sábado, 10 de janeiro de 2026

DONALD TRUMP E MARCO RUBIO SE PRONUNCIAM APÓS ATAQUE À VENEZUELA E CAPTURA DO DITADOR MADURO


Após uma madrugada de explosões em vários pontos da cidade de Caracas e relatos da presença de aviões da força aérea americana, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a autoria dos ataques e que o ditador Nicolás Maduro foi preso. Trump disse: “os Estados Unidos da América realizaram, com sucesso, um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, Nicolás Maduro, que foi, juntamente com sua esposa, capturado e retirado do país. Esta operação foi feita em conjunto com as polícias americanas. Os detalhes serão divulgados em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje às 11:00, em Mar-a-Lago. Obrigado por sua atenção a este assunto!”. 

O Secretário de Estado americano, Marco Rubio, compartilhou um print de uma postagem de julho de 2025, em que dizia: “Maduro NÃO É o presidente da Venezuela e seu regime NÃO É o governo legítimo. Maduro é o chefe do Cartel de los Soles, uma organização narcoterrorista que tomou posse de um país. E ele foi indiciado por mandar drogas para os EUA”. 

O vice-presidente americano, JD Vance, apontou: “O presidente ofereceu várias alternativas, mas foi muito claro durante todo o processo: o tráfico de drogas precisa parar e o petróleo roubado precisa ser devolvido aos Estados Unidos. Maduro é a pessoa mais recente a descobrir que o presidente Trump fala sério. Parabéns aos nossos bravos operadores especiais que realizaram uma operação verdadeiramente impressionante”.

O vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, declarou: “um novo amanhecer para a Venezuela! O tirano se foi. Ele agora irá - finalmente - encarar a justiça por seus crimes”. 

A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, publicou: 

“Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram indiciados no Distrito Sul de Nova York. Nicolás Maduro foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos. Em breve, eles enfrentarão toda a severidade da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos. Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, gostaria de agradecer ao Presidente Trump por ter a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas bravas Forças Armadas que conduziram a incrível e bem-sucedida missão de captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais”.

O deputado americano Carlos Gimenez disse: 

“Acabei de falar com o Secretário de Estado Marco Rubio.

O presidente Trump mudou o rumo da história no nosso hemisfério. Nosso país e o mundo estão mais seguros graças a isso. 

A ação decisiva de hoje é o equivalente, para o hemisfério, à queda do Muro de Berlim. 

É um grande dia na Flórida, onde a maioria dos exilados da Venezuela, de Cuba e da Nicarágua moram. Esta é a comunidade que eu represento e nós estamos plenos de emoção e esperança. 

Somos eternamente gratos ao presidente Trump e aos nossos bravos militares por esta operação militar estelar. Obrigado!”

Gimenez acrescentou: “Aqueles que impedirem a transição democrática na Venezuela enfrentarão consequências piores do que Nicolás Maduro e Cilia Flores. O povo venezuelano elegeu Edmundo e María Corina Machado. Chegou a hora de afirmar o resultado e escolher uma Venezuela livre, uma Venezuela para todos”.

Brasileiros

No Brasil, a repercussão foi imediata; parlamentares e cidadãos comemoram a queda do ditador e fazem votos de que a América Latina consiga se libertar do jugo do Foro de São Paulo. 

O deputado estadual Major Mecca afirmou: 

“Foram décadas de ditadura, repressão e miséria impostas ao povo venezuelano. Um regime de esquerda que perseguiu opositores, prendeu quem discordava, matou quem resistiu e levou um país rico à fome, ao colapso e ao êxodo de milhões de pessoas. A Venezuela virou símbolo do que a esquerda faz quando chega ao poder sem limites.

Nicolás Maduro não é vítima de nada. É responsável direto por mortes, perseguições políticas, destruição econômica e sofrimento humano em escala histórica. Cada preso político, cada família separada, cada criança passando fome carrega a marca desse regime criminoso.

A prisão de Maduro representa justiça. Justiça para quem foi silenciado, para quem foi torturado, para quem morreu apenas por não apoiar o ditador. E justiça, muitas vezes, não vem sozinha — ela precisa ser enfrentada.

Donald Trump fez o que o mundo inteiro se recusou a fazer por covardia ou conveniência ideológica: enfrentar uma ditadura de esquerda e colocar um fim na impunidade. Enquanto muitos discursavam, ele agiu.

Agora, o povo venezuelano tem a chance de recomeçar. De reconstruir seu país, escolher seus líderes com liberdade e recuperar a dignidade que lhes foi roubada por anos de autoritarismo socialista.

Que isso sirva de alerta: ditaduras de esquerda não caem com palavras. Caem quando são confrontadas. E hoje, a Venezuela vê uma porta se abrir depois de muito tempo no escuro”.

O deputado Nikolas Ferreira publicou: 

“Oscar Pérez se sacrificou quando quase ninguém via sentido nisso. Atos heroicos são assim: na hora, parecem apenas sementes enterradas. Mas um dia dão frutos. Que a Venezuela colha liberdade, justiça e um novo começo. Que o povo venezuelano volte a viver sem medo”. 

Nikolas Ferreira acrescentou: “que todos os ditadores da América Latina, sejam presidentes ou juízes, tenham o mesmo destino”. 

O senador Flávio Bolsonaro divulgou uma declaração: 

“A Venezuela tornou-se um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma nação. Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário. Maduro utilizava o território venezuelano como rota estratégica para a distribuição de drogas para diversos países.

O resultado é uma tragédia humanitária: colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa, desabastecimento de alimentos e medicamentos e mais de 7 milhões de venezuelanos obrigados a deixar sua terra para sobreviver. Hospitais em ruínas, violência crescente e pobreza fazem parte do cotidiano de um povo que já sofreu demais.

Nada disso foi acaso. É consequência direta de um projeto autoritário que destruiu a liberdade, corroeu a democracia e transformou uma das nações mais ricas da América Latina em sinônimo de sofrimento e desesperança.

Mesmo diante desse cenário devastador, o povo venezuelano resiste. Resiste com fé, dignidade e coragem. Nenhuma ditadura é eterna. A liberdade sempre encontra seu caminho.

O comunismo nunca levou um povo à prosperidade; só levou nações inteiras ao medo, à fome e à fuga. Ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade.

Que Deus fortaleça cada família venezuelana, conforte os que sofrem e proteja todos aqueles que lutam pela liberdade.

A Venezuela voltará a ser livre!”

O deputado Osmar Terra disse: “Nossa homenagem aos mártires e ao heróico povo venezuelano, no  alvorecer da democracia e da liberdade na Venezuela !”.

O senador Marcos do Val publicou uma imagem representando Nicolás Maduro capturado e compartilhou a mensagem do presidente Donald Trump: “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com sua esposa, capturado e retirado do país por via aérea. Esta operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança dos Estados Unidos. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa, hoje às 13h no horário de Brasília”.

O deputado Marcel van Hattem disse: “Venezuelanos despertam hoje com esperança: o ditador foi preso! Fraudes eleitorais, tortura e assassinato de opositores, fome e miséria generalizadas... que Maduro pague, e pague CARO, por cada crime que cometeu com a cumplicidade de Lula, do PT e da extrema-esquerda brasileira”.

O deputado Cabo Gilberto Silva disse: 

“Nenhuma ditadura irá durar para sempre, pode até demorar, mas irá acabar um dia.

Hoje acaba a ditadura da Venezuela.

A ditadura da toga brasileira também irá acabar!!”

A vereadora Mariana Lescano publicou a fotografia de Maduro capturado e disse: 

“A IMAGEM DO ANO!

Por Oscar Perez, por Corina Machado, por tantas famílias, inocentes, presos, exilados, assassinados e vítimas desta Ditadura que durou 27 anos. HOJE, a Venezuela enfim respira Liberdade e Esperança! Que sirva de exemplo pra nós brasileiros Jamais desistirmos do nosso Brasil!”.

O deputado estadual Danilo Balas desejou: “Que a queda do ditador Nicolás Maduro traga, finalmente, democracia, paz e prosperidade ao povo venezuelano!”.

O ex-deputado estadual Douglas Garcia disse: “Nenhuma ditadura dura para sempre”.

O juiz Marcelo Bretas disse: “Quem está por cima saiba que sempre haverá outro superior, e que em algum momento prestará conta de seus atos. Toda autoridade é transitória e limitada”.

O senador Magno Malta disse: “O comunismo treme. A América Latina não nasceu para a tirania. “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)”

O deputado estadual Prof. Claudio Branchieri comemorou: 

“MADURO CAIU !!

Enquanto muita gente dormia, Caracas virou cenário de filme. Um ataque rápido, coisa de horas, e o ditador que jurava ser eterno saiu do poder da única maneira disponível: pela força!

O valentão que mandava prender, torturar e passar fome o próprio povo descobriu que bravata funciona até o dia em que alguém bate na porta de madrugada.

Aí acaba o discurso, acaba a pose e acaba o regime.

E que isso sirva de aviso pra todo tirano da América Latina: ditadura não dá imunidade eterna. Quem pisa no povo mais cedo ou mais tarde cai. Ontem foi a Venezuela. O recado foi geral”.

A Dra Mayra Pinheiro comemorou: 

“Toda tirania um dia tem fim! 

Viva o povo Venezuelano!

Viva a liberdade!

Maduro preso!

Fora Lula!

Fora Alexandre de Moraes!”

O deputado cassado Eduardo Bolsonaro disse: “O regime venezuelano é o pilar financeiro, logístico e simbólico do Foro de São Paulo.  Com a captura de Maduro vivo, agora Lula, Petro e os demais do Foro de São Paulo terão dias terríveis, anotem. Viva a liberdade!”.

O perfil do Movimento Advogados de Direita Brasil publicou: 

“A captura de Nicolás Maduro pelos EUA é um recado claro: um violador de direitos humanos não pode se esconder atrás do poder para sempre. Repressão brutal, prisões arbitrárias, perseguição política e a miséria imposta ao povo venezuelano precisam de responsabilização. Todo ditador tem um fim. Parabéns, EUA”.

A deputada Bia Kicis afirmou: “Os Venezuelanos vem sonhando há anos com esse momento”.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse: “Que este 3 de janeiro entre para a história como o dia da libertação do povo venezuelano, oprimido há mais de 20 anos pela narcoditadura chavista. Que a democracia, a liberdade e a prosperidade se instalem no país”.

O general Elias Martins comemorou: “Viva o povo venezuelano, finalmente livre de um ditador sanguinário que frauda eleições, viola direitos humanos e mantém o povo na pobreza e escravidão. Apoiar esse regime é ser contra a Democracia e contra o povo venezuelano. Que as liberdades e o progresso imperem na Venezuela!”.

O deputado Cabo Junio Amaral disse: 

“Tão maduro que chegou a hora de cair. 

Viva a liberdade da Venezuela e do seu povo e “sorte” ao Foro de São Paulo. Trump manda lembranças”.

O deputado estadual Tomé Abduch disse: 

“O amiguinho do Lula foi preso. 

De pensar que nós já recebemos esse ditador sanguinário e maldito aqui no Brasil com tapete vermelho. 

Hoje é o início da libertação de um povo!”.

O deputado Messias Donato afirmou: 

“A Venezuela é o retrato do fracasso da esquerda no poder. Uma ideologia que destruiu a economia, sufocou a liberdade e condenou milhões de famílias à miséria.

Nenhuma ditadura é eterna. Nenhum regime autoritário pode continuar humilhando o seu próprio povo.

Que, a partir de agora, a Venezuela e o seu povo encontrem um novo caminho: o caminho da liberdade, da democracia, do trabalho e da dignidade, com paz, esperança e respeito à vontade popular”.

O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança disse: “Maduro, amigo de Lula e recebido com honras no Brasil, termina como todos os tiranos: desacreditado, isolado e preso. Esse é o fim do “modelo” que a esquerda admira: ruína, exílio ou cadeia. Ps: A FOTO PODE NÃO SER REAL, A PRISÃO SIM”.

A vereadora Sonaira Fernandes disse: “Enquanto a esquerda desmorona em lágrimas... VENEZUELANOS celebram a queda de Maduro!”

O consultor Paulo Uebel, ex-Secretário de Desburocratização, disse: “O grande problema das ditaduras, dos governos ilegítimos, que violam sistematicamente os direitos humanos, é que eles não deixam uma alternativa pacífica e democrática para a mudança de regime. Assim, acabam sendo vítimas do modelo autoritário e violento que eles mesmos criaram”.

Até o senador Ciro Nogueira disse: 

“Acabou o tempo em que o ditador Maduro era tratado com um respeito que jamais mereceu. Acabou o tempo de honras de chefe de Estado e homenagens ao opressor de seu próprio povo. Acabou a ditadura de Maduro na Venezuela e acabou, sobretudo, o tempo de passar pano para ditaduras e ditadores. A esquerda não pode ter ditadores de estimação. Hoje a América do Sul começa a acordar do pesadelo”.

O jornalista Leonardo Coutinho explicou: 

“#1 É um erro tratar a operação dos Estados Unidos como uma violação da soberania da Venezuela. Soberania pressupõe Estado legítimo, instituições sólidas e respeito à vontade popular. Nada disso existe há anos no regime de Nicolás Maduro; que jamais respeitou esses quesitos.

#2 Maduro não caiu por ser ditador. Ele jamais foi um presidente, mas o líder de um Estado criminalizado, que sistematicamente violou a soberania de outros países do hemisfério intervindo em eleições, financiando instabilidades por meio da convergência do crime-terror-política.

#3 Enviou membros do Tren de Aragua para fora do país, muitas vezes disfarçados em fluxos migratórios, espalhando violência, extorsão e terror em países vizinhos e nos Estados Unidos.

#4 Maduro abrigou terroristas, protegeu redes ilícitas e transformou a Venezuela em uma catapulta de cocaína em escala industrial, com destino aos EUA. Além disso, permitiu ao Irã usar o país como uma base de drones capazes de alcançar a Flórida.

#5 O ataque dos EUA não foi contra a Venezuela como nação, mas sim contra um regime criminoso, que há anos age como uma ameaça ativa no hemisfério. Foi uma resposta a uma organização criminosa com alcance estatal, mas que não representa o Estado venezuelano.

#6 A prisão de Maduro pode até abrir espaço para uma transição na Venezuela, mas esse não é o foco principal da operação de hoje”. 

O senador Márcio Bittar afirmou: “Enquanto a esquerda brasileira e o PT de Lula financiavam e defendiam esse criminoso, o presidente Trump cumpriu sua promessa. Ele está combatendo de verdade, e não com discursos vazios, o narcoterrorismo que inunda o mundo com drogas e financia o projeto de poder do Foro de São Paulo. A queda de Maduro é uma paulada nesse esquema criminoso, no Foro de São Paulo”.

O advogado Jeffrey Chiquini ironizou: “Alguém avisa o Trump que Brasília fica a apenas 3 mil km de Caracas. Tem um cara aqui que chama Maduro de companheiro e que adoraria dividir hospedagem com ele”.

O deputado estadual Cristiano Caporezzo disse: “Em 23 de maio de 2023, Lula ofereceu honras de Estado a Nicolás Maduro e disse: “Maduro não é um homem mau”. Por que não visitá-lo agora e prestar solidariedade? O mesmo avião da FAB poderia incluir Moraes. Bem-vindo a 2026, Lula”.

A senadora Tereza Cristina disse: 

“Repercute no mundo a queda do ditador Nicolás Maduro. Acusado de narcoterrorismo, ele há anos patrocina atrocidades contra o povo, condenado à pobreza e ao êxodo, e persegue violentamente a oposição. O Brasil de Lula - que estendeu tapete vermelho para Maduro e passou pano para a fraude eleitoral contra Maria Corina e Edmundo González - , vê sua influência encolher na América Latina. Desejamos paz, respeito à soberania e vamos acompanhar os desdobramentos. Que haja luz no fim da túnel e que a democracia possa enfim retornar à Venezuela”.

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, celebrou: “Um povo que sofreu por quase três décadas na mãos da ditadura de Hugo Chávez e Nicolás Maduro volta a sonhar com a liberdade nesse começo de 2026”.

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