segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Senador Girão denuncia perseguição política na Venezuela, compara ao Brasil, e conclama a agir para restabelecer a democracia


Durante sessão do plenário do Senado, o senador Eduardo Girão, antes de iniciar seu discurso, mencionou o escândalo em torno das visitas feitas pela esposa de um dos chefes do tráfico no Amazonas a ministérios do governo Lula. O senador lembrou que a mulher estava “muito serelepe dentro dos ministérios do Brasil”. Girão explicou que, após a informação inicial de que a referida senhora esteve no ministério da Justiça, de Flávio Dino, chegou a informação de que ela esteve também no ministério dos Direitos Humanos, do ministro Sílvio Almeida. 

O senador Eduardo Girão pediu a convocação do ministro Flávio Dino, lembrando que há um longo histórico de eventos relacionados ao ministério da Justiça de Lula, que demandam explicações. Girão lembrou que, com o ministro à frente da pasta, a violência vem crescendo, que Dino “desapareceu” com as imagens de seu ministério no dia 8 de janeiro, que Dino foi blindado na CPMI que deveria ter investigado as ações e omissões no dia 8. O senador disse: “e agora esse encontro. É um histórico muito pesado. (...) Que a gente possa ouvir o ministro Flávio Dino diante dessa situação”. Eduardo Girão sugeriu também convidar o ministro Silvio Almeida, da pasta que tem em seu nome “Direitos Humanos”, para prestar esclarecimentos. 

O senador Eduardo Girão, em seu discurso, fez um duro alerta sobre a situação da ditadura venezuelana, já que o país recebeu ajuda dos Estados Unidos com o compromisso de promover eleições livres, mas vem promovendo aberta perseguição aos opositores. O senador comparou com a situação no Brasil, onde a perseguição política também é aberta. Girão lembrou que a Venezuela já foi o país mais rico da América Latina, mas, após um golpe promovido por Hugo Chávez, tornou-se um dos mais pobres. O senador disse: “Olha só a destruição causada pelos amigos daquele que é o presidente do Brasil hoje”. 

O senador lembrou que, nas últimas eleições presidenciais brasileiras, o Tribunal Superior Eleitoral, capitaneado pelo ministro Alexandre de Moraes, proibiu menções às amizades de Lula com ditadores, perseguindo duramente os conservadores, inclusive com censura prévia e cerceamento da liberdade de expressão. Girão disse: “o TSE se comportou como um partido político, beneficiando explicitamente um lado ideológico”. 

Eduardo Girão apontou: “A parcialidade ficou explícita quando um dos ministros declara publicamente que eles derrotaram o Bolsonarismo, em um evento da UNE. Um evento político, que motivou um pedido de impeachment”. O senador lembrou que o pedido se uniu a mais de 60 pedidos de impeachment de ministros do Supremo que já foram apresentados nos últimos tempos. Os pedidos são sistematicamente engavetados pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, de forma monocrática. Girão lembrou que o Brasil vive hoje uma ditadura do Judiciário. 

O senador disse acreditar que os “sinais” dados pelo presidente do Senado, permitindo o andamento de algumas PECs, possam resultar em ações que venham a promover algum equilíbrio entre os poderes. Ele lembrou: “o brasileiro está esperando essa postura de nós, senadores, para que haja, realmente, uma devida independência dos poderes”. 

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