sexta-feira, 2 de junho de 2023

Sargento Gonçalves cobra reação a adulteração de relatório do GSI: ‘estamos esperando o mesmo peso e a mesma medida contra o general’


Da tribuna da Câmara, o deputado Sargento Gonçalves questionou por que ainda não há consequências da denúncia de que membros do governo adulteraram um relatório enviado ao Congresso Nacional, que indica que autoridades foram informadas com antecedência sobre o que ocorreria no dia 8 de janeiro e aponta para uma omissão dolosa. 

O deputado comparou com o tratamento que foi dado ao cartão de vacinação do ex-presidente Bolsonaro, quando, mesmo sem qualquer indício de participação, o ex-presidente foi alvo de busca e apreensão. O deputado disse: “A Polícia Federal foi à casa do Presidente Bolsonaro por conta de uma suposta adulteração de um cartão de vacina. E ontem apareceram informações nos meios de comunicação de que o ex-Chefe do GSI, o General Gonçalves Dias, tem fortes indícios nessa adulteração. Então, é muito grave a adulteração do relatório do dia 8 de janeiro, em que, na verdade, traz à luz mais uma verdade, a de que realmente, se for confirmado o que nós já temos denunciado aqui nessa tribuna, o Governo Federal tinha informações claras e precisas por parte da ABIN e de outros órgãos de investigação de que iriam acontecer esses atos no dia 8, de que iriam invadir a sede dos Três Poderes. Mas o Governo nada fez e, ainda por cima, adulterou relatórios importantes”.

O deputado alertou: “Precisamos prestar atenção porque tem coronel do Exército preso pela suposta adulteração de cartão de vacina. Estamos esperando o mesmo peso e a mesma medida contra o General Gonçalves Dias, ex-Chefe do GSI do Governo Lula, que está solto, acusado de adulterar o relatório do dia 8 de janeiro”.

Investigações seletivas já se banalizaram no País. No Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes conduz inquéritos sigilosos contra apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um desses inquéritos, a sede da Folha Política foi invadida e todos os equipamentos do jornal foram apreendidos. Após a Polícia Federal atestar que não havia motivos para qualquer indiciamento, o inquérito foi arquivado a pedido do Ministério Público, mas o ministro abriu outro inquérito de ofício e compartilhou os dados do inquérito arquivado. Atualmente, a renda do jornal está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em atitude que foi elogiada pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 23 meses, toda a renda de jornais, sites e canais conservadores está sendo retida, sem qualquer base legal. 

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