O jurista Ives Gandra da Silva Martins, em pronunciamento pelas redes sociais, criticou a “conversa” do deputado Paulinho da Força com ministros do Supremo Tribunal Federal, explicando que a “conversa” contraria o próprio espírito da Constituição, ao submeter o Poder Legislativo e subjugá-lo a um Judiciário ativista que invade atribuições dos outros poderes.
Paulinho da Força foi indicado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, para enterrar o projeto de anistia aos presos e perseguidos políticos do ministro Alexandre de Moraes, e, já em suas primeiras entrevistas na condição de relator, declarou que não pretende promover qualquer anistia. Ao contrário, Paulinho da Força declarou que pretende apresentar um texto que agrade aos ministros da Suprema Corte.