciando governos e movimentos em toda a região.
Nesse contexto, o atentado e a perseguição contra Jair Bolsonaro em 2018 - e os fatos posteriores - não podem ser tratados como episódios isolados. O ambiente de ódio político, a radicalização organizada e o silêncio de setores que se dizem defensores da democracia levantam questionamentos legítimos.
O que se vê é uma teia continental que corrói democracias, enfraquece instituições e submete populações ao medo e à censura. Romper essa engrenagem exige coragem, transparência e cooperação internacional real.
Viva a liberdade, e que Deus proteja @jairmessiasbolsonaro .”