sábado, 30 de dezembro de 2023

Coronel Tadeu diz que Lula ‘compra briga com o Congresso’ e sugere que Pacheco devolva MP: ‘quem vai pagar é a gente’


Em transmissão ao vivo pelas redes sociais, o ex-deputado Coronel Tadeu alertou sobre a sanha arrecadatória do governo Lula e as medidas que vêm sendo tomadas no apagar das luzes do ano para retirar ainda mais dinheiro dos contribuintes. O ex-deputado lembrou: “Um ano atrás, o Bolsonaro deixava 50 bilhões de superávit, tendo pego o Brasil com 240 bilhões negativos, em janeiro de 2019. E entregou, em janeiro de 2023, com 50 bi positivo. Passados 12 meses, tem-se a expectativa de 170 bilhões negativos”. 

O ex-deputado comparou as estratégias dos dois governos: “sabe como o Bolsonaro arrecadava? Estimulando o povo a comprar, baixando imposto. Era assim que o governo aumentava a arrecadação, deixando o imposto cair até a hora que entrava em equilíbrio nas contas. Curva de Laffer. (...) Era só o PT fazer a mesma coisa. Mas o PT não faz isso. O PT gasta, e gasta sem dó o nosso dinheiro. Aí é que está a má gestão, aí é que está o grande erro do brasileiro que votou no 13 nas eleições do ano passado. Porque a gente já sabia que essa conta seria negativa. Eles não sabem trabalhar com o nosso dinheiro. Aliás, eles sabem é roubar o nosso dinheiro e a Lava Jato está aí pra mostrar tudo o que aconteceu”. 

Coronel Tadeu prosseguiu: “Mas o governo tinha perdido uma batalha no Congresso, que foi a desoneração da folha, daqueles 17 setores, para aliviar a vida do empresário que sua a camisa para poder pagar os seus impostos. Aí, essa desoneração foi prorrogada pelo Congresso, e Lula vetou. Vetou integralmente o projeto da desoneração”. O ex-deputado descreveu a reação do Congresso, que derrubou o veto de Lula, e a contra-reação do governo, impondo, por Medida Provisória, o que o Congresso havia acabado de derrubar. 

O ex-deputado explicou que o Congresso pode devolver ou derrubar a Medida Provisória de Lula, mas, enquanto os parlamentares não agirem, a Medida Provisória terá validade. Ele disse: “ou o Congresso devolve a medida provisória, ou se vota o mais rápido possível, em fevereiro, logo na primeira semana, dando um não, e calou, cancelou, já era”. 

Coronel Tadeu disse: “é essa briga que esses caras estão tentando comprar com o Congresso. Agora, eu espero que façam isso mesmo, senão quem vai sofrer é o empresário. O empresário não consegue; vai repassar o imposto para o produto. E, passou para o produto, quem vai pagar é a gente”

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