Em meio à tensão de uma possível ação militar americana contra a ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela, a líder María Corina Machado, prêmio Nobel da Paz, divulgou um vídeo com um manifesto impactante, intitulado ‘Manifesto da Liberdade’, e garantiu: ‘este longo e violento abuso de poder deste regime está chegando ao fim. Uma nova Venezuela emerge das cinzas’.
A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos, tribunais de exceção e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. Em um inquérito administrativo no TSE, o ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores, como a Folha Política, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Todos os rendimentos de mais de 20 meses de trabalho do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica.
A vitória acachapante do partido de Javier Milei na Argentina, nas eleições parlamentares que ocorrem na metade do mandato presidencial, surpreendeu aos que acreditam na velha imprensa e foi motivo de comemoração.
O presidente dos EUA, Donald Trump, publicou, em sua rede social: “parabéns ao presidente Javier Milei por sua vitória esmagadora na Argentina. Ele está fazendo um trabalho maravilhoso! Nossa confiança nele foi justificada pelo povo da Argentina”
O senador Eduardo Girão, ao discursar no Senado, comentou o encontro de Lula com o presidente americano, Donald Trump, que nada mudou em relação às tarifas impostas ao Brasil. O senador apontou: “vamos esperar que realmente se encerre essa questão de tarifaço para o Brasil. O Brasil tem uma parceria histórica e, muito embora nós estejamos passando por um momento de abusos - alguns Ministros do Supremo Tribunal Federal desrespeitando direitos humanos, de forma muito clara, perseguindo quem pensa diferente, adversários -, mas o Brasil não pode sofrer com tarifaço. Isso é inaceitável”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu uma breve entrevista coletiva ao lado de Lula, em encontro durante sua viagem à Ásia. Trump disse que provavelmente haverá um acordo entre os dois países, e rebateu um repórter que perguntou se as tarifas contra o Brasil seriam injustas, apontando: “é tudo justo”, e acrescentando: “há algumas coisas que precisamos obter”.
Trump disse que é possível obter um acordo que seja bom para os dois países e encarregou sua equipe de negociar, enfatizando que o Secretário de Estado, Marco Rubio, está encarregado de assuntos que não dizem respeito à economia.
O prêmio Nobel da Paz deste ano foi concedido a María Corina Machado, ativista venezuelana que foi impedida de concorrer às eleições e percorreu o país em campanha, promovendo em seguida uma ação sem precedentes de fiscalização das eleições, que demonstrou que seu partido venceu por uma ampla margem, derrotando o ditador Nicolás Maduro.
Machado divulgou uma nota oficial:
Com profunda gratidão, aceito a honra de receber o Prêmio Nobel da Paz, concedido pelo Comitê Norueguês do Nobel, e que recebo em nome do povo da Venezuela, que lutou por sua Liberdade com admirável coragem, dignidade, inteligência e amor.
O presidente dos EUA, Donald Trump, se manifestou após o brutal assassinato do ativista Charlie Kirk, morto a tiros quando discursava em uma universidade americana. Trump publicou em sua rede social: “o Grande, e até Lendário, Charlie Kirk, está morto. Ninguém entendeu melhor o coração da juventude americana do que Charlie. Ele era amado e admirado por TODOS, especialmente por mim, e agora não está mais entre nós. Meus pêsames e de Melania à sua bela esposa Erika e sua família. Charlie, nós te amamos!”
O presidente da Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos, Andrew N. Ferguson, anunciou que intimou as principais empresas de redes sociais americanas para que deixem de censurar americanos a mando de autoridades de outros países.
Ferguson disse:
“Os americanos ficaram indignados com a conivência do governo Biden com empresas privadas para vigiar e censurar cidadãos que não concordavam com suas políticas. Infelizmente, reguladores europeus estão pressionando empresas americanas a fazer o mesmo. A FTC sob Trump e Vance não tolerará um novo regime de vigilância e censura concebido em capitais estrangeiras.
Durante sessão do plenário, o deputado Capitão Alberto Neto fez um impactante alerta aos colegas parlamentares que estão ajudando a levar o país à derrocada. Ele disse: “O Brasil precisa, neste momento, de homens corajosos para salvar a nossa Nação”. O deputado lembrou que a Bolsa de Valores mostrou um prejuízo de mais de 40 bilhões de reais em um único dia e apontou: “Isso mostra que o nosso Brasil está caminhando para virar uma Venezuela. Está muito claro, só não vê quem não quer”.
O deputado explicou que o impacto econômico foi causado pela decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que busca proteger o ministro Alexandre de Moraes das sanções impostas pelo governo Trump por causa das reiteradas violações de direitos humanos. Ele disse: “O STF, que está regendo o Brasil no regime da ditadura da toga, está querendo falir a nossa Nação para proteger o ditador Alexandre de Moraes, que cometeu diversas violações de direitos humanos e foi sancionado por isso”.
A rede social X (antigo Twitter), do empresário Elon Musk, através de seu perfil empresarial na própria rede social, anunciou que enviou sua contribuição à investigação das práticas comerciais do Brasil que está em curso nos Estados Unidos, a pedido do presidente daquele país, Donald Trump. Trump solicitou e anunciou a investigação do Brasil na carta que enviou a Lula, informando-o sobre a imposição de tarifas de 50% para o Brasil, além das tarifas já existentes. Na ocasião, Trump disse: “devido aos ataques constantes do Brasil contra as atividades de Comércio Digital de empresas americanas, assim como outras práticas comerciais injustas, estou orientando o representante comercial americano Jamieson Greer para que inicie imediatamente uma investigação do Brasil sob a Seção 301”.
A rede social X anunciou:
“X apresentou comentários à investigação do Representante Comercial dos EUA (USTR) sobre as ações, políticas e práticas do Brasil que podem prejudicar injustamente o comércio e as plataformas de mídia social dos EUA, em particular. Os comentários de X destacam sérias preocupações quanto à necessidade de proteção da liberdade de expressão e aplicação justa no Brasil, impactando os provedores de serviços digitais dos EUA e justificando o escrutínio nos termos da Seção 301.
O Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental, do Departamento de Estado dos Estados Unidos, publicou, em suas redes sociais, uma declaração, pouco depois de ser divulgado que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que ordens emitidas por outros países não podem ser aplicadas no Brasil, abrindo a porta para que bancos brasileiros não apliquem as sanções previstas na Lei Magnitsky e impostas ao ministro Alexandre de Moraes por suas reiteradas violações de direitos humanos.
O Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental declarou:
“Alexandre de Moraes é tóxico para todas as empresas e indivíduos legítimos que buscam acesso aos EUA e seus mercados. Nenhum tribunal estrangeiro pode invalidar as sanções dos Estados Unidos — ou poupar alguém das consequências graves de violá-las. Pessoas dos EUA estão proibidas de fazer transações com ele e pessoas de fora dos EUA devem agir com cautela: aqueles que fornecem apoio material a violadores de direitos humanos enfrentam riscos de sanções”.
Pouco antes do início da reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, os dois chefes de estado e membros de suas equipes se manifestaram sobre a reunião e sobre a possibilidade de se alcançar a paz entre Rússia e Ucrânia.
Na véspera, o presidente Putin publicou, nas redes sociais do governo, um trecho do início de sua reunião com membros de seu governo, quando disse que o governo Trump está “fazendo esforços bastante enérgicos e sinceros para encerrar as hostilidades, pôr fim à crise e chegar a acordos que sejam de interesse para todas as partes envolvidas nesse conflito, a fim de criar condições de paz duradouras tanto entre nossos países quanto na Europa, e até no mundo como um todo — se, nas próximas etapas, chegarmos a entendimentos na área de controle de armas estratégicas ofensivas”.
O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou que sancionou autoridades brasileiras por sua participação no programa Mais Médicos, do governo Dilma, que era um esquema de trabalho forçado de médicos cubanos. Marco Rubio anunciou: “os Estados Unidos estão expandindo suas políticas de restrições de vistos relacionados com Cuba. O Departamento de Estado tomou medidas para restringir a emissão de vistos para autoridades e indivíduos de Cuba e de outros países que foram cúmplices do programa de exportação de trabalho forçado. Nós responsabilizaremos o regime cubano por oprimir seu povo, e também aqueles que lucraram com o trabalho forçado”.
O Vice-Secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, subiu o tom sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, expondo que a atuação do ministro levou o Brasil e a relação com os Estados Unidos a um “beco sem saída”.
O Secretário de Estado dos EUA no governo Trump, Marco Rubio, anunciou que o governo americano aumentou a recompensa pela captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. Rubio disse: “o Departamento de Estado e o Departamento de Justiça estão aumentando a recompensa pela prisão do ditador Nicolás Maduro para US$ 50 milhões, por violar as leis de narcóticos dos EUA. Maduro é o chefe do cruel Cartel de Los Soles, uma organização narcoterrorista que tomou conta da Venezuela. Maduro DEVE ser levado à justiça”.
O Departamento de Estado divulgou um comunicado com o seguinte texto:
“O Departamento de Estado e o Departamento de Justiça anunciam um aumento na recompensa, de até US$ 50 milhões, no âmbito do Programa de Recompensas contra o Narcotráfico (NRP), por informações que levem à prisão e/ou condenação de Nicolás Maduro por violar as leis de narcóticos dos Estados Unidos.
Autoridades americanas se manifestaram sobre a prisão domiciliar imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, condenando a ação do ministro e alertando sobre a possibilidade de sanções a outros agentes além dele.
O Escritório para Assuntos Ocidentais publicou:
“O ministro Alexandre de Moraes, já sancionado pelos Estados Unidos por violações de direitos humanos, continua usando as instituições brasileiras para silenciar a oposição e ameaçar a democracia. Impor ainda mais restrições à capacidade de Jair Bolsonaro de se defender publicamente não é um serviço público. Deixem Bolsonaro falar!
Os Estados Unidos condenam a ordem de Moraes que impôs prisão domiciliar a Bolsonaro e responsabilizarão todos aqueles que colaborarem ou facilitarem condutas sancionadas”.
O Vice-Secretário de Estado, Christopher Landau, apontou: “um dos desafios em ser uma autoridade pública é que suas ações são sujeitas a críticas. Faz parte do jogo e você deve esperar isso. Aparentemente, ninguém avisou ao ministro Moraes, da Suprema Corte brasileira, que hoje determinou a prisão domiciliar do ex-presidente Bolsonaro e proibiu acesso a um celular. O suposto crime? Aparentemente, criticar o ministro Moraes, o que o ministro agora caracteriza, convenientemente, como uma ‘obstrução à justiça’. Os impulsos orwellianos descontrolados do ministro estão arrastando sua Corte e seu país para o território desconhecido de uma ditadura judicial”.
O advogado da Trump Media, empresa de redes sociais do presidente americano, Donald Trump, Martin de Luca, disse:
“Hoje, Alexandre de Moraes colocou o ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar e o proibiu de falar publicamente e até mesmo de utilizar um telefone. O movimento foi prontamente condenado pelo Vice-Secretário de Estado e pelo Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental como uma violação de direitos fundamentais.
Isso ocorre um dia depois que protestos em massa irromperam em 62 cidades brasileiras, nos quais milhões de cidadãos pediram ao Senado que promova o impeachment de Moraes.
Mas, ao invés de respeitar o apelo do público, Moraes iniciou a segunda-feira com uma clara demonstração de força: ele ordenou a detenção e colocação de tornozeleira eletrônica em um senador em exercício que retornava de férias com sua filha em Orlando. A suposta ofensa foi desrespeitar uma proibição de viagem, muito embora ele tenha notificado a Corte sobre seu itinerário com duas semanas de antecedência.
Esta é uma mensagem ao Senado brasileiro, que está pressionado a agir. Uma mensagem a qualquer um na vida pública que se atreva a questionar seu poder.
Estamos testemunhando uma campanha de medo e intimidação que seria surreal em qualquer democracia. Moraes está tratando o dissenso como crime, férias em família como ‘risco de fuga’, e manifestações públicas como sedição. Agora, Moraes parece determinado, não só a desafiar as leis brasileiras e norte-americanas, mas também a arrastar outros para a sua ilegalidade. Este é um momento perigoso para o Brasil, pois Moraes está mantendo uma democracia inteira como refém. O mundo continua observando”.
A deputada americana María Elvira Salazar afirmou:
“INJUSTIÇA! Alexandre de Moraes, mais uma vez, abusou de seu poder ao colocar o ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar, sem sequer uma condenação nem devido processo legal.
Isto NÃO é justiça. Isto é perseguição.
O Brasil está perigosamente perto de se tornar uma ditadura, onde oponentes políticos são silenciados e não julgados.
Precisamos levantar nossas vozes antes que seja tarde demais”.
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro divulgou uma nota pública e disse:
“Meu pai, Jair Bolsonaro, foi preso hoje por apoiar, de sua própria casa, o povo brasileiro que foi às ruas para se manifestar contra os abusos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. E porque eu e meus irmãos postamos fotos dele.
Uma prisão sem crime, sem provas, sem julgamento... Apenas abuso de poder para silenciar o líder da oposição brasileira. O Brasil não é mais uma democracia. O mundo precisa tomar nota”.
O senador Rogério Marinho também divulgou uma nota:
“No mesmo dia em que a Vaza Toga revela novos abusos de Alexandre de Moraes, o ministro volta a se exceder e decreta a prisão de Jair Bolsonaro — o maior líder político da história do Brasil. Coincidência? Evidente que não. Trata-se de uma cortina de fumaça para abafar as denúncias trazidas pelas reportagens investigativas.
Vivemos há anos sob uma jurisprudência de exceções, marcada pela relativização de garantias fundamentais: juízo natural, devido processo legal, contraditório, ampla defesa, direitos da advocacia e inviolabilidade dos mandatos parlamentares.
Bolsonaro é alvo de um processo baseado em uma única delação premiada e tem sua liberdade cerceada por crime de opinião.
Não aceitaremos mais esse Estado de exceção. Conclamamos todos os Senadores da República a honrarem seus mandatos.
Basta de arbítrio. Fora, Alexandre de Moraes. Impeachment já!
Vingança não é justiça.
Abuso de poder.
Impeachment Moraes.
Brasil refém.
Senador Rogério Marinho (PL/RN)
Líder da Oposição”
O deputado Alexandre Ramagem disse:
“Min. Alexandre de Moraes decreta prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Qual o grave crime? Participação em conteúdo audiovisual de terceiros.
É claramente uma afirmação de um regime de exceção, uma ditadura escancarada.
Exatamente no dia de novas revelações da Vaza Toga, com claros e diversos graves abusos de poder do próprio Moraes.
Não basta ser sancionado ao mundo como violador de direitos humanos, mantém-se a empreitada de arbitrariedades ditatoriais.
Demonstra não poder voltar atrás.
Um descontrolado dependendo da solidariedade dos outros ministros do Supremo e do presidente do Senado.
Os limites já foram ultrapassados há muito tempo. Vão todos corroborar essas atrocidades? Até quando?”
O deputado Filipe Barros apontou:
“Após gigantescas manifestações pela Liberdade em todo Brasil, e no mesmo dia das novas revelações da Vaza Toga, é decretada a prisão do Presidente Jair Messias Bolsonaro.
Está confirmado ao mundo o que ocorre em nosso País. Os abusos e perseguições contra o maior líder político da história do Brasil ecoam e mancham a imagem da nação.
Chega de abuso de autoridade. É hora do Senado reagir”.
O deputado Coronel Chrisóstomo afirmou: “O Brasil vive uma ditadura DECLARADA. O ministro Alexandre de Moraes deu ordem de prisão domiciliar a uma pessoa que se manifestou, MANIFESTOU por terceiros!!! DECISÃO ARBITRÁRIA! Brasil sob ditadura. Não podemos permitir isso!”
O deputado estadual Márcio Gualberto disse: “Vou repetir quantas vezes forem necessárias: Alexandre de Moraes não está agindo sozinho, outros ministros lhe são solidários. A responsabilização precisa ser ampliada”.
O escritor Flávio Gordon lamentou: “Que um sancionado internacional por violar direitos humanos ainda possa DETERMINAR alguma coisa, sobretudo uma prisão, é uma infâmia para o Brasil. Um país que permite que esse sujeito continue posando de juiz, como se nada estivesse acontecendo, é um país indigno”.
O senador Magno Malta disse:
“Acabo de desembarcar em Brasília e sou surpreendido por mais uma medida autoritária do ministro Alexandre de Moraes, agora contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. E a pergunta que não quer calar: que cautelar foi descumprida para justificar tal decisão?
Não é novidade. Sempre que os abusos de poder começam a vir à tona, seja pelos seus próprios atos, pelos de seus pares ou por esse grupo de investigação paralela, Moraes recorre à mesma tática: cria um novo fato para desviar o foco. Foi assim com os patriotas presos injustamente, e é assim agora com Bolsonaro.
Mas o Brasil está despertando. A verdade não pode mais ser abafada. O que está em jogo não é apenas a liberdade de um homem, mas o equilíbrio das instituições e a preservação da democracia. Deixo aqui um recado claro: o ciclo dos abusos está perto do fim. E o povo brasileiro vai escrever esse desfecho”.
O senador Eduardo Girão alertou:
“JÁ A POSTOS PARA DIAS DE VITÓRIAS, IMPULSIONADOS PELA ENERGIA DAS RUAS: É AGORA OU NUNCA.
#impeachmentmoraes
São dias sombrios e desafiadores, mas com fé e esperança, tudo dará certo! Estamos mobilizados e conscientes da nossa responsabilidade.
Desde a madrugada de ontem estou em Brasília. Fui ao @SenadoFederal e me pronunciei contra os abusos contínuos do STF, especialmente do ministro Alexandre de Moraes, que age sem limites.
A Casa ainda estava praticamente vazia, mesmo diante de novas arbitrariedades desde a manhã de segunda-feira, inclusive contra parlamentares eleitos diretamente pelo povo para representá-los — como é o caso do senador Marcos Do Val, integrante da oposição ao regime Lula-STF. Ele já havia sido censurado em todas as suas redes sociais e multado, por ordem de Moraes, em R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) — um valor astronômico que bloqueou sua conta bancária!
O recado é claro: desmoralizar de vez o Senado Federal após a grande mobilização nacional de domingo, em todo o país, que clamou em alto e bom som, na voz de milhões de brasileiros: impeachment de Moraes já!
E, para fechar o emblemático dia 4/8, a perseguição implacável ao ex-presidente Bolsonaro teve um novo capítulo, marcado por vingança: ele teve prisão domiciliar decretada, mesmo sem qualquer condenação. Isso não existe em nenhum lugar do mundo.
Moraes já está exposto mundialmente como um violador contumaz de direitos humanos. Ou a Casa Revisora da República age agora, ou será mais digno fechar as portas!
Além disso, as medidas restritivas impostas hoje pelo perseguidor precisam ser submetidas ao Plenário”.
Muitos brasileiros estão vivendo sob o jugo de uma ditadura, em que seus direitos e garantias fundamentais estão sendo desrespeitados. O país tem presos políticos, tribunais de exceção, e pessoas, jornais e sites censurados. A renda da Folha Política, e também de outros canais e sites conservadores, está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em uma decisão que recebeu o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Toda a renda de mais de 20 meses do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.
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O desembargador aposentado Sebastião Coelho, que atua na defesa de presos e perseguidos políticos do ministro Alexandre de Moraes, alertou sobre a euforia que tomou a direita após o ministro ser sancionado pelo governo americano. Sebastião lembrou que é a segunda sanção contra o ministro, que já teve seu visto cancelado, juntamente com seus familiares, e agora fica impedido de realizar transações financeiras que envolvam empresas americanas.
O Secretário de Estado americano Marco Rubio, pelas redes sociais, anunciou a imposição de sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal brasileiro, Alexandre de Moraes. Rubio disse: “o Presidente dos Estados Unidos e o Secretário do Tesouro sancionaram o ministro da Corte Suprema brasileira Alexandre de Moraes, utilizando o programa de sanções da Lei Magnitsky por sérios abusos contra direitos humanos. Que seja um aviso para aqueles que pisoteiam direitos fundamentais de seus cidadãos - as togas judiciais não podem protegê-los”.
O Departamento de Estado americano divulgou uma declaração do chanceler Marco Rubio:
“Hoje, os Estados Unidos estão sancionando o ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Alexandre de Moraes, por graves abusos aos direitos humanos, incluindo detenções arbitrárias com flagrantes violações das garantias de um julgamento justo e da liberdade de expressão.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, foi incluído na lista de pessoas sancionadas pelos Estados Unidos. A lista de pessoas Especialmente Designadas (Specially Designated Nationals and Blocked Persons List - SDN) é mantida pelo Departamento do Tesouro americano, em seu departamento de Controle de Ativos Estrangeiros (Office of Foreign Assets Control - OFAC). Segundo a OFAC, a lista identifica pessoas que sofreram sanções americanas, o que leva ao bloqueio dos bens dessas pessoas, e à proibição de negócios com indivíduos e empresas americanas.
O ex-ministro de Minas e Energia, do governo Bolsonaro, Adolfo Sachsida, explicou, em vídeo divulgado pelas redes sociais, como evitar as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, ao Brasil, que começarão a ser cobradas a partir de 1º de agosto. Sachsida alertou: “É o momento dos grandes estadistas aparecerem”.
O jornal americano Wall Street Journal publicou, em um mesmo dia, duas matérias relativas ao caso do ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, Filipe Martins. Filipe Martins foi preso a mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com base em uma notícia falsa publicada pelo jornalista Guilherme Amado, que afirmava que Martins teria ido aos Estados Unidos e seu paradeiro seria desconhecido desde então. Quando foi apontado que a matéria não tinha nenhuma conexão com fatos reais, surgiu um registro de entrada de Martins nos Estados Unidos que, embora não tivesse qualquer valor legal, foi utilizado para mantê-lo preso. Posteriormente, ficou comprovado que o próprio registro de entrada foi fraudado.