Durante o voo para a reunião da OTAN, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi questionado sobre o risco de ativação de células terroristas nos Estados Unidos após a destruição das instalações nucleares do Irã. Trump disse: “Biden deixou muitas células dessas entrarem. Biden foi um presidente incompetente, que não tinha ideia do que ele estava fazendo. Ele mal assinava documentos; eram outras pessoas que assinavam documentos por ele, com uma caneta automática (...). Ele permitiu a entrada de muitas células terroristas, muitas do Irã. Mas, esperamos, vamos cuidar delas. O que Biden fez para este país nunca deve ser esquecido”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou brevemente com a velha imprensa antes de embarcar para a reunião da OTAN. Trump relatou que ficou furioso com Irã e Israel, já que os dois países teriam violado o cessar-fogo que o presidente anunciou. Trump também fez um forte desabafo sobre a atuação da velha imprensa e disse que a CNN deveria pedir desculpas aos pilotos americanos que cumpriram sua missão e demoliram as instalações nucleares no Irã.
No Brasil, muitos jornalistas e veículos conservadores vêm sendo implacavelmente perseguidos, como é o caso da Folha Política. Nossa sede foi invadida e todos os nossos equipamentos foram apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. À época, o jornalista Alexandre Garcia assinalou que algo semelhante só havia ocorrido na ditadura Vargas, não havendo qualquer exemplo semelhante durante o tão falado regime militar. Mesmo em ditaduras consolidadas, não é comum que se apreendam todos os equipamentos, em claríssima violação a tratados internacionais como o Pacto de São José da Costa Rica.
Parlamentares e cidadãos repudiaram, pelas redes sociais, o posicionamento do governo Lula, que se alia às ditaduras do mundo e vem apoiando o Irã. O Itamaraty condenou, em nota, os ataques de Israel à infra-estrutura militar do Irã, mas não condenou os ataques do Irã a civis israelenses
O senador Magno Malta manifestou solidariedade aos israelenses e disse: “O governo Lula se alia ao Hamas e ao Irã. Mas o Brasil real — cristão, temente a Deus — está com Israel!”. O senador citou Gênesis 12:3: “Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem.”
O presidente da França, Emmanuel Macron, fez um pronunciamento após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspender ajuda financeira para a Ucrânia continuar a guerra contra a Rússia. Trump havia proposto um acordo para encerrar as hostilidades, que foi rejeitado pelo presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, que apresentou novas exigências no momento em que se esperava que o acordo fosse assinado.
Em seu pronunciamento, Macron lamenta que os Estados Unidos tenham abandonado o apoio incondicional à Ucrânia e que Trump tenha imposto tarifas sobre os produtos europeus. Macron afirma que o mundo enfrenta uma nova era, e que a Europa precisa se preparar, aumentando seus gastos em defesa e em suas Forças Armadas.
Durante anúncio sobre um megainvestimento multibilionário em fábricas de chips eletrônicos e semicondutores nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump respondeu a perguntas de repórteres da velha imprensa sobre a Ucrânia e sobre os possíveis desenvolvimentos após o bate-boca ocorrido com o presidente Zelensky, quando o acordo proposto por Trump para o fim da guerra e a exploração de terras raras foi suspenso.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu uma rápida entrevista a repórteres da velha imprensa ao sair da corrida de carros Daytona. Trump defendeu sua política externa de “paz pela força”. Ele explicou que está participando de negociações para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Trump explicou que, após conversar com Putin, ele acredita que o presidente da Rússia deseja o fim da guerra. Ele disse: “eu acho que ele quer acabar com essa guerra, e rápido. Os dois. Zelensky também quer que acabe. (...) Teria sido muito mais fácil acabar com essa guerra antes dela começar. Mas começou, porque nós tínhamos um presidente incompetente. Ele não sabia o que estava fazendo”. Questionado se acha que a Ucrânia vai perder território, Trump lembrou que o país perdeu muito território durante os governos esquerdistas de Obama e Biden, e não perdeu nada durante o seu primeiro mandato.
A porta-voz do presidente americano, Karoline Leavitt, relatou à velha imprensa que o presidente Donald Trump conversou hoje com os presidentes da Rússia e da Ucrânia, e que há expectativas para que a guerra entre os dois países seja encerrada em breve. Ela fez referência às postagens feitas por Trump após as duas ligações.
Após a conversa com Putin, Trump disse:
“Acabei de ter uma longa e altamente produtiva ligação telefônica com o presidente Vladimir Putin da Rússia. Discutimos Ucrânia, Oriente Médio, Energia, Inteligência Artificial, o poder do Dólar e vários outros assuntos. Ambos refletimos sobre a Grande História de nossas Nações e o fato de que lutamos juntos com tanto sucesso na Segunda Guerra Mundial, lembrando que a Rússia perdeu dezenas de milhões de pessoas e nós, da mesma forma, perdemos muitas! Cada um de nós falou sobre os pontos fortes de nossas respectivas Nações e o grande benefício que um dia teremos trabalhando juntos. Mas primeiro, como ambos concordamos, queremos impedir que milhões de mortes ocorram na Guerra com a Rússia/Ucrânia. O presidente Putin até usou meu forte lema de campanha, "BOM SENSO". Ambos acreditamos muito nisso. Concordamos em trabalhar juntos, muito próximos, incluindo visitar as Nações um do outro. Também concordamos em fazer com que nossas respectivas equipes iniciem as negociações imediatamente e começaremos ligando para o presidente Zelensky, da Ucrânia, para informá-lo da conversa, algo que farei agora mesmo. Pedi ao Secretário de Estado Marco Rubio, ao Diretor da CIA John Ratcliffe, ao Conselheiro de Segurança Nacional Michael Waltz e ao Embaixador e Enviado Especial Steve Witkoff para liderar as negociações que, acredito fortemente, serão bem-sucedidas. Milhões de pessoas morreram em uma Guerra que não teria acontecido se eu fosse Presidente, mas aconteceu, então deve acabar. Nenhuma outra vida deve ser perdida! Quero agradecer ao Presidente Putin por seu tempo e esforço com relação a esta chamada, e pela libertação, ontem, de Marc Fogel, um homem maravilhoso que eu pessoalmente cumprimentei ontem à noite na Casa Branca. Acredito que este esforço levará a uma conclusão bem-sucedida, espero que em breve!”
Pouco depois, Trump publicou:
Acabei de falar com o presidente Volodymyr Zelenskyy da Ucrânia. A conversa correu muito bem. Ele, assim como o presidente Putin, quer fazer a PAZ. Discutimos uma variedade de tópicos relacionados à guerra, mas principalmente, a reunião que está sendo marcada para sexta-feira em Munique, onde o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio liderarão a delegação. Tenho esperança de que os resultados dessa reunião sejam positivos. É hora de parar esta guerra ridícula, onde houve MORTE e DESTRUIÇÃO massivas e totalmente desnecessárias. Deus abençoe os povos da Rússia e da Ucrânia!
O site oficial do governo russo divulgou o seguinte comunicado:
Conversa telefônica com o presidente dos EUA, Donald Trump
Uma conversa telefônica ocorreu entre Vladimir Putin e o presidente dos EUA, Donald Trump.
Os chefes de Estado discutiram questões relacionadas ao intercâmbio de cidadãos da Rússia e dos Estados Unidos. O Presidente dos Estados Unidos garantiu que o lado americano cumprirá todos os acordos alcançados. O tópico de um acordo na Ucrânia também foi discutido. Donald Trump falou a favor de um fim rápido das hostilidades e uma resolução pacífica para o problema. Vladimir Putin, por sua vez, mencionou a necessidade de eliminar as causas profundas do conflito e concordou com Donald Trump que um acordo de longo prazo poderia ser alcançado por meio de negociações pacíficas. O presidente russo também apoiou uma das principais teses do chefe de Estado americano, de que chegou a hora de nossos países trabalharem juntos. Durante a conversa, foram abordados os tópicos da solução do Oriente Médio, o programa nuclear iraniano, bem como as relações bilaterais russo-americanas na esfera econômica. O presidente russo convidou o presidente dos EUA a visitar Moscou e expressou sua prontidão para receber autoridades americanas na Rússia em áreas de interesse mútuo, incluindo o acordo ucraniano. Vladimir Putin e Donald Trump concordaram em continuar os contatos pessoais, incluindo a organização de reuniões pessoais”.
Após divulgar o teor das conversas, a porta-voz de Trump repreendeu a velha imprensa, acusando alguns jornais de aterrorizar americanos com uma narrativa sobre uma suposta crise institucional. Ela explicou que alguns juízes ativistas estão tomando decisões ideológicas para atrasar a implementação do programa de Trump. Karoline Leavitt lembrou aos repórteres que Trump foi eleito para fazer o que prometeu e que fará exatamente isso.
O CEO do Rumble, Chris Pavlovsky, que participava da reunião no assento reservado à nova imprensa, relatou que há governos estrangeiros impondo censura sobre empresas americanas como a sua. A declaração ocorre dias depois do Rumble retornar ao Brasil. Karoline Leavitt lembrou que Trump, além de dar exemplo de respeito à liberdade de expressão, proibiu todos os servidores federais de participarem de qualquer atividade que promova a censura, seja nos Estados Unidos ou em outros países.
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Em transmissão ao vivo, o embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores, avaliou o risco de a China invadir e tomar o território de Taiwan por uma ação militar. O ex-chanceler explicou que, apesar do interesse na incorporação da ilha, a invasão chinesa pode não ocorrer por meio de um confronto militar direto, mas, sim, por meio de sucessivas aproximações e intimidações, contando com o enfraquecimento dos EUA e com a ameaça de subjugar a elite política do país vizinho.
O diplomata analisou: “O ataque pode tomar muitas formas. Para a China, o melhor negócio seria tomar Taiwan sem atacar. Uma progressiva criação de influência e, sobretudo, com o afastamento da influência americana e da proteção dos Estados Unidos, que eles proporcionam a Taiwan. Claro, atacar, mas se a China atacar Taiwan hoje, os Estados Unidos ainda teriam estamina, ou seja, vontade política, determinação para defender Taiwan. Seria um custo enorme”.
Ao analisar trecho de pronunciamento de Lula na COP-28, Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, o embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores no Governo Bolsonaro, fez severas críticas à abordagem demagógica utilizada por Lula ao tratar de temas caros à agenda esquerdista.
Ele ironizou um trecho do discurso de Lula em que o presidente criticava o gasto de outros países com armas, alegando que esse dinheiro poderia ser utilizado em fins mais nobres. Araújo lembrou que vários países precisaram gastar tanto com armas por causa dos amigos de Lula. Ele disse: “Lula, eu vou te dizer por quê. Por causa do seu amigo Putin. E agora, por causa dos seus amigos do Hamas. E isso vai crescer ainda mais. A invasão da Ucrânia pelo Putin, a invasão clássica, numa guerra de anexação, numa guerra de agressão completamente injustificada, essa guerra acendeu um alarme em muitos países. Por exemplo, a Polônia está se amando, o país está criando as forças armadas mais poderosas da Europa, porque estão ali na porta da Rússia”.
O senador General Hamilton Mourão alertou, da tribuna, sobre a gravidade das ameaças do ditador da Venezuela ao país vizinho, a Guiana. Mourão iniciou apontando as falhas da diplomacia brasileira sob o governo Lula, criticando: “Atualmente, temos buscado enaltecer aquilo que é o tal, assim chamado, Sul Global, que nada mais é do que um retorno ao terceiro mundismo dos anos 70 e uma forma de exercer um antiamericanismo infantil”.
O senador disse: “Digo isso porque me preocupo com a forma como o nosso Presidente da República vem se conduzindo. Agora mesmo, esteve lá em Dubai, na COP 28, discursando e parecendo desconhecer a realidade do mundo ao propor uma governança global para a questão do clima”. Mourão relembrou as tentativas de formar um “governo mundial” ao longo da história, e expôs como a ONU tem sido incapaz de evitar conflitos entre países.
Durante audiência pública sobre o Conflito Israel-Palestina na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, o deputado federal Abílio Brunini enfrentou a militância anti-Israel que se manifestava no local e tentava impedi-lo de falar. O deputado havia iniciado sua fala afirmando que a Faixa de Gaza é governada pelo grupo Hamas quando foi interrompido por gritos da militância.
O deputado continuou a falar e exigiu que seu direito parlamentar a usar a palavra fosse respeitado. Quando a presidência da sessão sugeriu que ele parasse de falar para acalmar a militância, o deputado lembrou que ele estava com a palavra e não poderia ser censurado. Ele lembrou: “o senhor tem que respeitar a minha palavra”, e foi ignorado pelo presidente. Brunini disse: “eu tenho três minutos e sou deputado como o senhor. O senhor tem que restituir o meu tempo e me dar a palavra”.
Em um pronunciamento impactante, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, explicou por que os pedidos de cessar-fogo não serão aceitos, lembrando que a guerra não foi iniciada por seu país. O primeiro-ministro disse: “Até há pouco tempo, muitos acreditavam que a promessa de progresso do século 21 nos permitiria superar os horrores bárbaros do passado e caminhar para um futuro melhor e mais brilhante. Muitos acreditaram que poderíamos continuar com nossas vidas confortáveis, e o mal simplesmente iria embora sem nos tocar. Os horrores que o Ham** perpetrou no dia 7 de outubro nos lembram que não realizaremos a promessa de um futuro melhor a menos que nós, o mundo civilizado, nos disponhamos a enfrentar os bárbaros. Porque os bárbaros estão dispostos a nos enfrentar. E seu propósito é claro: destruir essa promessa de futuro, destruir tudo o que prezamos e nos levar a um mundo de medo e escuridão”.
O senador Magno Malta e a deputada Bia Kicis foram a um evento na embaixada de Israel no Brasil, e falaram com a população através das redes sociais, manifestando sua solidariedade ao povo de Israel e seu repúdio ao grupo Ha***.
O senador Magno Malta criticou duramente as atitudes de Lula e de membros de seu governo em relação ao conflito. Ele relatou: “lá dentro, ouvimos pais e mães de vítimas dessa violência do grupo Ha***, que está tentando assombrar o mundo”. Ele acrescentou: “infelizmente, esse governo do Brasil que está aí é vergonhoso nas suas declarações. Sofreu 5 derrotas na ONU, pelo nanismo diplomático deste país, de uma forma muito horrorosa, porque disse que Israel não tem o direito de se defender”.
Em sua live semanal, a deputada federal Bia Kicis comentou a retratação publicada pelo jornal americano The New York Times após publicar “matéria” inteiramente baseada em declarações do grupo Hamas, e sugeriu que os jornais da velha imprensa brasileira também se retratem. Bia Kicis disse: “Olha só: na segunda feira, um dos jornais mais influentes do mundo, o New York Times, admitiu que se baseou de forma ‘demasiada ‘nas alegações do grupo t**** Hamas ao noticiar o recente bombardeio a um hospital de Gaza. (...) Acreditaram no que o Hamas falou”.
A deputada lembrou que a velha imprensa brasileira fez a mesma coisa, apresentando como “notícia” as informações oferecidas pelo grupo, mesmo sem qualquer confirmação, nem de que o hospital tivesse sido de fato alvo de um ataque, nem de quem teria lançado o ataque. A deputada disse: “Vários jornais também do Brasil noticiaram aqui, se basearam nas reportagens do Hamas, nas informações do Hamas. Mas o NYT ao menos está pedindo desculpas”.
O deputado federal Marcel Van Hattem apresentou, durante participação no congresso do Instituto Harpia, as principais questões que precisam ser consideradas para se compreender o cenário internacional atual e a situação do Brasil. O deputado apontou que o mundo, atualmente, “está, cada vez mais, dividido entre o mundo livre e o mundo das ditaduras”.
Van Hattem explicou: “Estamos vendo um retrocesso em muitas nações no que diz respeito à democracia, estamos vendo uma desinstitucionalização muito grande. E o Brasil, infelizmente, está fazendo parte do grupo de países que estão em fase de retrocesso ou faz parte do grupo de países que já retrocederam tanto que é difícil ver alguma luz no fim do túnel quanto à recuperação democrática deles. E isso é muito preocupante”.
O deputado Eduardo Bolsonaro, da tribuna da Câmara, rebateu declarações absurdas de Lula sobre a guerra em Israel. O deputado questionou as narrativas da extrema-esquerda, mostrando que não estão defendendo a paz, nem as minorias, mas apenas tomando lado contra o estado de Israel. Ele disse: “É impressionante como eles acham que conseguem mudar a narrativa simplesmente repetindo uma mentira”.
Eduardo ironizou: “Em que País o Lula vive? Que cachaça é essa que ele está tomando? Ele falou que ia resolver a guerra da Ucrânia com a Rússia, sentando num bar, tomando uma cervejinha com o Putin e com o Zelensky. Estamos aguardando o "rei da paz". Inclusive, ele é o Presidente que mais gastou dinheiro em viagens internacionais”.
O senador General Hamilton Mourão, da tribuna, questionou a reação do Estado brasileiro face aos ataques contra o Estado de Israel. O senador relembrou os eventos históricos que tornam a situação na região tão complicada e alertou: “Clichês, chavões e carimbos não ajudam - muito menos ideologia - a construir uma visão responsável e abrangente sobre um conflito que deixou de ser regional, para se transformar em mais um foco de tensão no cenário internacional, já crispado por uma guerra na Europa e crescente rivalidade no Extremo Oriente”.
General Mourão explicou que a rede que inclui o Hamas “é uma ameaça internacional potencialmente incontrolável”. Ele disse: “É uma guerra total que rompe os limites colocados pela civilização à guerra. As cenas do 7 de outubro em Israel, documentadas e divulgadas pelos seus perpetradores, configuram um atentado moral a todo o mundo”
Durante sessão do plenário da Câmara, a deputada federal Carla Zambelli apresentou uma questão de ordem para pedir a anulação de uma votação em que, por meio de uma manobra, foi incluída uma moção de repúdio ao estado de Israel, quando o que se votava era uma moção de repúdio ao grupo Hamas.
A deputada subiu à tribuna para falar em nome de seu partido, alertando sobre o absurdo da aprovação, no mesmo bloco, da moção de repúdio sem o conhecimento dos deputados. Zambelli relatou que tem familiares naquele país, que estão sob ameaça, assim como os outros habitantes, e reiterou o pedido para anular a votação: “São assuntos completamente antagônicos. Elas teriam que ser votadas em separado ou teria que ser anulada essa votação”. Ela explicou: “A minha família está sendo bombardeada em Israel. As famílias de milhares de brasileiros estão sendo bombardeadas em Israel, e não podemos, como Deputados, simplesmente fechar os olhos para essa moção de repúdio contra o Estado de Israel. Não dá para fechar os olhos para isso! E eu apelei até para a religião do Presidente, porque se o Presidente Marcos Pereira deixar que isso passe o público evangélico vai cobrar de S.Exa”.
Durante transmissão ao vivo, o embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores, explicou as perspectivas para a guerra declarada por Israel e o risco do conflito se estender e envolver outros países da região. O embaixador lembrou que a oportunidade criada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a paz no Oriente Médio, foi perdida no governo Biden.
O embaixador disse: “foi uma pena. Uma grande oportunidade perdida, aquele plano de paz. Agora estão aí, infelizmente, mostrando o que eles querem, a mando do Irã. O pessoal do Hamas. O que eles querem é matar gente, para que o pessoal de Israel vá lá e mate gente em resposta. E é exatamente o que vai acontecer em uma guerra. E aí vão dizer, ah, retaliação.. e é possível que a coisa cresça”.
Durante transmissão ao vivo pelas redes sociais, o embaixador Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores, traçou uma linha do tempo explicando a evolução do “empoderamento” do grupo Hamas, que o levou ao estágio atual do ataque do último dia 7 contra Israel.
Araújo lembrou que, durante seu governo, o ex-presidente Donald Trump havia promovido um equilíbrio entre vários países, em favor do mundo livre, após exterminar o grupo Isis e reforçar a posição de Israel, enfraquecendo países como a Rússia e a Síria. O embaixador lembrou que Trump cancelou acordos nucleares que favoreciam o Irã e colocou aquele país numa situação defensiva, juntamente com a Rússia, e ainda propôs um projeto de paz para Israel e Palestina.