segunda-feira, 18 de março de 2024

Deputado Marcon aponta verba milionária repassada pelo Gov. Lula à Globo, escancara ‘conto do vigário’ e faz alerta


Em sua live semanal, o deputado federal Maurício Marcon ironizou as eleições que são realizadas em ditaduras abertas como a Rússia e a Venezuela, e traçou paralelos com o Brasil. O deputado disse: “para surpresa de absolutamente zero pessoas, Putin foi reeleito na Rússia; muito parecido com a eleição que vai ter na Venezuela, do Maduro. Uma eleição transparente, onde os opositores são mortos, presos ou colocados inelegíveis. Muito diferente da nossa pujante democracia brasileira, onde a gente continua nesse estado patético de dizer que estamos em uma democracia”. 

O deputado questionou: “sabe qual é a empresa que mais recebeu dinheiro público para falar bem do governo? A rede Globo”. Ele ironizou: “para mim foi uma surpresa, não sei se você se surpreendeu também”. Maurício Marcon lamentou: “tem gente que acredita nessas mentiras, e aí você começa a entender por que o interesse tão grande de censurar as redes sociais: para que essas informações não cheguem a pessoas que assistem a jornalismo verdadeiro, não como o da rede Globo”. 

Maurício Marcon lembrou que, nesta semana, completam-se 10 anos do início da operação Lava Jato, “operação que descobriu o maior esquema de corrupção da história da humanidade”. Ele acrescentou: “dinheiro roubado do seu bolso pelos petistas e pela turma que faz parte do grupo político do PT”. 

O deputado explicou que duas empresas envolvidas na Lava Jato acabam de ganhar uma licitação para terminar a construção da refinaria Abreu e Lima. Marcon disse: “a estimativa para construir, no começo do governo petista, era de 2 bi. 20 bi depois, metade está pronta. Para onde foi esse recurso? Não ficou pronta, e o presidente da Petrobras agora, o Jean-Paul Prates, decidiu que vai terminar a refinaria, e fez uma licitação. Sabe quem ganhou? Odebrecht, agora Novonor, e Andrade Gutierrez”. 

O deputado apontou: “32 bilhões de reais, se eles conseguirem concluir a refinaria (...). Você que é um idiota pagador de impostos, assim como eu, vai ter que pagar mais. Então, a refinaria que era para custar dois bilhões de reais, se ficar pronta, vai custar 32 bilhões de reais. Esse é o Brasil. [z5]  E a gente se pergunta às vezes: por que o Brasil não dá certo? Um povo que elege um cara que chefiou um esquema de corrupção e foi condenado em três instâncias, o reelege após ele sair da cadeia! É difícil, né?”

Maurício Marcon disse: “a gente luta, a gente tenta. Mas, se a gente não se conscientizar que a Globo recebeu para falar muito mal do Bolsonaro, certamente,  e agora para falar muito bem do Lula…  a gente cai no conto do vigário, achando que são neutros… a gente vai continuar achando que roubar é normal, que um contrato de 2 bi, para fazer uma refinaria, custar 32 bi é normal… (...) e segue o baile. E a gente vai indo, vai vivendo a cada dia, continuamos um país pobre, subdesenvolvido, acreditando num Lula que falou que estamos vivendo um momento excelente da nossa economia. Não sei em que mundo ele vive. Mas enfim, a gente tem que ter a esperança de dias melhores. Isso a gente não pode perder”. 

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras. Para essas pessoas, não há direitos humanos ou garantias fundamentais. 

Sem justificativa jurídica, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, decidiu confiscar a renda de sites e canais conservadores, para destruir empresas privadas das quais discorda. O inquérito administrativo já está no quarto relator, o ministro Raul Araújo, já tendo passado pelas mãos de Mauro Campbell Marques e Benedito Gonçalves. A decisão, que incluiu a Folha Política, confisca todos os rendimentos do jornal, e teve o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 32 meses, todos os nossos rendimentos estão sendo retidos sem qualquer base legal. Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes, em inquérito que foi arquivado por falta de indícios de crime.   “Marcar” pessoas e fechar empresas por motivações políticas são atitudes que já foram observadas na História, mas nunca em democracias. Na verdade, são atitudes que só foram vistas nas mais cruéis ditaduras. 

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