quarta-feira, 26 de abril de 2023

Senador Magno Malta escancara hipocrisia de Lula e petistas frente a frente e aponta ‘pavor’ com CPMI: ‘Por que o medo? Por que a necessidade de ocupar agora?’


Em pronunciamento no decorrer de sessão do Congresso Nacional que instalou a CPMI do dia 8 de janeiro, o senador Magno Malta contrariou discursos de aliados de Lula e escancarou a hipocrisia de parlamentares que, após dois meses tentando sabotar a implantação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, agora simulam que desejavam a sua instalação e tentam ocupá-la e infiltrar agentes com o intuito de controlar as investigações.

O senador asseverou: “Este momento se reveste de importância, visto que a leitura da CPMI, que não é nem um bicho, e que foi um não querer, um mal querer, de hoje a Situação dizer não haver a necessidade, porque já há investigação da Polícia Federal, da PGR e do Supremo Tribunal Federal. Esse argumento é até certo ponto esdrúxulo. Não vou dar um adjetivo pior, até respeitando o meu antecessor na tribuna”.

Dessa maneira, ele questionou o temor da esquerda: “Agora, quem tinha medo, quer ocupar a CPI. Por que o medo? Por que a necessidade de ocupar agora? Quem não está acostumado com essa história de golpista? Aliás, o PMDB de Michel, no Congresso Nacional, com Renan Calheiros sentado aí, assim como Eunício de Oliveira e o Sr. Romero Jucá, salvou Dilma de ser "impeachmada" tantas outras vezes antes, mas eles assistem hoje ao Temer ser o golpista. Eles não gostam do Temer, por causa exatamente de ter tirado a contribuição malévola, sindical e que alimentava os monstros da Esquerda para cometer atos democráticos”.

Ademais, o congressista ressaltou a hipocrisia do discurso petista: “Em 2016, atearam fogo na Esplanada dos Ministérios: ato democrático! Colocaram fogo na estátua de Borba Gato: ato democrático! O MST invadiu o Supremo Tribunal Federal, quebrou tudo: ato democrático! O MST invadiu esta Casa, quebrou tudo: ato democrático! Ato antidemocrático é cantar o Hino Nacional. Ato antidemocrático é não ser amigo de Fidel, de Castro, da Argentina, dos venezuelanos, dos venezuelanos não, digo, do Maduro, dos inimigos de Israel! Esse ato é antidemocrático”.

Enquanto se recusou a investigar indícios de corrupção com os recursos enviados pelo governo federal para os estados e municípios, a CPI da Pandemia não poupou esforços em humilhar pessoas e empresas que manifestaram apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, além de quebrar sigilos sem qualquer fundamentação, vazar dados sigilosos para a imprensa e ameaçar pessoas de prisão. 

O procedimento é o mesmo observado em inquéritos conduzidos em cortes superiores: matérias da velha imprensa atribuem um “rótulo” ou “marca” a um grupo de pessoas, e isso é tido como suficiente para quebras de sigilos, interrogatórios, buscas e apreensões, prisões e confiscos. Após promover uma devassa nas pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”, os dados são vazados para a velha imprensa, que então promove um assassi* de reputações que dá causa a novas medidas abusivas. Conforme vários senadores já notaram, os procedimentos são, comumente, dirigidos aos veículos de imprensa independentes, em evidente tentativa de eliminar a concorrência, controlar a informação e manipular a população brasileira. 

Em um inquérito administrativo no Tribunal Superior Eleitoral, seguindo esse tipo de procedimento, o ministro Luís Felipe Salomão ordenou o confisco da renda de diversas pessoas, sites e canais conservadores, inclusive a Folha Política. A decisão recebeu elogios dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin.

A decisão não discrimina os conteúdos e atinge a totalidade da renda dos sites, com o objetivo de levar ao fechamento dos veículos por impossibilidade de gerar renda. Todos os rendimentos de mais de 20 meses de trabalho de jornais, sites e canais conservadores estão sendo retidos sem qualquer base legal. 

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